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TREPAVA COM A NOIVA DE OUTRO CARA

Nos tempos de solteiro, uma amiga de infância que trabalhava comigo, começou a me dar indiretas, revelar coisas intimas e até se insinuar com o corpo. Eram coisas como: "estou malhando pesado, dá para perceber?", "parece que a minha coxa engrossou","meu bumbum está ficando durinho","fiz uma tatuagem em um lugar especial, quer ver?" e "o selinho da calça está me espetando, corta pra mim?".
Quando criança, achava que era apaixonado por ela, mas depois de crescer descobri que era só tesão mesmo, pois ela era uma gata e depois ficou bem gostosa.
Até que em uma noite de sexta, depois do trabalho, ela me ligou dizendo que havia brigado com o noivo e queria alguém para conversar. Fiquei sem saber o que fazer, pois não sou um bom conselheiro e também só me vinha a cabeça uma frase "me convida que eu vou"… até que ela me chamou e depois de algumas engasgadas, aceitei.
Fui na casa dela, não havia mais ninguém lá e ela atendeu a porta vestindo uma camisetona até o meio da coxa e bem larga, deixando um dos ombros amostra. Parecia bem chateada, mas sorriu quando me viu. Sentamos na sala para conversar e a unica coisa que eu conseguia pensar era "não parece que ela está de sutiã", "será que está de shorts?" e "o cara a chateou o suficiente para rolar uma vingancinha aqui?" — tá eu sei, tenho problemas, mas também ninguém é 100% normal — e assim foi até que ela quebrou totalmente o clima puxando uma cartada, que eu não esperava. Perguntou: "você ainda é apaixonado por mim?" e eu congelei, enquanto todos os pensamentos possíveis fugiram da minha cabeça. A única coisa que consegui dizer foi "bom, não diria assim apaixonaaado, mas…" e ela me cortou com outra pergunta "transa comigo?" recebendo uma resposta tipo "pode ser" — fui surpreendido novamente, deem um desconto.
Apesar de todas as minhas varadas n’água, nós transamos e foi muito bom, não só por ter realizado um desejo de infância, mas porque ela gostava muito da coisa! E após isso, passamos sair ás escondidas exclusivamente para trepar. Com ela não tinha tempo ruim, sempre que o noivo não estava, me ligava e íamos pro motel dar uma ou duas. Por vezes fazíamos no carro, ela me chupava ou masturbava no cinema e chegou a rolar até no banheiro do trabalho. Ela gostava com força, gritava bastante e normalmente não se contentava só com uma rapidinha — realmente um sonho de consumo.
Tudo estava ótimo, mas faltava algo e acabei descobrindo o que era, quando realmente me apaixonei por uma outra pessoa. Rompi relações com a noivinha e mesmo ela me tentando algumas vezes depois, nunca mais saímos.
Mesmo assim, que sabe da história me condena por tê-la ajudado a cornear o noivo, mas ao meu ver, quem tinha algum compromisso formado, era ela e não eu.

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Escrito por Anônimo

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