Eu confesso que há alguns anos conheci um homem divorciado e pai de uma filha ainda criança. Ele me falou da filha logo no primeiro encontro e eu a aceitei. Na época fui sincera em aceitar a criança, mas com o tempo a barra foi pesando muito mais do que eu imaginei a principio. Só aceitei me casar porque a criança morava com a mãe e viria só de visita, isso eu podia aturar. Agora que elas mudaram para uma cidade distante, a menina vem com mala e tudo, fica vários dias! As férias escolares são um inferno na minha vida.Viro uma empregada de uma adolescente de 14 anos. Quando ela faz alguma coisa, é mal feito e com muito desperdício. Prefiro até que nem faça, já que é a mãe quem deve ensinar. Ela veio para ficar uma semana, agora a mãe ligou dizendo que não vem buscá-la domingo, só dia 27. Já não gosto do natal, agora então…
A menina não gosta da cidade onde mora e vive ameaçando vir de vez. Assim eu me separo ou tenho um infarto!
Sei que se não aceitá-la perco meu marido, mas penso seriamente em voltar atrás e não ficar com ele mais. Eu disse que aceitava a filha dele, mas está muito difícil. E daí que vou quebrar minha palavra?! Ele e a mãe dela se casaram no cartório e assinaram documentos (eu não assinei nada) Ele e a mãe dela se casaram na igreja e juraram amor eterno diante de dezenas de testemunhas (eu não jurei nada na frente de ninguém). Se eles puderam assinar, jurar e voltar atrás, eu também posso! É meu direito e não sou pior que eles por isso!

