Neste dia eu estava a trabalho no interior de minas, numa cidade rural. Parei num bar para refrescar o calor. Haviam três rapazes entre 25 e 30 anos jogando sinuca e eu resolvi jogar também. Eles eram muito bons. Depois de três caras-de-gato decidi parar. Mas continuamos bebendo. Eu ainda não tinha dado pinta de que sou chegado a macho. Na verdade sempre fui e sou discreto nas minhas aventuras. Na minha família ninguém sabe… só que um dos rapazes e do tipo sacana e começou a me botar pilha, dizendo que eu precisava aprender como pegar no taco. Tudo na brincadeira, é claro. Só que ele tinha sacado a minha praia e eu percebi. Então resolvi entrar na onda, dizendo que talvez ele pudesse me ensinar. Nunca mais voltaria a vê-los. Então resolvi ver qual era a deles. Nisso ele me chamou e me dando o seu taco, disse pra eu tentar matar a bola da vez. Assim que me posicionei ele veio por trás como que me ensinando a postura e como pegar no taco. Chegou a ficar bem coladinho mesmo. Como eu não esbocei resistência, ele se aproximou ainda mais, ao ponto de eu sentir o seu TACO de baixo, bem duro, apertando contra a minha CAÇAPA. Aí eu já não queria mais saber de sinuca. Já estava querendo aquele TACO acertando TODAS na minha CAÇAPA. Bem… com a ajuda dele eu matei a tal bola. Devolvi o taco e o agradeci. Já ele, disse que poderia me ensinar muito mais se eu quisesse. Eu também não perdi tempo e disse que eu teria a tarte toda pra aprender. Os outros só ficavam rindo e botando pilha. Nisso ele perguntou a galera se eles se importariam. Eles disseram que não, desde que também pudessem me ensinar. Nisso o meu tesão já estava a ponto de bala. E assim foi. Os três revezando a me ensinar, me encoxando, sarrando direto. Eu ia a loucura. E foi ficando cada vez mais explícito. O cara mais levado, que é o dono do bar, foi lá pra fora, para se certificar de que a barra estava limpa, e quando voltou já foi botando o pau pra fora, dizendo que o jogo agora era avera. Era tudo que eu queria. Então ele me debruçou na mesa, arrumou minha calça e cueca e já foi botando, pedindo pra fecharem as duas portas de madeira. Hoje o bar vai fechar para balanço. Foi o que disse, já me socando gostoso na pele mesmo. Aumentaram o volume do som, pra abafar a sacanagem e virou farra. Enquanto o cara ainda me enrabava, um deles foi me puxando a cabeça pra fora da mesa, já com o caralho apontando pra minha boca. E vou dizer uma coisa… que piroca linda e enorme! Já meti a boca e fui mamando com vontade. E que vontade. Mas eu queria muito mesmo aquela rola no meu cú. Que delícia mamar aquela tromba com o cú sendo socado por outra. Nisso o dono do bar anunciou que ia gozar. Só que para a minha surpresa, o pau na minha boca começou a pulsar, descarregando o seu arsenal de leite, explodindo na minha garganta, com os dois caras gemendo. O caralho no meu cú ficou paradinho no fundo, também pulsando, jorrando leite quente lá dentro. Que tesão.
O outro cara…
Bem… Essa é uma outra estória.

