Ainda estou tentando entender se o que aconteceu serviu para me definir ou se apenas aumentou a minha incerteza sobre minha sexualidade.
Atormentado por muitos anos resolvi que deveria experimentar sexo com outro homem. Mas não tinha certeza da minha vontade real.
Eu sempre era atraído por homens pretos. Mas tinha muita vergonha de ter estes pensamentos gay e pior, gostar de homens pretos.
Mas chegou aum ponto que resolvi experimentar e procurei por meses oportunidade. Eu não tinha certeza de nada, se queria ter relações com outro homem, muito menos um homem preto.
A culpa era tão grande, mas estava cada vez mais atraído por esta fantasia.
Eu senia tanta vergonha por querar dar para outro homem e ainda por cima pra um preto.
Mas, isso não saía da minha cabeça e comecei a procurar oportunidades.
Conheci Márcio na internet e após dois meses trocandomensagens, acabei aceitando conhecê-lo pessoalmente.
Márcio realmente me chamou a atenção. Ele me enviave fotos de sunga e até pelado e mexeu comigo de alguma forma.
Eu não aguentava me olhar no espelho de vergonha. Márcio me tratava como uma fêmea. Nunca deixou de falar que me queria como passivo apenas. Parecia já ser bastante experiente e me dizia tudo que faria comigo se eu resolvesse dar o cú pra ele.
Ele era muito safado, sabia falar sacanagens se ser grosseiro.Nunca escondeu que não me trataria com delicadeza, pois não fazia seu estilo.
Disse gostar de fazer o parceiro sofrer na pica dele e o engraçado era que isso me deixava muito curioso e excitado.
Até que enfim ele me deu um ultimato e que se eu pretendia tê-lo como homem, que teria que confirmar imediatamente.
Eu mesmo com dúvidas se realmente queria isso pra mim, não consegui arriscar peder a oportunidade. Aceitei sair com ele.
Quando nos encontramos num barzinho no centro do Rio de Janeiro, eu tive as bases abaladas. Ele era realmente um macho atraente.
Corpo musculoso, negro mas com feições finas, barbudo, vozerão, muito diferente de mim, que sou branquinho, sem músculo, voz fina e sem pelos, completamente emberbe, nunca tive barba.
Ele pediu as bebidas e me elogiou dizendo qe eu era tudo que ele imagina.
Eu agradeci e disse que estava nervoso. Ele tratou de me acalmar e perguntou se eu me importava dele se sentar ao meu lado.
Nervoso, não fui capaz de me opor. Ele sentou do meu lado e começamos a beber. Márcio passou a mão na minha cintura e eu senti um arrepio. Morri de vergonha por estar na frente de outras pessoa, sendo tratado por Márcio como uma menina.
Tinha olhares que demonstravam entender o que se passava ali. Márcio estava muito a vontade, mas claro que ele deixava transparecer que ele era o homem.
Eu pedi pra sair dali e ele entendeu. Disse que iria me levar pro seu apartamento na tijuca e eu aceitei, para não continuar exposto ali.
No caminho ele foi tentando me acalmar dizendo que eu iria adorar dar pra ele e que ele nunca teve tanta vontade de comer um cara.
Realmente vi que ele estava apressado pra chegar em seu apartamento.
Quando chegamos, entramos no elevador e fomos direto pra seu apartamento. Eu era realmente uma menina pra ele, sempre sendo conduzido com seu braço em torno da minha cintura.
Ao entrar, eu gelei. Estava tão tenso, tremendo e querendo ir embora dali, mas sabia que Márcio não permetíria isso.
Pedi uma água, estava com a garganta seca de nervoso. Ele me deu água, mandou eu sentar no sofa e diante de mim ele começou a despir-se devagar. Já conhecia seu corpo das fotos que ele me enviava, mas ao vê-lo se despindo eu experimentei dose cavalares de adrenalina. Coração paecia querer sair pela boca.
Ele estava ali, na minha frente, nú, exibindo um pau peto completamente bruto.
Eu sentado, não conseguia olhar diretamente aquilo. mas também não conseguia deixar de dar pequenas olhadelas meio de lado.
