Eu confesso que que a minha mulher fez de mim um corno manso, feliz e chupador de porra e eu adorei.
Meu nome é Carlos, tenho 48 anos e a minha mulher chama-se Lúcia e tem 40 anos, morena, bonita e corpo sarado.
A Lúcia, minha mulher, me intimou que estava na secura de pinto já fazia uns três meses, disse que já ia procurar outro homem se eu não mudasse e desse o talento que ela estava querendo. É verdade que eu deixei de chegar junto com ela, o tesão caiu e nós apagamos para o sexo. Mas ela é fogosa e me disse que queria pau e se eu não desse um jeito até o dia seguinte ela ia à caça de outro pau. Naquele dia meu pau não ia mesmo e deixamos para o dia seguinte. No outro dia à noite, conversamos mas não rolou e ela decidiu, vou procurar outro homem que me de rola. Eu disse, ok, mas cuidado com doenças e com a sua família, as nossas filhas. Ela foi ríspida, vou ter o que quero com cuidado. Falei, tudo bem, e ela me disse, veja que você mesmo está concordando. Fiquei meio baixo astral, mas paciência.
Passou-se umas duas semanas e nós já tínhamos nos renunciado ao sexo, uma vez que ela ia buscar atrativo fora, a Lúcia me falou, tenho uma novidade, deixa eu te contar, encontrei o Adilson e nós vamos jantar no sábado. O Adilson era um antigo namorado dela que sempre viveu dando em cima dela depois que nós nos casamos, eu o conhecia de poucas passagens. Falei, beleza, vão só jantar? Ela me disse, em princípio sim, depois vamos ver se vai rolar algo mais. Falei que algo mais, ela me respondeu, não sei a ocasião, a situação, a secura vai dizer. Fiquei quieto. Chegou o sábado, quando ela foi sair e se despediu de mim com um beijo, disse, boa sorte, divirta-se à vontade. Ela me respondeu, vou jantar mas vou me divertir sim. Em casa não tinha janta e ela me falou, pede alguma coisa você comer, brinquei, vou ver, não sei, se sobrar alguma coisa lá trás para mim. Ela me disse, para com isso, não vou trazer não. Falei trás, brinquei, ao menos uma sobremesa, ela me olhou e disse, sobremesa eu trago, falei, obrigado.
Fiquei inquieto na espera da volta dela, deu meia noite e nada, duas da manhã e nada, daqui a pouco chega uma mensagem, amor você gosta de sobremesa do que? Eu disse, não sei, vê o que tem aí, ela me respondeu, pode ser de creme de leite, falei, vixi mas essa hora, ela falou, está bem quentinha, está uma delícia, respondi, quero, pode trazer.
Daqui a pouco ela chega, eu ainda estava acordado, ela foi ao meu encontro, me beijou e falou, oi amor, sentiu saudades de mim. Falei sim, estava de mãos vazias, falei, e a sobremesa?
Ela me disse, você está com vontade, quer agora, falei sim, e ela me disse, então deita aqui na cama, deitei e ela me disse, vou por na tua boquinha, subiu na cama, ficou de joelhos, foi pra cima da minha cara, levantou a saia e encostou a buceta dela bem na minha boca. Senti a calcinha e xana dela toda molhada. Aí ela me falou, está cheinha de creme de leite, bebe, está uma delícia, e ela continuou a esfregar a buceta na minha cara e a falar, lambe, chupa, bebe o creminho de leite é todo seu. Eu já estava com tesão a mil, chupei à vontade por fora da calcinha, depois afastei de lado a calcinha e meti a boca na buceta lisa dela, lambi e bebi tudo, estava uma delícia mesmo, enlouqueci e ela também, gozamos até, ela gozou um monte de vezes na minha boca, fui às nuvens. Lambi e bebi toda a porra da foda dela com o Adilson, deixei a buceta dela sequinha, depois demos uma foda, foi uma maravilha.
Adorei, aquilo nos trouxe o prazer de novo. Depois por várias vezes, chupei e bebi a minha sobremesa, adoro. Como é bom ser corno manso e ter uma mulher fiel que te trás porra pra você beber. Acho que este é sonho de todo o corno que eu tenho o maior prazer de ter realizado.
Que confissão mais gostosa. Tchau.

