em

um parceiro interessante

Digo que sempre tive fetiches bem diferentes, mas nunca me imaginava transando com um homem vestido de mulher e outro normal, até o dia em que propus isso ao Alê, ele imediatamente topou, entramos na internet para selecionarmos um parceiro, eis que surge o Sergio, um homem grande forte e bem peludo, Sergio nos relatou que adorava comer outro homem vestido de boneca e que estava ansioso para tal encontro.

Saí de minha casa com o Alê no banco traseiro e já todo vestido de mulher, com salto alto, meia 7/8, peruca, mascara, batom , espartilho e calcinha de cetim, uma graça, camisolinha transparente e etc, uma verdadeira putinha no meu banco traseiro, fomos para a zona norte de são paulo onde encontraríamos Sergio pra irmos em direção ao motel.

Quando chegamos no ponto de encontro Sergio veio em direção ao carro, ele era bonito e alegre, e logo viu que no banco dianteiro não havia ninguém, então perguntou se eu estava sozinha, respondi que não,e pedia pra ele entra no banco traseiro, ele achou estranho mas entrou, mas quando olhou no banco traseiro já soltou um sorriso, sentou-se, acomodou-se e estendeu a mão para Alê, os dois se cumprimentaram meio sem jeito mas foi engraçado, fechei os vidros e parti. Entre algumas conversas pedi para Sergio abrir a calça e ficar a vontade já que faltavam 20 minutos para chegar ao motel, ele imediatamente atendeu, Alê arregalou os olhos, nós dois olhamos para o volume dentro de uma sunga verde, era um pau grosso e bem formado, algo delicioso de se ver, já estava meio duro só de ver minha boneca vestida, pedi que Alê tocasse o pau de Sergio carinhosamente, ele ficou meio envergonhado mais tocou, Sergio deu um pequeno beijo na boca de Alê e ele ficou muito vermelho, entre dirigir e parar nos semáforos fui assistindo caricias de Sergio em Alê, aquilo me transportou para outro planeta, minha boca salivava e eu mal conseguia raciocinar. Então chegamos no motel.

Foi muito bom ver a cena de Alê subindo as escadas e Sergio passando a mão nele e os dois excitados a mil, Alê de calcinha branca enfiada e Sergio fazendo a mão passear na bundinha dele, aí que delicia, então chegamos no quarto, Sergio já subiu as escadas de sunga e o pau explodindo de duro, Alê já acariciava aquela rola enorme sem qualquer pudor até que vi Alê soltando aquela vara enorme de dentro da sunga, os dois em cima da cama e Alê segurando o pau duríssimo de Sergio, e Alê dá um pequeno beijo na rola dura, eu quase babei de tanto tesão, Sergio aos poucos fez com que Alê fosse beijando e dando chupadinhas naquela cabeça enorme, Alê já estava se empolgando nas chupadas, eu sentei numa poltrona ao lado da cama e assistia aquela sena de sexo do jeito que eu desejava, era maravilhoso ver os dois se lambendo, e não demorou muito para Sergio enfiar aquilo tudo em Alê, ele todo solto do jeito que eu queria, Sergio foi enfiando e Alê se ajeitando de quatro e aquele homem o comendo como se come uma putinha no cio, as gemidas de Alê me levavam a loucura, eu já estava com minhas mãos na xoxota e me masturbando feito uma louca, minha calcinha estava muito molhada e eu segurava pra não gozar, mas não aguentei quando Alê gemeu quando Sergio enfiou tudo e o segurou, gozei feito uma puta. Sergio começou a socar com mais velocidade e Alê a gemer mais e mais, loucura total naquele quarto de motel, uma delicia atrás da outra, meu escravo sexual sendo enrabado por um comedor tarado e bem sacana, vi que a calcinha de Alê estava toda molhada na frente, ele estava morto de tesão também, Sergio socava a minha putinha por trás e dava beijos longos, Sergio começou a ficar louco e dizia que queria gozar na boca de Alê, nunca imaginei que Alê deixaria, mas me surpreendi quando ele disse que sim, fiquei observando aquilo sem piscar, Sergio tirando a rola do rabo de Alê e puxando ele pelos cabelos até que chegasse a seu pau, Alê engoliu aquela cabeçuda e comprida vara e começou a mamar, Sergio dizia alto que ia gozar, segurou firme a cabeça de Alê ele abriu bem a boca e o jato de leite foi bem dentro da boca, ele passava a língua na ponta e engolia tudo, eu gozei novamente só de olhar, sem sequer dar uma piscada eu já estava em brasas e toda molhada. Minha nossa que cena maravilhosa daqueles putos tardos e excitantes homens livres e de bem com a vida, assim como eu. E é isso gente, o conto de hoje é uma cena real de vida ivre de preconceitos que é a minha .

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Escrito por Anônimo

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