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Você jamais poderia ter a crença de que passei por isso e muito além. Lição.

Por orientação deste canal, nomes, datas e outros, serão suprimidos. Certamente isso evita estragos ainda maiores.

Queridos (as), para início de conversa, atualmente sou um homem em recuperação.

Possuo 28 anos e, há 5 anos exatamente, então com 23 anos e, a “pessoa encantadora” com seus 34, conheci-a, em um curso universitário.

Tal pessoa, era e de fato é, uma mulher muito bela – o que chamou muito a minha atenção.

E, tão logo teve oportunidade, após eu adicionar ela em uma rede social na época, não demorou para que eu recebesse um convite para um “lanche”.

Sempre fui muito introspecto etc e, além de tudo, a “boneca de porcelana” era casada. Achei a situação estranha. Mas, pela confiança que eu jamais havia sentido em alguém (mesmo tendo trabalhado desde muito cedo em festas etc – aos 10 anos eu já trabalhava!), eu aceitei o convite.

Sem delongas, não seria difícil perceber que o lanche na verdade seria uma espécie de “ser lanchada” – o que, de fato, ocorreu (já adianto: muito me arrependo), pois, uma das coisas que mais abomino na vida é a traição. Não tentarei me desculpar por esta atitude horrível de minha parte. Foi horrível mesmo.

Até aí tudo bem.

Fato é que, eu passaria ainda um longo tempo no curso (+ 4 anos e 8 meses).

E, num interregno de aproximadamente 6 meses após o fatídico encontro no qual a “boneca de porcelana viria a trair seu marido” eu fui bombardeado com declarações de amor do tipo “eu cheguei na varanda do meu apartamento e falei com Deus…Ele me mandou você”…

Eu ouvia tudo e, como sempre tive pra mim que a mentira e a traição são coisas terríveis e ignóbeis (somente destroem), eu jamais poderia compactuar em levar um relacionamento daqueles.

As investidas emocionais ganharam um “novo aliado”. Agora, a boneca de porcelana houvera apelado para o financeiro. Me pedir coisas? Não! Até por que, tinhamos um padrão de vida muito distante. A “boneca de porcelana” começara a me comprar e eu, na carência que vivia, deixei-me vender por presentes que brilhavam meus olhos (mesmo eu tendo a consciência de que aquilo era muito errado). Não! Eu nao consegui controlar isso! Sinto uma enorme vergonha de mim por ter recebido, ainda que com escusas, tais “dádivas”.

Agora começa o lance sério.

Apesar dos meus conselho como amigo e ser humano – explicitando à bela mulher que, não deveria ela sair de sua relação (à época, era casada com um grande executivo brasileiro que trabalhava em SP em dias de semana e, vinha para casa aos finais), explicando-a que, nem eu e, em verdade, poucos homens poderia lhe dar tudo que ela possuía de ganhos materiais mensais, a boneca de porcelana, contando com seus 35 anos de idade, batendo, em sentido físico muita menina de 15, separa-se de seu marido abastado colocando a culpa em um monte de situação que, em tese, ele fez ela passar. Não faltaram risadas e conceitos negativos sobre o físico do dito executivo que, contava com algo em torno de 150-160kg. Cada detalhe me foi contado em tom de riso. Até mesmo uma unha acometida de fungo era motivo de piada do agora ex.

Como era de se esperar, agora as investidas se tornaram mais fortes.

A mulher começo a me aliciar como nunca antes. Eu ouvia o que sempre quis ouvir de tudo e de todos. Fui presenteado com roupas caras, celulares e etc.

Eu sabia que no fundo tinha algo errado. Sempre tive uma sensibilidade muito acurada.

Porém, tentarei resumir essa parte.

Acabei me envolvendo.

A moça (11 anos mais velha que eu e com 2 filhos), mas, como dito acima, aparentando muito menos – somente em sua maquiagem pela manhã, descartava na média de 30 cotonetes, era realmente uma mulher que chamava a atenção de muitos. Agora, separada, mesmo eu sentido que tinha algo errado e, tendo-a orientado sobre não tomar tal proceder, me envolvi. Ou melhor, caí de cabeça.

Vivi mais de 4 anos, aos finais de semana junto da dita mulher (dias no qual, o pai das 2 crianças vinha pegá-las, pois, trabalha na capital paulista e, moro no interior de um estado do Sul. Nos dias de semana, enquanto eu estudava, de início eu era sempre bombardeado por visitas inesperadas – com uma doce (sempre muito caro) para tomar café.

Durante esse tempo, eu vivi INÚMERAS situações que só reforçaram o imbróglio que eu tinha na cabeça.

Digo-lhes que, de me considerar “esperto” ou “malandro” – no bom sentido, claro, eu fui, durante mais de 4 anos bombardeado com, digamos a construção de um castelo de areia.

OS primeiros 2 anos foram bons, ou melhor, “imperceptíveis”. Após isso, iniciaram-se as brigas e, achando que eu estava com problemas, como ela asseverava, eu acabei me enfiando nos fármacos – os quais, estou lutando para deixar. Sim! Ela me fez acreditar que eu era uma pessoa muito doente! Talvez até fosse mesmo…

Meus caros, chegou o dia da formatura. Como passei o curso fazendo estágio e estudando para concursos, optei por não fazer a dita festa.

