Meu nome é Rosilene, tenho 29 anos e, olhando para trás, uma das viagens mais inesquecíveis da minha vida aconteceu há alguns anos, quando decidi escapar da loucura de São Paulo para o interior de Minas Gerais. Eu sempre fui apaixonada por viagens que me tiram da rotina, e Minas tem um encanto surreal – aquelas estradas sinuosas cortando montanhas verdes, o ar puro que enche os pulmões, e uma culinária que, honestamente, humilha qualquer restaurante estrelado aqui na capital. Pão de queijo quentinho saindo do forno, feijão tropeiro com torresmo crocante, doces de leite que derretem na boca… É como se cada refeição fosse uma declaração de amor à simplicidade.
Convidei duas amigas para essa aventura: Marcele, que é daquelas amigas próximas, quase irmãs, sempre confiável e um pouco mais reservada, e Andressa, a doidinha do grupo, sem filtros nenhum. Andressa é o tipo de pessoa que transforma qualquer situação em uma festa – ela ri alto, dança no meio da rua e não tem vergonha de nada. Eu sabia que com ela junto, a viagem seria imprevisível, mas não imaginava o quanto.
Partimos de carro bem cedo, com o sol nascendo sobre a Rodovia Fernão Dias. A playlist estava recheada de MPB clássica, e nós três cantávamos a plenos pulmões enquanto o cenário urbano dava lugar a colinas ondulantes. Paramos em uma cidadezinha pelo caminho para almoçar, e foi ali que provei o melhor frango com quiabo da minha vida. Mas, desde o início, algo no ar entre mim e Andressa estava diferente. Ela sempre foi flertadora, mas dessa vez era mais intenso. Enquanto dirigia, ela esticava a mão para apertar minha coxa, rindo como se fosse brincadeira. “Ei, Ro, sua perna tá macia hoje, hein?”, dizia ela, com um sorriso malicioso. Eu ria para disfarçar, mas sentia um calor subindo pelo corpo.
Chegamos à pousada no final da tarde, um lugar charmoso cercado por mata atlântica, com quartos simples mas aconchegantes. Dividimos um quarto com duas camas de casal – Marcele em uma, e eu e Andressa na outra, por insistência dela. Mal desfezemos as malas, e Andressa já estava colada em mim. Ela me puxava pelo braço para mostrar algo na janela, encostava o corpo no meu por trás enquanto arrumávamos as coisas, e suas mãos “acidentalmente” roçavam minha bunda ou meus peitos. “Ops, foi sem querer!”, ela piscava, mas eu via nos olhos dela que era tudo intencional. Ela queria algo mais comigo há tempos, e aqueles toques me deixavam ensopada, com a buceta latejando de excitação. Eu tentava ignorar, focando na conversa com Marcele, mas meu corpo traía – cada roçar dela era como uma faísca.
No dia seguinte, decidimos explorar uma cachoeira famosa na região, daquelas com águas cristalinas e quedas d’água que parecem saídas de um cartão-postal. Vestimos biquínis, pegamos trilha e passamos o dia inteiro mergulhando, rindo e tirando fotos. Mas Andressa não parava. Na trilha, ela me “ajudava” a subir pedras, apertando minha cintura com mais força do que o necessário. Debaixo da cachoeira, ela se encostava em mim, sussurrando bobagens no meu ouvido enquanto a água gelada escorria pelos nossos corpos. “Você tá linda molhadinha assim, Ro”, ela dizia, e suas mãos passeavam pelas minhas curvas, apalpando discretamente. Eu aguentava as brincadeiras o dia todo, fingindo que era só diversão entre amigas, mas por dentro eu estava pegando fogo. Marcele percebia, mas ficava na dela, rindo baixinho e desviando o olhar.
À noite, depois de um jantar regado a queijo minas e vinho local, voltamos para o quarto exaustas, mas o ar estava carregado de tensão. Tomei um banho rápido, vesti uma camisola leve e me deitei. Andressa não perdeu tempo – deitou ao meu lado e começou a me acariciar de novo, dessa vez sem disfarces. “Vem cá, Ro, eu sei que você tá querendo tanto quanto eu”, murmurou ela, e eu não aguentei mais. Dei a ela o que tanto queria. Puxei sua cabeça para baixo, e ela me chupou com uma maestria que me deixou sem fôlego. Sua língua quente massageava meu clitóris em círculos perfeitos, lambendo e sugando enquanto minha buceta ensopada escorria pelo lençol da cama. Eu gemia baixinho, as mãos enfiadas no cabelo dela, o corpo arqueando de prazer.
Enquanto me devorava, Andressa se masturbava freneticamente, os dedos deslizando em si mesma com o mesmo ritmo. O quarto estava imerso nesse clima intenso, e Marcele, na cama ao lado, não conseguiu ignorar. Ela era mais acanhada, sempre a observadora do grupo, mas o tesão a pegou. Sem dizer uma palavra, começou a se tocar também, as mãos sob o lençol, os olhos semicerrados nos observando. Ela não participou conosco – respeitei seu espaço –, mas ouvia seus suspiros suaves misturando-se aos nossos.
Depois do oral, eu e Andressa nos jogamos em um tribadismo selvagem. Nossas bucetas ensopadas se esfregavam uma na outra, pele contra pele, lutando contra o prazer que subia como uma onda. Eu sou a mais fraca nesse jogo – gozo rápido e várias vezes –, e logo explodi em um orgasmo que me fez tremer inteira. Andressa veio em seguida, gozando duas vezes com gemidos roucos, o corpo colado no meu. Pelo que percebi, Marcele teve vários também, o rosto corado e os movimentos acelerados na outra cama.
Acordamos no dia seguinte como se nada tivesse acontecido, mas com um brilho cúmplice nos olhos. A viagem continuou incrível – mais cachoeiras, mais comidas divinas –, mas aquela noite mudou algo entre nós três. Andressa e eu nunca repetimos, mas a memória daqueles toques, daqueles orgasmos compartilhados, ainda me faz sorrir (e um pouco mais) quando penso em Minas Gerais. Foi uma experiência que misturou amizade, desejo e liberdade, do jeito mais surreal possível.
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Caramba, três deliciosas
Delícia de situação!! E vc só tem amigas gatas como vc!!
A contadora de contos..tem talento escrevi um livro sobre o tema..!
Impossível resistir a vocês 🔥🔥🔥
Cada relato seu me deixa de cacete duro, muito excitado…
Uau, 3 beldades dessas , foi alho lindo entre vcs…
Se quiser conversar mais a respeito, chama la [email protected]