No ano de 2003 eu trabalhava em uma empresa de consultoria em gestão ambiental e fui designado para um projeto em uma empresa familiar de pequeno porte localizada em Fortaleza/CE.
A empresa era administrada por dois irmãos. Flávio, o mais velho, era o diretor geral e sua irmã Flávia era a diretora administrativa. Ela era uma mulher não tão bonita, mas com um belo corpo, uma postura muito elegante (parecia desfilar ao invés de andar), idade entre 40 e 45 anos e, um dos detalhes que mais me chamou a atenção, tinha pés lindos.
Sempre que nos cruzavamos nos cumprimentavamos de forma protocolar, com ela sendo sempre muito educada.
O lugar que me disponibilizaram ficava em frente à sua sala que, por estar sempre com a porta aberta, permitia que eu a admirasse o tempo todo, tanto que fui flagrado algumas vezes olhando para ela, fato que, ao longo dos dias passou a ser recíproco. Seus cumprimentos passaram a ser acompanhados por um lindo sorriso e, próximo ao final da semana, já trocávamos algumas palavras.
Como de costume, conversava com ela olhando fixamente em seus olhos, prestando atenção total em suas palavras, como se fosse a última pessoa na face da terra. Senti que, inicialmente, ela parecia um tanto constrangida com meus olhares mas, com o passar dos dias, começou a ficar mais à vontade e até me procurava para conversar, algumas vezes me convidando para um café ou indo até o local onde eu estava para fazer alguma pergunta sobre o trabalho (na maioria das vezes eram apenas perguntas retóricas, só para puxar conversa).
No final da segunda semana, estava me preparando para ir para o hotel quando ela aparece e pede o número do meu celular, pois iria trabalhar no final de semana e, talvez lembrasse de algo relacionado ao projeto que estava elaborando. Achei meio estranho pois, como estaria de volta na segunda-feira, não haveria necessidade de conversarmos sobre trabalho no final de semana mas, percebendo suas segundas intenções, passei meu número é fui embora.
No sábado à noite, passeava pela praia de Iracema quando toca meu celular. Era Flávia dizendo que estava em uma cada noturna no bairro da Aldeota com alguns amigos e perguntando se não gostaria de me juntar à eles. Peguei um táxi, corri para o local e, chegando lá, encontro ela é uma amiga. Conversamos os três por alguns minutos até que sua amiga se lembrou que precisava dar um telefonema e nos deixou a sós. Devido ao volume da música, tínhamos de falar muito próximos um do outro para podermos ouvir alguma coisa. Depois de alguns minutos, acabamos nos beijando e o clima começou a esquentar. Resolvemos sair dali e seguimos em seu carro até um motel próximo. Entrando no quarto retomamos os beijos, minhas mãos passaram a percorrer seu corpo e, em pouco tempo, estava retirando sua blusa, revelando um par de seios lindos, médios para grandes, emoldurados por um soutien branco, rendado. Liberei seus lindos seios e passei a chupá-los, ora mordendo seus mamilos, ora percorrendo todo seu contorno com minha boca e rosto. Coloquei- a na cama e me dirigi aos seus lindos pés para tirar sua sandália. Beijei seus pés e comecei a subir por suas pernas, passando meu rosto na parte interna dr suas coxas. Tirei sua saia, deixando-a apenas com uma calcinha branca rendada, já totalmente encharcada. Tirei sua calcinha e me deparei com uma buceta linda, com poucos pelos e bem aparados.
Quando toquei sua boceta com minha boca, senti seu corpo estremecer. Ela fechava as pernas e segurava minha cabeça como se quisesse me impedir de fugir dali ( como se eu tivesse essa intenção). Chupei sua boceta com gosto, até senti-la gozar em minha boca e seu corpo todo se contorcer de prazer. A partir desse momento, foi como se tivesse apertado um botão e aquela mulher que, até o momento, se mostrava contida, se transformou totalmente, assumindo o controle da situação. Me tornei um instrumento em suas mãos, fazendo tudo que ela pedia. Transamos muito, comi sua buceta de várias formas, até cairmos exaustos e extasiados. Perto do amanhecer tomamos um banho e ela me levou de volta ao hotel.
Na semana seguinte ainda demos uns amados no depósito da empresa mas, como precisei retornar para São Paulo na quarta-feira, não tivemos a oportunidade de repetir a dose. Voltei à empresa mais duas vezes mas, infelizmente, ela estava viajando e não nos encontramos. Mantivemos contato por algum tempo mas, como não retornei mais à Fortaleza acabamos nos distanciando. Mesmo assim, foi uma experiência marcante.

