em

uma confissão diferente

Eu confesso que resolvi tentar, por muito tempo planejei meu suicídio, não creio nas fantasias que alguns acreditam, deus e vida após a morte estão para mim como o a capacidade do personagem volverine de se recuperar de ferimento.
Estamos aqui, e estamos sós , temos um ao outro, mas ESPERE, olhe a sociedade em que nível chegou! Matamos um ao outro por papel, somos puro acaso da roleta genética, ora uns nascem lindos, altos, loiros, morenos, que seja, perfeitos em saúde tanto física quanto mental.
Alguns outros não, e as pessoas parecem não entender, uns nascem feios, nascem com deformidades, com doenças orriveis, tendencias ao vicio, uns nascem gay, sofrem preconceito horroroso. ORA e se eu tivesse nascido em outra familia se não está horrorosa em que cai de paraquedas? e que infelizmente como é normal me influenciou desde cedo na personalidade que eu vinha formando, isso é claro a todos.
Somos todos iguais no ”fim”, no ”meio” : leia DURANTE A VIDA nós pensamos ser superiores ao outro, alguns tem baixo estima e se julgam com menos valor. BESTEIRA, somos todos iguais, a sociedade e nossos costumes durante toda a história que vem moldando o ser humano como ele é hoje, podre.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

não entendo…

isso aqui, é teu, te pertence, é teu mundo, entao discipa teu ódio.