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Uma babá bem estranha… e gostosa.

Quando eu tinha doze anos, meus pais, que trabalhavam fora, contrataram Érica, uma babá, para tomar conta de minha irmã de dois anos (que vou chamar de Sofia) e para me fazer companhia. Érica devia ter uns 20 anos, era morena clara, tinha a altura do meu pai e era mais alta que minha mãe, seu corpo era mais ou menos magro, olhos claros, cabelos pretos e compridos, mas sempre presos com um cocó. Ela não era bonita, mas também não era feia. Naquela época, eu estava despertando para o desejo sexual e minha testosterona estava a mil. Nem precisa dizer o quanto eu sentia tesão por Érica e o quanto ficava a fantasiar momentos íntimos com ela. Eu adorava a espiar na hora em que ela estava no banho. Mas eu era muito tímido e disfarçava como podia todo aquele desejo que sentia por ela. Depois que meus pais saíam para trabalhar, ficávamos nós três em casa (eu, Sofia e Érica). Eu ia à escola à tarde e fazia o dever de casa pela manhã, geralmente no chão da sala e começando por volta de 9 horas. Enquanto eu fazia as atividades escolares, a Érica ficava sentada no sofá vendo TV com minha irmã do lado. Alguns dias passados nessa rotina matinal, percebi que sempre que eu tava fazendo minhas tarefas da escola, Érica levantava do sofá e ia com minha irmã para o quarto, sempre pedindo para que eu não fosse para lá, pois, segundo ela, Sofia estava com sono e ela iria colocá-la para dormir. Até aí tudo bem, Érica parecia uma babá acima de qualquer suspeita. No entanto, eu que naquela época já era muito curioso, um dia resolvi ir espiar o quarto. Nele havia uma janela, para a qual dava acesso o corredor lateral da casa. Já fazia uns dez minutos que a babazinha havia ido para o quarto com minha irmã. Sutilmente, coloquei os olhos nas venezianas da janela e, para minha surpresa, vi a Érica sentada na cama com Sofia no colo, amamentando-a. Para mim, aquilo foi muito estranho, pois minha irmã não mamava mais. E para tornar a coisa ainda mais estranha (e divertida de se ver), Érica estava somente de calcinha. Lembro que sua calcinha era cor de vinho e parecia bem pequena. Meu pinto imediatamente ficou ereto com aquela cena extremamente fascinante. Érica na maior parte do tempo ficava com os olhos fechados e com o rosto voltado para cima e muitas vezes ela chagava a ficar com a boca aberta. A coisa esquentou ainda mais quando ela levou a mão à sua periquita e parecia enfiar um dedo. Meu pinto a essa altura estava duro como aço, então o coloquei para fora do calção e comecei a me masturbar. Ela ainda ficou uns cinco minutos fazendo aquilo. Quando ela tirou Sofia do colo a pondo na cama, guardei o pinto e voltei apressado para a sala. Uns 10 minutos mais tarde, ela voltou para a sala, perguntando se eu queria algo para comer. Eu disse que não, então ela foi à cozinha e preparou algo para comer. Naquele mesmo dia, na escola, contei o que vi para meus colegas de classe. Na hora do recreio, um aluno de outra série que aparentava ser três anos mais velho que eu me sugeriu armar um flagrante e fazer chantagem com Érica, ameaçando contar tudo para meus pais caso ela não me deixasse fazer o mesmo que fez com Sofia. Porém, eu era muito tímido e jamais teria tanta coragem. No dia seguinte, a cena se repetiu. Dessa vez a calcinha era de uma cor clara, parecendo bege. Mais uma vez comecei a me masturbar. Até então, eu nunca havia ejaculado, apesar de ter me masturbado anteriormente, mas naquele dia, diante de tanto tesão, eu tinha que fazer algo para colocar para fora todo aquele desejo. Assim que Érica terminou, voltei rapidamente para a sala. Quando ela lá chegou, minha vontade era ir ao banheiro, no entanto, tive que esperar uma oportunidade de levantar do chão sem que ela notasse o volume no meu calção, o que foi possível quando ela foi à cozinha. Ao chegar ao banheiro, rapidamente comecei a tocar uma bronha. Toda aquela lembrança de Érica se desmanchando de prazer com seus lindos peitos sendo chupados enquanto a mesma se masturbava fazia com que eu quase enlouquecesse com tanto tesão. Ao contrário das punhetas anteriores, que não davam em nada, dessa vez eu sentia que algo diferente ia acontecer. De repente, começo a sentir algo estranho, uma sensação nova, desconhecida, como se algo estivesse chegando e prestes a sair pelo meu pênis e aquilo que eu sentia ia se tornado cada vez mais forte e gostoso, causando-me inclusive um arrepio na espinha, até que veio o ápice, quando senti um líquido com odor forte de urina molhar minha mão. Depois desse dia, fiquei viciado em bronha e sempre que via Érica no quarto com minha irmã ou no banheiro, eu já sabia o que fazer para descarregar o tesão. Infelizmente, Érica foi embora e nunca mais a vi. Mas até hoje lembro dela, quase todos os dias, afinal não é fácil esquecer a pessoa que nos leva a sentir a sensação indescritível e única da primeira ejaculação.

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Escrito por Anônimo

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