Eu confesso que… Eu confesso… Namoro a tempo, infelizmente, a distância. Nos vemos em fins de semanas e somente. Porém, de uns tempos pra cá os fardos vieram pesados sobre meus ombros. Ele foi diagnosticado com um caso nao tão breve de depressão, por traumas infantis que o percorrem até os dias atuais. Há um tratamento psicológico e psiquiátrico e ele vem se submetendo aos dois. Me referindo aos pesados fardos que carrego, há o fato dele me ignorar, se isolar, não vir a minha casa nem ao menos me ligar, isso já fará quase um mês. Ao perceber que estava sendo despriorizada “joguei o mesmo jogo”. Não visitei, ao menos liguei. Sinto falta, mas tenho amor próprio. Porém, me sinto sozinha, almejando gritar ao mundo afim de “atrair” alguém que me dê atenção e afaste minha carência de afeto. Beijei um amigo. Um amigo próximo que já beijei outras vezes. Claro, não serei egoista de contar a ele (meu namorado), aliviar minha consciência e fazer ele sofrer. É preciso engolir e seguir em frente. Mas a consciência… ai consciência…

