Isso aqui não será um relato contando transas e nem sei se é exatamente uma confissão. Eu já conheço esse site há uns três anos, mas nunca escrevi nada aqui. Apenas leio junto com a minha mulher e algumas histórias nos excitam. Até aquelas que são claramente fake. Dessa vez deu vontade de escrever e contar algumas coisinhas. Peço, por favor, que leiam até o fim porque estou com receio que fique um pouco grande. Obrigado pela paciência.
Vou falar rapidamente de mim. Eu tenho 39 anos, moreno claro, 1,87, 82 kg, olhos castanhos escuros, cabelo preto, corpo em forma com exercícios, 17 cm de pau grosso. Não fumo, não uso drogas e bebo apenas socialmente. Eu transei pela primeira vez aos 15 anos com uma garota mais velha de 18. Nunca comi uma virgem e nem quero. Isso se deve a um fetiche que tenho desde moleque. Eu sempre gostei de imaginar quantos paus entraram nas bocetas e cuzinhos que eu estava comendo. Quantos gozaram na boca que estava me chupando. Em suma, eu trepo pensando nisso. Por razões de constrangimento, tanto meu quanto das garotas, que não falava isso com elas. Tive uma namorada aos 18 anos que era uma ex de um amigo meu. Eu só transava com ela pensando em como meu amigo a comia. O mais excitante desse caso é que eu e meu amigo fazíamos parte da mesma turma das peladas de futebol. No vestiário, eu o via nu e ficava pensando como aquele caralho comeu minha namorada. Eu nunca cometei sobre isso com ele, mas na hora das transas eu pensava nele com ela e até a imagem do cacete dele vinha à minha mente nitidamente. Umas poucas meninas comentaram comigo sobre os caras com quem ficaram, mas nunca entraram em detalhes e eu também não forçava.
Em 2000, eu conheci a menina que hoje é a minha mulher. Da mesma idade que eu, a gente estudava na mesma universidade. Ela fazia enfermagem e eu medicina. Ela é branquinha, magrinha, 1,62, 57 kg, depiladinha, cabelos e olhos castanhos, seios pequenos e durinhos e mantém a forma andando de bike quase todos os dias. Ela é tipo mignon mesmo e nem de longe aparenta 39 anos. Tem jeito de menina de 20 e poucos.
Quando a conheci, ela tinha fama de garota rodada e isso me excitou muito. O pessoal da universidade dizia que ela era bem vagabunda e que muitos já tinham comido. Eu me aproximei dela e tentei levar um papo. Para minha surpresa levei um puta fora. Mas insisti e consegui sair com ela. No primeiro dia já transamos e, pela sua desenvoltura na cama, eu cheguei à conclusão que a fama dela tinha algum fundamento. A verdade é que nós dois descobrimos um entrosamento muito grande entre nós e outras transas foram acontecendo. Eu sabia que ela dava pra outros caras porque muitas vezes não estava disponível. Esses encontros esporádicos duraram de agosto de 2000 até março de 2001, que foi quando eu fiz uma proposta muito maluca a ela. Eu disse que queria casar com ela depois de terminar a faculdade, mas com a condição de que ela continuasse a foder com quem quisesse. Eu não iria regular o tesão dela e só queria ficar sabendo das trepadas com o máximo de detalhe possível. Ela disse que eu era doido. Óbvio. Mas eu insisti até ela entender que isso me deixava com muito tesão. Foi quando nossas transas ficaram ainda melhores porque ela me falava, não apenas dos caras com quem tinha saído recentemente, mas também dos outros de quando eu nem a conhecia. Só que ela ainda não aceitava a ideia de casar. Até pra concordar em assumir um namoro foi uma luta de quase dois anos. No fundo a gente era namorados na prática, porque nos víamos praticamente todos os dias. Só faltava mesmo oficializar e ela era muito relutante porque falava que não se sentia capaz de ficar presa a ninguém. Custou a entender que comigo ela seria tão livre como sempre foi. Talvez até mais porque não teria que ficar escondendo nada.
Os amigos mais chegados me criticavam muito dizendo que ela era muito vadia e eu era um bobo apaixonado. E nem adiantava eu dizer que não estava apaixonado, mas que só curtia foder com ela. O que era verdade mesmo. Eu não tinha sentimentos mais fortes além do tesão. E nem ela. Nosso negócio era foder porque na cama a gente se completava com muita sintonia. Nesse meio tempo, já tínhamos saído com outros caras, meninas, casais e até dois travestis. E ela, é claro, tinha seus encontros sozinha.
Em 2009, finalmente começamos a viver juntos. Não somos oficialmente casados nem no civil nem no religioso, mas é como se fôssemos. O início foi estranho porque a gente sabia que o amor era muito pequeno entre nós e parecíamos duas pessoas que dividiam o mesmo teto que apenas possuíam mais intimidade. A convivência mútua é que foi fazendo o amor brotar. Hoje temos orgulho de dizer que nos amamos de verdade e que um não consegue viver sem o outro.
Ela continua saindo com quem deseja e me conta tudo depois. Alguns amantes dela, solteiros e casados, frequentam nossa casa. Três casais também e uma menina de 25 anos que é bi. Rola sexo gostoso com essa turma toda. Eu adoro de verdade, mas confesso que nada me excita mais do que saber que ela teve uma nova conquista estando eu presente ou não.
Desde que começamos a viver juntos, a única mudança que fizemos é que começamos a posar de casal certinho pra essa sociedade hipócrita em que vivemos onde as pessoas cismam em julgar e querer controlar a vida dos outros, esquecendo de cuidar das próprias. Mas se descobrem alguma coisa, isso não nos afeta muito. Em geral, a fofoca dura alguns dias e logo é substituída por outra pra esse povo que adora historinhas alheias.
Bem. Nós moramos em Niterói e estamos abertos a novos encontros. Ela curte oral, anal e penetração dupla. Não tem o bi feminino como uma condição obrigatória, mas concorda em fazer se a outra garota quiser.
Não gosta de bizarrices e nem sadomasoquismo. Já eu não faço bi masculino. Nada contra, mas não curto homens nem pra pegação de leve. O cara é só dela. De vez em quando eu saio sozinho com outras mulheres, mas confesso que não tanto quanto ela, porque também não procuro muito.
Se quiserem nos conhecer e moram na região de Niterói e grande Rio, ou se têm disponibilidade para vir até aqui, deixem um contato que a gente retorna. Lembrando que retorno não quer dizer que vai rolar alguma coisa. Isso vai depender de como as conversas se desenvolverem e do interesse dela e meu. Não hospedamos, mas recebemos em nossa casa para encontros. Portanto pessoas de fora terão que ficar em hotéis ou seja lá onde for. Caras para saírem sozinhos com ela, caras para fazerem ménage com a gente, casais nas mesmas condições ou mulheres que queiram ficar com gente (ela não sai sozinha com mulheres) são todos bem vindos.
Obrigado as vocês que tiveram a paciência de ler até aqui e desejo sinceramente que sejam muito felizes em suas vidas como nós dois somos por não reprimir nossos desejos. Abraços a todos.

