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Vou confessar sobre minha noiva gordinha

Acabei de ler aqui a confissão de um rapaz sobre sua mulher gordinha e seu desejo de ser corno. Isso fez eu pensar sobre e se eu queria compartilhar, mesmo de forma anonima o que aconteceu comigo.

Minha namorada/noiva estuda a noite na faculdade, ela é gordinha, gostosa com seios grandes, branquinha e cabelos pretos. Fazem anos que estamos juntos e há alguns que venho atiçando ela. Fui o primeiro dela, por isso sempre muito tímida com relação ao corpo e também submissa. Daí que veio minha iniciativa de atiça-la, porem, com o tempo, acabei curtindo a idéia de que ela deveria transar com outros homens para ver que ela é desejada e que causaria prazer com o corpo maravilhoso dela.

De início, expliquei muito, conversamos muito sobre segurança e ousadia. Ficou só no campo das idéias. Não forcei, era apenas a primeira conversa. Ao longo do tempo, fomos trocando mais idéias e fantasiando na cama. Tivemos até uma saída ao motel onde que ela estava em um dia "dominadora", ficou por cima, deu tapas no rosto e falava alto que era corno. Na hora, fiquei surpreso e acabei gozando, logo depois ela me colocou para lamber ela toda gozada. Ela reparou e, dali em diante, entendeu que eu ficava excitado com aquilo tudo.

Ficamos anos só fantasiando e ela cursando sua faculdade normalmente. Até um momento em que reparei que, nas quintas e sextas, ela, ao voltar pra casa, sempre dizia estar muito cansada e desviava beijos ao chegar. Sempre muito compreensivo, a deixava em paz, respeitando seu espaço. Ficamos dois meses assim, com sexo quente como sempre foi a semana inteira, menos nas quintas e sextas a noite.

Um belo dia, optei por sair do trabalho e rever alguns colegas na faculdade, fomos conversar/beber em um bar na frente. Mandei whats pra ela perguntando até que horas iria a aula, e ela disse que iria sair cedo, mas teria de aguardar a van até 22:30. Disse que tudo bem e trocamos mais mensagens. Às 20:30, fui para próximo da sala da minha namorada – hoje noiva – e fiquei aguardando de longe. Quase como um voyeur, fiquei excitado no que poderia acontecer e nas possibilidades da minha imaginação. Mandei mensagem novamente, aí ela disse que iria sair e ir pra se encontrar com as amigas de faculdade. Fiquei mais ansioso a partir dali. Então, a vi de relance saindo da sala, com livros e bolsa, num passo rápido e objetivo em direção oposta no corredor. Fui caminhando para acompanha-la e ver onde isso daria. Na minha cabeça, ela foi em direção a van, como de costume.

Ao chegar na boca do estacionamento que ficava a caminho das vans ela parou e encontrou um rapaz. Boa pinta, com estilo e de barba bem feita. Deveria ter 1,80 a 1,90. Deram um abraço e beijo de amigos, foram pro carro. Até aí tudo bem, porque era comum pegar caronas pra chegar mais rápido em casa. Vi o carro que estavam e fui pegar minha motocicleta. Consegui chegar rapidamente na saída do setor que ele tinha estacionado o carro, bem a tempo que estavam na saída também. Fui acompanhando o carro sem pressa, apenas com a boca seca de uma excitação diferente. Pude reparar, do caminho da saída do setor a cancela, que eram eles mesmo no carro pelo reflexo das luzes. Saíram normalmente da universidade e eu os seguindo. Após alguns kilometros, reparei que eles estavam a caminho da minha casa, porém tomaram o acesso para a "zona dos moteis". No momento, gelei e meu pau explodiu na calça. Continuei acompanhando eles até onde podia, eles pegaram o acostamento da rodovia e acessaram a rua lateral. Vi que acessaram um dos moteis e eu fiz o retorno na via e parei em um posto que ficava a frente. Era quase 21h, desci da moto e fiquei esperando. Quando passava das 22:40, mandei mensagem e perguntei se estava tudo bem. Ela respondeu dizendo que sim e que tava na van. Eu, imediatamente, avisei que um amigo meu chamou para pegar umas coisas que precisava na casa dele e iria chegar logo também. Perguntei se queria algo, porque nas sextas ela chegava muito cansada e eu queria safadeza com ela. Até falei que estava corninho e queria ela mandando. Nisso, reparei que minha jeans estava com um ponto molhado. Ela respondeu "hmmm", "vou pensar, só deixa eu tomar um banho se eu não morrer na cama". Respondi que tudo bem.

Geralmente, ela chega entre 23:30 a 23:50, os safados saíram às 23:40 do motel, fui seguindo mais atrás. Quando entraram na rua, vi que ela desceu na frente do prédio, entrou e o rapaz foi embora. Fui correndo para o portão, acessei a garagem e larguei a moto lá. Subi rapidamente e, quando cheguei, abri a porta da frente sem fazer muito alarde. Ela ainda estava com a porta do banheiro aberta, então anunciei que estava em casa e estava próximo da porta, não dando tempo de ela fechar. Acessei o banheiro pra lavar as mãos e perguntei se estava tudo bem. Senti ela um pouco nervosa e falei que a queria. Ela disse que iria tomar banho primeiro, mas eu retruquei dizendo que era naquele momento, estava cheio de tesão. Parti pra beija-la e ela não apresentou resistência. Ela estava excitada e voraz. Fui retirando o restante da roupa dela e quando fui acariciar a ppk dela, ela tirou.. falou pra eu só meter. Eu disse tudo bem e fui conduzindo ela pra cama, pra fazermos um papai-e-mamãe. Quando ela deitou, fiquei de pé apreciando e ela de pernas fechadas… ela pediu pra apagar a luz principal. Então, quando subi na cama e próximo à ela, ela abriu e nisso, no movimento de subida, coloquei minha boca entre as pernas dela e, segurando elas, travei com minhas mãos e minha boca encaixou na ppk molhada, gozada e sensível. Comecei a lamber e ela colocou as duas mãos no rosto. Nisso, perguntei o que ela tava fazendo… no motel. Ela fez uma cara de espanto e depois uma cara de safada ao olhar como eu estava, ela se soltou. Falou que estava transando com o amante dela. Então perguntei onde ele tinha gozado, ela respondeu que dentro… quase gozei. Ainda, perguntei: – "Sua safada. O que eu sou seu?!". Ela respondeu, – "Meu corninho!".

Hoje, noivo dessa gostosa, ela continua com esse fixo, porem ela sai mais cedo e o espera em casa. Ele enche ela de gala grossa e eu não perco nenhuma gota de dentro dela. Ela sai com outros, mas, com esses, sinto apenas gosto do preservativo.

Ela ficou livre, leve e solta. Sabendo de sí, gostosa e poderosa. Na cama, continua uma gatinha submissa, mas eventualmente gosta de assumir o comando.

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Escrito por Anônimo

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