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A primeira vez a gente nunca esquece

Eu confesso que não esperava que a minha gata aceitasse o convite. Quase 10 anos de relacionamento pode trazer uma certa monotonia ao casamento, mas também o deixa a vontade para apimentar mais a relação, com o objetivo de manter o desejo em dia.

Entre 4 paredes, gostávamos de ver/ler relatos mais calientes, envolvendo fantasias mais ousadas, sobretudo quando envolvia mais gente na cama.

Após uma reportagem na tv sobre uma casa de swing, veio a vontade de conhecer uma, numa próxima viagem.

Aproveitando um viagem a trabalho a SP, relembrei o “compromisso”. Ela gelou, mas prometi que, ao menor sinal de desconforto, iríamos embora na mesma hora.

Após tomamos várias taças de vinho, a coragem veio e tomamos um táxi rumo à boate.

Acreditando fielmente no lema da casa, “tudo é permitido, nada é obrigatório”, escolhemos uma mesinha no fundo, quase escondida, para espiar o movimento.

A primeira impressão foi tranquilizadora: muito respeito e discrição. Nada de pessoas sem roupa ou vulgaridade. Na faixa dos 30 anos, nós formamos um casal bonito, e deu para ver que chamamos a atenção, mesmo que sutilmente.

Na verdade, achamos que o clima estava calmo até de mais. Só com o show de stripers que a coisa ficou mais quente, mesmo assim, descobrimos que ali, junto do bar, nada de emocionante acontecia. A agitação acontecia por trás de uma porta grande, vigiada por seguranças, que só permitiam a entrada de casais ao ambiente.

Devidamente calibrados por vodka, resolvemos ir olhar o que acontecia. Lá dentro, várias cabines, umas abertas, outras não. Algumas com aberturas para voyerismo ou até arriscar uma bolinação. Muito tesão no ar. Num quarto maior, alguns casais já enroscados numa cama enorme, enquanto vários apenas observavam ao redor.

Nos juntamos à plateia e pudemos admirar uma loira gulosa, sendo penetrada por trás, ao mesmo tempo em que chupava uma asiática, que estava ocupada com um pau grosso na boca. Ufa! E eles nem se importavam.

Um ou outro arriscava entrar na cama, mas eram gentilmente afastados. Parecia ser uma festa particular. Minha esposa estava atônita com tudo aquilo acontecendo centímetros da nossa frente. Na verdade, os seios da loira e o membro de um rapaz de uns 20 anos roçavam nas nossas pernas.

Senti o clima e coloquei minha mão por baixo da saia da minha mulher. Sua xana estava ensopada!

Resolvemos ir visitar outras cabines. De repente, ficou lotado. Com muita gente circulando em ambiente apertado, era comum sutis passadas de mão, etc. Muito erotismo no ar.

Mas nada que assustasse. Uma negativa era rapidamente atendida, e esse comportamento nos fez relaxar ainda mais. Nenhuma forçada de barra.

Após olhar muita sacanagem, o cansaço bateu e quando vimos já eram 4 da manhã. Então, fomos para a fila do caixa para pagar. Dava pra ver ainda o clima de tesão máximo em que minha esposa estava, e dava pra ver que agora ela retribuía olhares, até de mulheres. Uau!

Ela confidenciou no meu ouvido: “na próxima vez que você me trouxer aqui, sou capaz de fazer loucura”. Ao mesmo tempo que ela me deixava louco com isso, meu pau ficou ainda mais duro.

E esse clima não passou despercebido por um jovem casal que estava atrás de nós. Na casa dos 20 anos, pareciam ser namorados. Ele, cerca de 1,80, porte atlético e bem simpático. Ela, visivelmente bêbada, morena mignon, cabelos chanel, num vestidinho branco minúsculo, com saltos agulha e pernas grossas, bem torneadas.

Sem dizer uma palavra, ficamos os 4 rindo, quase como um flerte. Ríamos, mas não sabíamos o que eles queriam. Na verdade eu sabia, mas não queria admitir.

O negócio foi esquentando, e o cara começou a alisar o cabelo de sua gata com uma mão, e com a a outra, sutilmente, o da minha. Nos entreolhamos, e o os olhos da minha gata brilhavam.

Então, com um gesto, ele nos chamou para sair da fila…por instinto, saímos…e fomos atrás deles. Só que eles entraram numa cabine e se trancaram. Ficamos do lado de fora sem entender. Foi aí que ele disse: vem?

Pensei: tudo bem, vamos só bater um papo, etc.

Sem pensar, lógico, entramos. Ao entrarmos, foi tudo muito rápido e repentino: o cara puxou minha esposa e aplicou um beijo de língua nela cheio de volúpia. Já era. Ela não ofereceu resistência e se entregou aos braços do novo amigo e retribuiu o beijo, já desabotoando a camisa dele.

Quase não percebi que a morena já estava nua, tentando libertar meu pau, que já não cabia mais na calça.

E começou o mais longo boquete da minha vida. Lento, guloso, sacana. E na minha frente, a minha gata fez o mesmo. E tomou um susto: o pau do cara era enorme. Logo ela soltou e se posicionou de quatro: o cara sacou 2 camisinhas, me deu uma e colocamos juntos. Lado a lado cada metendo na mulher do outro.

Clima tava tão quente, que minha gata nem se importou quando a morena passou a mão pelos seus rosados seios.

Ao perceber a situação, posicionamos as gatas para que, ao mesmo tempo, recebessem nossos cacete e pudessem de tocar…o clima entre as duas esquentou e elas saíram da posição para engatarem um delicioso beijo de língua, o primeiro beijo gay dela.

E pelo visto, adorou. Nos juntamos no beijo, e várias bocas e línguas se misturavam. Uma loucura!

Era demais para nós. Então, enlacei a minha nova amiga e meti sem dó, em pé mesmo, enquanto minha esposa sentava no pau dele, cavalgando.

Logo gozamos todos juntos. E rapidamente nos vestimos e saímos, nos despedindo com rápidos e singelos selinhos.

Nem perguntamos os nomes deles…

E voltamos para o hotel totalmente realizados, ainda incrédulos com o que aconteceu, mas prontos para muitas outras aventuras que viriam pela frente…

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Escrito por Anônimo

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Não sei mais o que fazer!

Sou Cristã, tenho cargos na igreja e me masturbo sem pensar em alguém, somente por prazer.