Eu confesso que viajei com alguns integrantes da minha família para o litoral do Espírito Santo. Além de minha vó Iracy e minhas primas Bianca e Mariana, estavam nessa viagem o namorado de Bianca e uma amiga de uma delas, a Jéssica. Em meio ao clima das férias de janeiro, bebíamos muito e fazíamos vários luaus à beira do mar. Sempre voltávamos bem alegres para o apartamento. Em uma dessas noites decidimos dormir todos no mesmo quarto para continuarmos conversando e bebendo até amanhecer. Minha prima Bianca deitou junto com seu namorado e dormiram de tão bêbados. A Jéssica estava completamente bêbada e dormiu assim que chegamos. Mariana e eu ficamos acordados e conversando sobre várias coisas até que chegamos no assunto de namoros. Ela, talvez por estar um pouco alta, me contou que andava bastante carente devido ao recente término de seu namoro. Nesse momento lembrei que minha prima Bianca tinha me dito que Mariana tinha lhe confessado um dia antes que tinha vontade de ficar comigo. Aproveitei a deixa da minha priminha e entrei de vez no jogo. Eu a confessei que também estava carente, principalmente de sexo. Nesse momento ela deu um sorriso meio safado e falou que também estava. -Quando éramos crianças, Mariana e eu tivemos nossas primeiras experiências sexuais juntos. Começamos as safadezas quando ela tinha 7 e eu 9 anos. Isso durou até ela fazer seus 12 anos, crescer seus peitos bicudos e seus pelos em sua xaninha novinha.- Para deixar o nosso papo ainda mais safado fiz questão de lembrar a minha priminha que eu sentia saudade das nossas safadezas de criança. Para a minha surpresa ela também assumiu que lembrava de tudo. Sorriu para mim dizendo que eu não tinha mudado. Eu sorri e perguntei se ela tinha mudado, quando prontamente respondeu que muito pouco. Nesse momento passei a mão na perna de Mariana, que arrepiou. Pulei para a cama dela e nos beijamos. Já fui pedindo para lembrarmos nossas safadezas de quando éramos crianças e ela foi descendo em direção ao meu pau. Ela chupava com muita vontade. Sugava forte a cabeça e os movimentos de sobe e desce eram tão gostosos e intensos que ela batia os lábios na minha virilha e voltava à cabecinha. Segurei seus cabelos e me controlava para não gemer alto e acordar minha vó e os outros que estavam no quarto. Nunca recebi um boquete tão safado e gostoso na minha vida como aquela chupada da Mariana. Ela não largava o meu pau. Estava faminta de pica na boca. Comecei s sentir que a porra estava para sair e a avisei. Ela não se importou e continuou a chupar nos dois primeiros jatos de porra. Depois tirou da boca e sujou um pouco da boca com o restante da porra quente que saia. Limpou a boquinha com as mãos e deitou do meu lado com aquela cara safada. Mariana fez por merecer uma chupada na boceta. Olhei para os lados e vi que todos ainda estavam quietos. Levante o vestido de Mariana, pus sua calcinha de lado, molhei meu dedo com saliva e comecei a mexer em seu grelinho rosa sem parar. Ela gemia baixinho, virava os olhos, se contorcia. Abaixei e comecei a mamar a bocetinha dela com vontade. enfiava o dedo e fazia movimentos de vai-e-vem enquanto sugava o grelo duro de tesão dela. Não demorou e ela gozou forte na minha boca. Lambi aquele melzinho todo. Nos beijamos com gosto de nossos gozos e fomos dormir. Na volta para Brasília transamos um dia inteiro. Essa outra confissão ficará para uma outra vez.