Ele pegou o próprio pau e começou a punhetar devagar. Aquilo foi tão erótico pa mim, ver Márcio se tocando, fazer com que o pau começasse a se transformar num monstruoso pau, recoberto por veias grossas, deixar a cabeça do pau que mais parecia um cogumelo gigantesco, sair e exibir-se para mim.
Eu estava diante de um homem de fato. Ele era muito masculino. Corpo peludo, barbudo, aquele vozerão grosso, seu pau cavalar demonstrano uma ereção poderozíssima. Eu já imaginava do que ele seria capaz como homem em uma relação sexual.
Quanto a mim, a única certeza era de que eu não suportaria todo aquele pau dentro do meu cú virgem. Mas ainda assim, muito assustado e inseguro, a curiosidade me matava.
Márcio disparou seu vozerão e mandou eu começar a me despir. Eu estava tão nervoso que comecei a gaguejar e explicar que achava que não ia conseguir e…..
Márcio não me deu chance de terminar a frase e mandou de forma imperativa que eu me despisse.
O poder daquela voz masculina me compeliu a obedecê-lo. Levantei tímido e comecei a tirar cada peça de roupa até ficar apenas de cueca na frente dele.
Ele deu outra instrução. Para eu me virar. Virei de costas para ele e senti quando ele me encoxou.
Sua barba raspou no meu pescoço, me arrepiando inteiro e sua boca mordeu o lóbulo da minha orelha direita. Suspirei e soltei um gemido.
Senti as mãos dele na cintura, puxar meu quadril pra trás e fazendo minha bunda roçar no seu pau já duríssimo.
Senti as pernas fraquejarem com aquele volume pulsante contra minha bunda, ainda por cima da minha cueca.
Não tardou pra ele enfiar o pau por debaixo da minha cueca e senti o calor que ele emanava dirento na pele da minha bunda.
Ele abriu uma banda da minha bunda e levou o pau ao meu rego exposto e fez o pau deslizar sobre meu cú.
Soltei novamente um Aaaaaaaaaahhhhhh! trêmulo e prolongado e minhas pernas quase dobrarem.
Ele usou uma das mãos e começou a beliscar alternadamente os bicos do meu peito.
Eu enlouqueci, pedia pra ele parar com aquilo. Veio nova mordida no lóbulo da minha orelha e aquele voz perguntou se eu queria que ele parasse.
Não tive forças para dizer com firmeza que queria que ele parasse. Fiquei suspirando mas nada respondi.
Ele continuou a efregar a pica dura no meu cú e senti p cú reagir descontrolado ao estimulo que o pau provocava.
Pedi por favor pra ele parar, mas ele continuava me estimulando no peito, na orelha e passando a cabeça do pau a entrada do cú.
Eu estava enlouquecido e senti uma inevitável vontade de tocar seu sexo naquele momento. Procurei por baixo das minha pernas e cheguei ao seu saco e iniciei uma espécie de massagem nas suas imensas bolas.
Sentia sua virilidade coma rígidez daquele membro se esfregando entre as bandas da minha bunda e acariciando aquelas bolas que lhe conferiam um aspecto de garanhão enseminador.
Márcio não teve dúvidas em nenhum instante sobre seu papel, desde que nos conhecemos na internet, e estava consumando tudo que havia prometido.
Sabia que estava diante de um macho comedor no sentido mas amplo. Fomos asim engatados caminhado para seu quarto.
A cena da cama se aproximando já foi me conferindo um estado de quase desmaio, que me fez cair de barriga para baixo, sentir Márcio afastar minhas pernas e afastar ambas as bandas da minha bunda.
Fui surpreendido por sua lingua tocar e invadir a entrada do meu cu, me fazendo me agarrar a um dos travesseiro e mordê-lo para que não passasse a vergonha de gememr feito uma menina aos encantos de sua língua devoradora.
Márcio usou sua lingua de um jeito que não sei explicar, mas me arrastei pra fugir dela atéa cabeceira, na qual fui obrigado a me agarrar e suplicar a ele para que parasse com aquilo.
Ele me torturou, arrancando de mim qualquer vontade de lhe negar qualquer coisa naquela cama.
Eu largeui a cabeceira e cai na cama onde tive as pernas afastadas e o cú tocado e invadido por seus dedos já ensalivados.
