Oi gente, continuo providenciando a finalização da experiência que fiz de dar ocú.
Estou realmente determinado a levar a vida como hetero.
Tenho cada vez mais certeza que homosexualidade não é pre mim.
Mas meu jeito de ser não está me ajudando.
Eu não devia ter dado o número do meu celular para o porteiro depois dele ter me comido.
Fiz apenas por gratidão por ter permitido me vingar daquele rapaz negro safado, que comeu meu cú por três vezes.
Passei a última semana sendo assediado por Vicente, o porteiro.
Eu tentei explicar pra ele que tinha dado meu cú apenas três vezes pro rapaz e uma pra ele, e que foi apenas uma curiosidade.
Mas não queria voltar a dar pra mais ninguém, pois não sou viado.
Vicente tentou a semana inteira me convernser do contrário e usou toda sua experiência pra mexer com minha autoestima.
Ele disse que eu com certeza estava enganado. Que ele tinha muita experiência e disse que nunca tinha comido um cú tão gostoso.
Começou a elogiar, dizendo que eu estava jogando um talento no lixo.
Tentou me mostrar que poucos caras se adaptaram tão bem ao pau dele que é realmente fora do normal em relação a grossura e mutos realmente não o suportaram, mas eu tinha tirado de letra.
Claro que eu adoro ser elogiado e com meu ego inflado por suas palavras cai na asneira de agradecer a ele pelas palavras.
Sem perceber estava sendo levado por ele a admitir que tinha gostado da foda que levei.
De vez em quando saía do transe que suas palavras me aprisionavam e repetia que não era viado e pedia pra ele desligar.
Mas ele insistiu tanto que chegamos numa especie de interrogatório sobre o que eu realmente senti no dia em que ele me comeu.
Eu sou totalmente contra mentiras e as perguntas certas me fizeram confessar pra ele que na verdade eu voltei pra casa aquele dia, o admirando como homem.
Ele então disse que se eu me desse a oportunidade de experimentar mais uma vez que fosse, eu ia perceber que ele poderia ser meu macho.
Ele pediu que eu o procurasse no sábado a tarde e para eu ficar mais a vontade que podíamos ir a um motelzinho.
Pensei o dia todo no sei pedido e acabei cocnluindo que tinha uma dívida com ele, por me ajudar a humilhar o rapaz negro lá do prédio.
Então no sábado fomos ao tal motel e Vicente deu um show como me prometeu.
Eu vivo repetidamente o momento mais marcante dessa foda, que foi depois de já ter dado duas seguidas na cama e entramos juntos no box.
Ele propos nos lavarmos multuamente enquanto a água caía sobre a gente.
Lógico que naturalmente eu me dediquei a lavar seu pau. Ter outra pessoa tocando suas partes intimas com sabonete deve ser muito prazeroso. Eu estav de frente pra ele e achei que ele faria o mesmo.
Pediu o sabonete, esfregou em suas mãos grandes e quando pensei que ele tocaria meu pau, ele por ser grandão, jogou o tronco sobre mim me fazendo tocar seu peito com uma das minha faces e senti suas mãos afastando minhas nádegas e seus dedos chegarem ao meu cú que estava muito sensível.
Ele então se dedicou a me lavar ali naquela região.
Pensei depois que tudo fazia sentido. Ele propos que nos lavassemos e no jogo explícito procuramos lavar as partes intimas de nosso corpo a qual utilizamos para o ato sexual em si.
Ele, teve naturalmente o pau como a parte do corpo escolhida por mim para ser lavada. Ele apenas usou o mesmo racicínio que eu.
Como eu useu o cú para participar do ato sexual, nada mais lógico que esta parte do meu corpo fosse a escolhida por ele.
E tudo estava certo, pois seu pau logo voltava ao estado de ereção e meu cú devidamente estimulado não tardou a piscar de forma alucinado como se ainda estivesse faminto por pau.
A consequência foi natural e instanânea. Vicente me virou e mandou eu empinar a bunda e socou pica pra dentro.
Ali, ele fez de forma muito suave e começou a falar em meu ouvido, frases para me converser que meu pensamento em levar uma vida de hetero era errado.
Lemdro dele perguntando se u ainda me achava um homem e eu respondendo que era homem sim.
Mas ele tirava o pau devagar até a cabeça querer sair e pedia pra eu dizer se eu queria que ele tirasse o pau.
A dúvida era cruel e eu ficava em silêncio. Ele frisava que seu não respondesse que ele ia continuar a meter o pau no meu cú.
Eu queria pedir pra ele tirar, mas não tinha certeza se queria para de me sentir preenchido pelo pau dele.
Mas eu estava determinado a provar que não precisava sentir um pau de homem do cú pra me satisfazer sexualmente. Acreditava fielmente que podia ainda ser um homem hetero.
Então quando ele estava com a cabeça do pau na portinha eu contrai o cú e ele teve o pau expulso.
Então algo me ocorreu na hora e me fez fraquejar.
Senti uma sensação de vazio dentro de mim e sentindo meu cú piscando, quase pdindo pau, resolvi ir atrás do pau dele e o trouxe de volta, direcionando a cabeça bem na portinha do cú.
Vicente só teve o trabalho de empurrar tudo pra dentro.
Era incrível a sensação de agasalhar o pau dele.
Eu envergonhado pedi baixinho para Vicente continuar a me foder o cú.
Ele foi fantástico e fodeu meu cú com uma paixão que ainda não tinha experimentado.
Acho que Vicente me fez ter pela primeira vez uma certeza que eu não queria ter, mas estava ali naquele boz de motel, pensando que não queria mais ser homem em uma relação sexual.
Eu queria ficar ali com aquele homem dentro do meu cú pelo tempo que ele quisesse.
Mas Vicente gozou e seu pau amoleceu rápido. Afinal ele já tinha dado três naquela tarde.
Ficamos conversando mais um tempinho antes de ir embora e agora estou aqui relatando isso.
Me sinto derrotado por ter fraquejado, mas acho que vocês me entendem.
Não desiti ainda de sair de mundo e voltar. mas vai ser mais dificil, admito.


Belo encontro!!
Não se reprima, dê e seja feliz, seja feliz e dê muito muito muito
Não se preocupe com rótulos. Você pode dar o cu gostoso e se satisfazer com mulher também.
Delícia de relato. Fiquei de pau duro aqui.
Novinho acredite ,desde que você tome os devidos cuidados ,não sendo exagerado nas suas escolhas, não tem nada demais em dar o que é seu.