Desative os avisos ADULTOS que se referem a conteúdo considerado impróprio no local de trabalho ou para menores de 18 anos.
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Você perguntou “o que eu faço?”. Então vou te responder olhando um pouco além do momento que você está vivendo agora.
Você disse que é casada com seu primeiro namorado. Isso, por si só, já diz alguma coisa sobre a história de vocês. Vocês construíram uma vida, tiveram um filho e, por causa do trabalho, acabaram separados por uma distância enorme. Nesse intervalo apareceu outra pessoa, justamente alguém que está perto, seu chefe, e o emocional começou a ser mexido.
É aí que eu acho que você precisa tomar cuidado.
No começo, essas coisas parecem uma delícia. Você conhece alguém, começa a conversar, se enturma, sente uma emoção diferente e talvez ninguém perceba. Depois passam alguns dias, semanas, meses, e aquilo que parecia apenas uma coisa pequena já tomou espaço dentro da sua vida. E, quando você percebe, não é mais somente você que sabe. Seu marido sabe, seu filho pode saber um dia, sua família pode saber, e até você mesma pode começar a sentir vergonha daquilo que fez.
Não estou dizendo isso para te humilhar. Estou dizendo porque o começo de quase toda história é bonito. Namoro é bonito, casamento é bonito, uma paixão nova é bonita e até uma traição pode começar parecendo emocionante. O problema é que a vida não é feita somente do começo. Existe o final, e toda escolha chega até ele.
E tem uma coisa que eu penso muito: talvez existam pessoas que realmente encontrem uma única pessoa para caminhar pela vida. Não estou dizendo que todo mundo necessariamente nasceu para ter somente um amor, porque cada pessoa tem sua história. Mas quando alguém encontra aquela pessoa que considera sua companheira de vida, existe uma coisa chamada lealdade. Se a pessoa trai, alguma coisa muito importante nessa relação foi quebrada.
E eu também não estou dizendo que sou exemplo de perfeição. Não sou. Tenho meus próprios erros e não estou escrevendo isso como alguém que nunca errou. Estou apenas olhando para uma situação e pensando nas consequências.
Você citou uma situação em que está envolvida com seu chefe, que também é casado. E aqui existe uma coisa que talvez você esteja enxergando somente como emoção, enquanto outras pessoas podem enxergar como oportunidade, desejo, curiosidade ou influência. Às vezes alguém mexe tanto com o nosso emocional que começamos a tomar decisões que, antes daquela pessoa aparecer, nem imaginávamos tomar.
Por isso eu lembraria de uma história antiga: Davi.
E não estou falando de religião como discussão. Estou falando da própria história e daquilo que ela mostra sobre consequência e memória. Davi tomou determinadas decisões, outras pessoas também foram envolvidas e, séculos depois, ainda estamos falando sobre aquilo. A história não ficou presa ao momento em que tudo aconteceu.
Existe uma diferença entre olhar para quem aparentemente “se deu bem” no começo e olhar para onde aquela história terminou.
É isso que eu quero dizer.
Quando você olhar para alguém que traiu, não olhe somente para o começo: “olha como está feliz”, “olh
concerteza voce e corno
Nossa quero ver se ela foce bem mesmo
Nossa assim voce deixa eu com vontade amigo, se ficar com tesao em deixar ela dar pra outro estou a disposição
Bem puta mesmo hein deixa ela ser puta na minha vara
Nossa se ta impressionado com isso mano, onde voce vive o mundo e uma putaria so saber sr discreto todos e doido
Nossa que vontade de apagar esse fogo seu debaixo da saia com meu cacete
eu comi no carro ela nao foi na rua zueira amigo, e claro que voce e corno amigo
Libera pra mim essa buceta
Quem mulher gostosa queria comer ela