Me arrastava, tentando recuar ára escapar do seu toque. Mas ele me seguia onde eu ia e na beira de uma das laterais da cama, apoiei ambos os cotovelos no colchão, dobrei as pernas e as afastei, sentindo dois dedos dentro do cú, olhe para Márcio quase gamindo feito uma canela e pedi para ele me foder logo.
Para Márcio e me fode logo! Por favor, pare com isso e me fode de uma vez, por favor!
Ele me olhou, tirou seus dedos de dentro de mim.
Me pegou pela cintura e me puxou pro meio da cama. me ajeitou ao seu feitio e pincelou a pica a entrada do cú.
Enlouqueci de vez e implorei pra levar pica. Mete Márcio, mete logo em mim, me fode todo!
Ele forçou mas a cabeça não entrou. Ensalivou mais o dedo e voutou a pincelar e forçar a cabeça e o cú enfim cedeu.
Dor, lágrimas, choramingo e tentei afastar meu corpo pra escapar de receber toda aquela pica dentro de mim.
Márcio tomou meu braço e não deixou me defender. Continuou a empurrar a pica, mas continuei tentando me defender.
Marcio colocou minha pernas apoiadas em cima dos seus ombros e prendeu minhas mãos. Eu olhava pra ele pedia pra ele não meter tudo, mas Márcio não me ouviu e senti o pau deslizando pra dentro do meu cú.
Muita dor, o choramingo deu espaço a um choro sentido que me remetia a vergonha daquela dolorida defloração anal que sofria.
Marcio, satisfeito exibia um sorriso discreto e eu via que não importava meus apelos, ele não ia parar.
Comecei a tentar mexer bem os quadris para a pica desencaixar, mas ela já estava dentro o suficiente para evitar sua saída.
Ele empurrava centímetro a centímetro, lentamente mas de forma constante. Não tardou sentir o saco dele encostar na minha bunda e revelar que ele estava todo dentro de mim.
Eu estava ali deitado na cama de Márcio, com as pernas abertas e apoiadas em seus ombros, com toda a pica dele enterrada no meu cú. Os braços presos por ele, enqnatos nos olhávamos um para o outro.
Enquanto o olhava, de baixo para cima, via sua altivez de um macho no sentido máximo, meu cú pegava fogo, ardendo em brasa e sentia uma dor desesperadora que não me permitia movimentar mais os meus quadris para tentar escapar.
Meu estado letárgico, minhas lágrimas em meio aquela passividade toda, me fizeram focar no pau dele latejante dentro do meu cú.
Meu cú também mordia seu pau, mas por que sentia ele arder tanto e aquilo fazia ele para de arder um pouco.
Senti ele tirando lentamente a pica de dentro de mim, ma ao sentir a cabeça na entrada, percebi ela sendo enfiada novamente até senti suas bolas novamente tocarem minha bunda.
Nessa hora um contraditória sensação de humilação extrema ao ver seus quadril fazer o movimente de entrada e saída dentro do meu cú.
Saber que minha dor não tinha importância nenhuma pra ele, me snti completamente usado. Me senti um objeto nas mãos dele.
Ele repetia incessantemente este movimento de entrada e saída do meu cú, sem se importar com as lágrimas e os grito que ele arrancava de mim.
Aiiiiiiiiiii! Para Márcio, não faz isso comigo, tá doendo tanto, paraaaaaaa!
Nenhum pingo de compaixão era demonstrado por ele, e aquelo propagou por minutos a fio.
Senti tanta pena de mim mesmo, minha desgraça era total e tudo que me levou até aquele momento, passou dentro da minha cabeça, até que fui despertado por uma estocada intensa que arrancou um grito de mim.
A paritr daí ele mudou e começou a foder meu cú de fato. Eu chorava tanto que não sobrava folego para conseguir emitir frases para implorar pra ele parar om aquele massacre.
Nossa, me arrependi tanto de ter um dia desejado dar meu cú pra outro homem.
Com as pernas apoiadas nos seus ombros e os braços presos, a dor me fez levandar os quadris pra fugir ao castigo. Então o quadril suspendeu da cama, mas Márcio usou isso pra me botar em seu colo. Ele então fez meus braços laçarem seu pescoço e ele foi de joelhos sté a ponta da cama, levantou, viroue-se e sentou nos pés da cama comigo sentado em seu pau.
Disse com aquela voz mascula para eu cavalgar seu pau.
