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Do fim

Eu confesso que sinto tremenda dor com o fim de um relacionamento. Esses momentos em que a atitude vil provém de sentimento de amor. Há quem fique por amor, mas há também aqueles que caminham. Acredito que a dor está em ambos, uns guardam mais, outros a deixam transparecer e voar. Minha dor voa, bate asas imponente até colidir com minha janela durante a noite toda. Pássaro nenhum aguentaria tantas batidas no peito. Não se aguenta tamanha violência. Violência nossa, lágrima nossa. Vem a turbulência até cansar e, de repente, silêncio…

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Escrito por Anônimo

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Eu confesso que sou uma entidade.

Confuso