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TROQUEI PUTA DE RUA POR CASADA NO SWING

Eu confesso que levei uma puta de rua à uma casa de swing como se fosse minha esposa e troquei por uma casadinha gostosinha e bem cheirosinha. Se bem que, puta por puta, as duas não deixam de ser, lógico. Foi assim: eu estava num hotel luxuoso de São Paulo para uma convenção da industria que represento. Alguns colegas de trabalho escolhiam no book as garotas de programa que chamariam mais tarde , todas lindas e com cachezinhos nada baratos. 800, 900, 1.000, 1.500 reais por uma fodinha, mais o taxi. Tinha até “promoção” de 3 mil reais por fulana que ja fora capa de revista. Outros se organizavam em comboio para ir às zonas de meretrício mais badaladas para traçar vadias na mesma faixa de preço. Convidei alguns colegas para darmos uma volta e procurarmos casas mais baratas com putas nem tão feias. Como ninguém topou, peguei meu carro e me dirigi sozinho até os puteiros da Rua Augusta. Entrei em algumas casas e vi algumas mulheres que me interessaram e já tinha a idéia que daria uma boa foda naquela noite gastando bem menos. Ja me senti no lucro, afinal xota por xota, puta por puta, no final daria a mesma coisa. Quando saí de uma casa para entrar em outra – são todas encostadas – uma mulher na calçada me chamou e pediu se eu procurava diversão. Ela não era um monumento mas tinha um corpo legal e aparentava uns 30 anos. Falei que só estava conhecendo a noite paulistana. Ela era simpática e bem articulada, conversamos uns 10 minutos até que eu encomendei apenas um boquete dela. Fomos para o carro que estava estacionado numa rua lateral meia escura e ali mesmo ela deu uma chupada profissional, gozei muito, apesar de ser de camisinha. Quando fui pagar os 30 reais combinados, ela viu que eu tinha uma nota de 100 e então me propôs: gostei de você, que tal você me dar essa nota verde e eu não te der troco, e você ficar a noite toda comigo? Olha, não era uma má idéia, porque mesmo quando ela me chupava eu passava a mão nos seus peitos médios e eles eram bem durinhos e sua bunda era grande. Pensei, levo pro hotel, dou um banho daqueles e trepo até cansar, tupo por 100 pilas, que achado! Quando disse que estava no hotel x ela se recusou, adiantou que não a deixariam entrar, que era melhor procurarmos outro local, afinal de contas estava vestida ou mal vestida de puta dos pés à cabeça. Pensei em leva-la para um motel, mas ao mesmo tempo não sabia como chegar num e não iria aceitar sua indicação, pois mesmo ela parecendo ser gente boa, sabia que eu mal conhecia São Paulo e a cidade é cheia de armadilhas. Então conversamos um pouco mais e ela me disse que na próxima vez que eu fosse à capital, poderíamos marcar melhor, que poderia levar algumas amigas e eu alguns amigos e fazermos uma festinha grupal, que adorava um troca-troca de casais. Com isso, perguntei a ela se tinha alguma casa de swing por perto. Ela falou que sim, e então pedi que me fôssemos até lá. Em 15 minutos já estávamos dentro da casa e logo um casal veio conversar conosco. Apresentei minha acompanhante como minha esposa e justifiquei que suas vestes eram assim propositalmente, que uma de nossas fantasias é vesti-la de puta de rua, e que a minha era de cafetão. Era um casal bem apessoado da faixa de 35 anos e o homem já ficou encantado pela minha “esposa” ou talvez pelo fetiche. A mulher dele era uma coroazinha com tudo em cima, loira, olhos claros, uns 60 quilos e 1,60. Meia cheinha, com peitos fartos e com bumbum proporcional, mas nada de avantajado. Mas tinha uma boca maravilhosa e uma cara de vadia. O marido dela ja começou a se engraçar pela minha putinha de rua e ela como de boba não tinha nada, ja passava a mão no pau dele, por cima da calça. Falei para mulher que não era dali e que estava hospedado no hotel tal, um dos mais chiques da cidade. Ela disse que adoraria conhecer e se deliciar na banheira de espuma. Disse vamo embora então. Falou com o marido que a deixou ir e combinamos de sair os dois juntos dali. Chamei minha putinha e dei os 100 reais combinados mais 50 para ela pegar um taxi para ir embora se não quisesse ficar com o corno. Ela só piscou para mim e nunca mais a vi. Voltei pro hotel com a coroazinha bem vestida, uma dama, acima de qualquer suspeita. O porteiro nem desconfiou, achou que fosse minha esposa mesmo e subimos para o quarto. Fodemos muito, mas só não liberou o cuzinho. Pela manhã a levei para tomar café no saguão do hotel. Depois ela pegou um taxi e foi embora. Meus amigos imaginaram, nossa ele pegou essa puta e pagou a noite toda, deve ter desembolsado uma boa grana. Que nada, não gastei nem 300 pila, enquanto nenhum deles pagou menos de mil reais pra dar uma gozadinha pelas encomendas dos books. A casadinha ainda converso pelo msn e ja tenho foda grátis e garantida a próxima vez que for à São Paulo. Condicionei de ve-la só se der seu cu, que diz ser virgem. Quanto à putinha de rua e o corno, soube que ficaram juntos aquela noite e ela cobrou, afinal para o fetiche ser perfeito, a mulher de rua merece ser paga.

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Escrito por Anônimo

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acabei dando meu cu pro amante da minha mulher

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Tenho vontade de da o cu mas tenho medo…