E ela? Jamais faria (palavras dela). Primeiro: por compaixão a mim. Segundo: nesse dia, mesmo ela “não querendo ir”, se faria presente na festa de aniversário da filha…

Sim! Ela deu a entender que o ex marido poderia estar com a namorada nesse “dia” e ela não queria encontrar pessoas “estranhas”…

Fato é amigos, que há 3 semanas, eu, mexendo em meu computador (após semanas de estranheza da mulher), acabo clicando em uma página do portal de email que ela acessava. Como havia feito o acesso alguma vez pelo meu PC, a senha ficara gravada e, entrou automaticamente.

Era sábado, em verdade. Abri, comecei a olhar.

No dia que, em tese, ela estaria com a filha, em verdade, ela estava em uma festa de formatura onde fora gasto mais de 30 salários mínimos! Sim, isso mesmo! Mais de TRINTA – por apenas algumas horas…quem estava ao lado nas fotos de amostra enviadas pela fotógrafa mais requisitada pelos “abastados” do estado? O Ex!

Sim, aquele cara lá que ela deixou e falava que era tudo menos santo – colocava a culpa até na gigante barriga do dito cujo.

Naquele mesma madrugada, resolvo ir até o apartamento dela para saber o que era aquilo.

Será que aquilo era a “compaixão” de mim? A compaixão com o “amor de sua vida” que, por não fazer a formatura, seria agraciado com a sua namorada na maior festa com + de 100 convidados, paga pelo ex?

Pessoas, toquei o interfone. Ninguém atendeu. Eu fiquei por mais de 13 horas esperando ela chegar – afinal, como não estava em casa, ela iria voltar e eu, queria saber o que estava a ocorrer.

Por volta das 16 horas (eu cheguei em frente ao seu apartamento às 3 da manhã), eis que aparece a mulher, retornando de uma outra BIG festa na capital. Sozinha? É claro que não! Com quem? Na carona do ex! Sim, isso mesmo…na carona do ex. Quando reconheceu meu carro, vi que ela proferiu meu nome e, saíram os dois em “disparada”. Após cerca de meia-hora, o antes ex e ogro (agora já não sabia mais o que era) volta sozinho. É obvio que ela estava deitada no banco de trás (penso eu). E eu ali. Toco o interfone novamente do apartamento que, devido a divisão de bens, fora comprado após cerca de 1 ano e meio de pesquisas diuturnas por mim. Queria eu achar uma possibilidade grande. E achei, depois de mais de 900 dias. Vendeu um imovel por valor X e, depois da divisão, entrou e outro valendo mais que o valor cheio do outro (que houvera sido dividido).

Eu disse: nunca quererei nada por isso. Somente me respeite não deixando o seu ex, quando devolver ou pegar as crianças entrar aqui…

Bem, estava eu a me deparar com o “gordo ogro” – nas palavra dela, me espiando lá de cima, enquanto eu não fazia ideia – minha cabeça já não concatenava.

Tentei interfonar mais algumas vezes, porém, tiraram do gancho…

Em suma: estou me recuperando deste trauma.

Não falei no início, mas a “boneca de porcelana”, sem remorso me disse que sempre houvera traído os ex, mas, passava uma confiança tamanha que, confiava em suas palavras que eu era o homem de sua vida.

Fiquei sabendo que, durante todo o tempo que tive com ela, (mais de 4 anos), por interesse financeiro, após cerca de 6 meses da separação, ela sempre cedeu aos desejos sexuais daquele que, também é enganado.

Acha muito e está com um dó de mim? Peraí! Esse cara (o gordo), serve tão somente para lhe dar MUITO DINHEIRO. MUITO MESMO.

E, esse mesmo cara, como possui uma paixão doentia pela “boneca de porcelana” não faz óbice a que ela tenha outros parceiros…afinal, ele não dá bola se o camarão não gosta dele. Ele paga e quer comer, só isso.

Tem mais?

Vixi, poderia ficar um mês contando aquilo que, descobri em 3 semanas…

Essa mulher, no tempo em que ficamos juntos, além de ter se separado do “ex”, que ex? rsrs somente no papel, saiu com muitas outras pessoas.

Atualmente, está envolvida com uma grande autoridade do Poder Judiciário.

Transou com muitos. Comeu o dinheiro de, em tese, apenas um (não contabilizando os familiares) e, claro, como não possuo bens, nem sou um alto executivo, mereci, pela minha dedicação e amor incondicional (enquanto ela estava na “festa da filha que, em verdade, era a mais luxuosas da festa DELA MESMA) eu efetuava muitos resumos para lhe explicar algumas matérias que ela possui dificuldade. Ah, um dia antes da festa propriamente dita, claro que ela estava na colação de grau – e é com essa foto que ela ostenta sua imagem de perfil em uma gigante rede social.

Enfim, queridos (as). Estou me regenerando. Agora que, entendendo tudo isso, estou voltando a respirar, pois vivi, literalmente UM CASTELO DE AREIA, onde, a mentira, a lascívia e a traição me feriram, da mesma forma que, por meio da boneca de porcelana, fizeram, fazem, e irão fazer tantas outras vítimas.

Descobri que cada dia que vivi foi apenas uma “fantasia” pra mim. Aliás, não é a toa que seu desejo seja ser cremada e posteriormente, as cinzas sejam jogadas na Disney…agora, tudo faz sentido. Cada pergunta que eu ouvia, cada desejo sexual ouvido quando das relações íntimas…

Eu desejo que cada um de vocês, tomem muito cuidado na vida.

Tomem precaução com essas pessoas.

O meu tempo (meu único bem),jamais voltará.

Lembrem-se: a Disneylândia é logo ali, para muitas bonecas e bonecos de porcelana…não viva uma maldosa fantasia.

Muita paz e saúde para você!

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Escrito por Anônimo

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