Eu tinha 16 anos e era super tímido. Morando no interior, virgem por completo, minha vida se resumia a estudar de manhã, ajudar meu pai na fruteira dele a tarde e a noite me entregava a pornografia e a punheta. Eu batia tanta punheta que várias vezes meu pau ficou inchado e me apavorei achando que não voltaria ao normal.
Numa tarde quando cheguei na fruteira e meu pai disse pra mim que tinha uma lista de uma cliente nova e que morava a três quarteirões dali. Era um apartamento, toquei o interfone, anunciei a entrega e ela abriu a porta sem falar nada. Quando cheguei na porta do apartamento ela abriu e senti um frio na barriga porque eu imaginava uma velha como os demais clientes, mas era nova, linda e percebi que não era mulher. Ela disse: oi gatinho, entra. Meio sem jeito entrei e não pude deixar de notar o corpo feminino dela, estava de vestido, cabelo solto, maquiagem leve. Ela já foi logo dizendo que era nova na cidade e não conhecia ninguém e já entrou de sola me convidando para ir lá a noite para conversarmos com mais calma. Claro que na minha cabeça passava mil coisas já pensando que iria comer um cú.
A noite fui ao apartamento e ela estava deslumbrante. Conversamos bastante, falei que era tímido que não tinha namorada. Já transou ela me perguntou. Disse que nunca, vi seus olhos brilharem. Nunca beijou? Eu disse nunca. Você percebeu que eu sou travesti? Sim, eu respondi. Tem algum problema com isso? Nenhum eu falei.
Ela foi direto, passou a mão no meu rosto e me beijou, enfiou a língua dentro da minha boca, parecia que queria enroscar a língua dela na minha. Eu nunca havia beijado e não me importei da minha primeira vez ser com um travesti. Meu pau estava duro como pedra, ela começou a alisar por cima da calça e colocou pra fora. Hum, grandinho, que bom. Eu sempre achei que tinha pau grande, mas 17 cm não é nada. Ela começou a alisar meu pau que já estava meladinho na ponta. Desceu e abocanhou, eu já estava explodindo, querendo gozar, mas ela era profissional e conhece o que faz. Pegou minha mão e fomos para o quarto, eu já fui tirando a roupa e ela também. Pediu para eu deitar, fiz o que pediu, mas minha curiosidade estava em ver o pau dela. Estava semi duro, mas muito maior que meu pintinho. Ela chupou de novo e sentou em cima, de costas para mim, eu imagino que para eu não ver o pau dela. Bastou poucas reboladas e eu gozei como se fosse a última vez na vida. Ela seguiu rebolando, estava com bastante tesão, meu pau nem amoleceu, ficou ali até o talo. Ele rebolou e gemeu, se contorceu e gozou. Fiquei surpreso porque ela nem tocou no pau. Ela deitou em cima de mim sem deixar sair o pau e pegou minhas mãos e colocou nos peitinhos, pude sentir aquela exuberância, mesmo sendo falsos. Meu pau estava duro e ela percebeu que eu queria mais. Sem desencaixar o pau ela deitou de bruços e disse para eu comer o cuzinho dela bem gostoso. Obedeci e não demorei para gozar novamente. Estava tão bom que enquanto eu gozava ficava beijando aquela boca deliciosa. Ficamos engatados por uns bons minutos até que saí de cima dela. Agradeci pela trepada, eu estava satisfeito e ela também. Falei pra ela que agora tinha uma amizade na cidade e não precisaria mais se sentir sozinha, pois eu estaria presente sempre que ela quisesse. Continua…



Travesti é tudo de bom
Delícia de acontecimento!! Esperando a continuação
Ótimo relato. Bem contado.