Não tive escolha, buquei o apoio dos joelho no colção da cama e comecei a levantar o quadril, fazendo seu pau ir saindo de dentro de mim.
Não havia calculado direito e deixei o pau escapar. Nessa hora algo engraçado aconteceu. assim que o pau saiu, ele não precisou encaixar o pau de novo, pois eu mesmo fui atrás dele com uma das minhas mãos e eu mesmo encaixei a cabeça na entrada e sentei até engoli a pica inteira.
Voltei a me agarrar em seu pescoço e comecei a levantar e sentar em seu pau.
Ele jogou os braços pra trás e deixou eu fodendo seu pau durante uns dez minutos.
Ouvi sua voz poderosa mandar eu sair. Obedeci e esperei por sua instrução.
Ele falou: Fica de quatro aqui na beirada da cama.
Obedeci e me coloquei de quatro pra ele e esperei. Quando ele encostou a cabeça do pau mas não meteu eu senti vontade de implorar por pica.
A agonia que senti de não ter seu pau dentro de mim por apenas um minuto ou dois, foram suficiente pra começar a rebolar a bunda e praticamente implorar por su pica.
Ele alisava as bandas da minha bunda e eu chegava a choramingar pedindo pica.
Ele enfim enfiou a pica inteira em mim e comecou a foder tendo as mãos na minha cintura. Foi a primeira vez naquele quarto que eu realmente sabia o que queria. Como eu queria ter ele tod dentro de mim, tanto que já não esperava ele meter, eu jogava minha bunda contra o pau dele só pra poder sentir o pau bem lá no fundo.
Foi nessa hora que senti porque eu estava fazendo aquele papel passivo servindo aquele macho tão ativo. Um momento de racionalidade me fez eu mesmo me perguntar se eu teria condições de fazer o que Márcio estava fazendo comigo naquele momento? A minha resposta era que eu nunca teria um desempenho daquele seja com um homem ou até mesmo com uma mulher.
Aquilo que ele estava me proporcionando não pode ser oferecido por qualquer homem. aquilo era coisa de macho comedor, de um verdadeiro macho comedor.
Isso me ajudou a suportar o castigo até começar a ser leitado por aquele comedor maravilhos que fez gato e sapato de mim e ao final ainda tinha toda a minha admiração.
Sim, ele tirou o pau e eu fiquei ali de quatro, vazando sua porra que foi despejada em quantidades absurdas dentro de mim.
Fui despertado por um tapa forte em uma das bandas da minha bunda, que a deixou ardendo até a hora que cheguei em casa e deitei em minha cama.
Divaguei em pensamentos durante toda a noite, sentindo meu cú completamente arrombado, vazando o leite de Márcio até de manhã, me fazendo rotineiramente olhar em um espelho as marcas de seus dedos sumirem ao longo da noite da minha bunda.
Cada situação que Márcio me infligiu, passou como um filme na minha cabeça e me fazia refletir sobre como seria minha vida dali por diante.
Sabia que ele havia tirado qualquer dúvida sobre que papel eu deveria cumprir dali pra frente em relação a sexo.
Não poderia voltar a ser ativo jamais depois do que Márcio havia feito comigo, porém eu estava triste por não ter a certeza que voltaria a experimentar isso com Márcio.
Até hoje não consigo pensar em alguém que não seja Márcio para me comer. E isso é que eu não sei se é certo, dependência sexual de um homem que me tratou do jeito que ele me tratou, não pode ser saudável.
Queria ajuda no sentido de saber se alguém teve uma primeira experiência que tenha marcado e se é possível superar isso e conseguir desejar ter sexo com outra pessoa ou se pode ser normal querer pertencer a uma pessoa que apesar de ter lhe mostrado os prazeres do sexo, tenha tratado você como um mero objeto sexual?


Reli hoje. Espero que esteja bem. Ser passivo não é fácil. Eu faço isso com minha esposa. Eu mando. Pense bem. Se optar por ser passivo, terá que se relacionar com machos! Com pegada forte. A vida é feita de escolhas. Um domina, o outro é dominado. Bjos
Deve ter sido uma experiência incrível! Seja feliz. Não se submeta a pessoas assim. Não é saudável mentalmente. O fato de vc ser gay, não te transforma em objeto. Sexo tem que ser bom para ambos.