Preciso contar que aconteceu de novo. Devido a insistência das mensagens enviadas pelo meu comedor negão roludo, acabei não resistindo e aceitei sair com ele de novo.
Ele não esperou nem eu ir ao seu encontro, veio me buscar em casa mesmo.
O tarado queria me foder na minha casa, mas eu não deixei e pedi para ir a um motel mesmo.
Ele não quis e acabou então me levando pro seu apartamento.
Chegamos na portaria e ele falou com o porteiro que percebeu logo o que rolava. Mas parece que eles já tinham um acordo e entre códigos e um dinheirinho passado com muito cuidado o porteiro fez vista grossa, mas fez questão de soltar um risinho safdo pra mim ao me ver entrar no elevador. Morri de vergonha do safado saber que eu estava indo levar ferro do negão.
Ele já entrou comigo n apartamento me agarrando por trás e sarrando minha bunda.
Na sala mesmo ele já foi ficando pelado e mandando eu tirar a roupa.
Ainda tirando a roupa já recebi ordem de ir pegando no seu pau e abaixando para pagar um boquete.
Eu todo sem jeito fui pegando naquele pau ainda meia bomba e punhetando enquanto me despia e assim que tava tdo peladinho eu já fui chupando aquela cabeçorra.
Ele mandou eu acariciar suas bolas enquanto chupava e fui logo obedecendo.
Ele mandou eu deitar no sofa e enfiou de novo o pau já muito duro na minha boca e ensalivou os dedos e levou ao meu cú.
Eu abri as pernas pra ele poder brincar com o cú, mas como os dedidnhos estavam cheio de saliva, o toque foi tão gostoso que fui obrigado a me fechar e gemer dengoso.
Enquanto ele fodia minha boca experiemntei pela primeira apanhar de um outro homem.
Olha para ele, com seu corpo musculoso e negro, altivo pela posição superior em que se encontrava e impondo seu membro rígido dentro da minha boca e ainda tendo a audácia de me esbofetear o rosto sem que eu tivesse a ombridade de reagir contra aqueles atos de violência contra meu corpo e apenas senti tesão embora também indignado.
Mas com certeza a submissão me acendeu de alguma forma.
A minha reação enquanto o olhava foi de chupar seu pau com mais volupia ainda.
Ele percebeu minha submissão e como eu mamei seu pau com mais intensidade depois da sua atitude e sua forma de tratar mudou depois disso.
Soube naquele instante que seria muito maltratado por ele em seu apartamento naquele dia.
Mas já estava na chuva e quem está na chuva é pra se molhar, então segui sem reclamar.
Ele com seu ego inflado de macho comedor se encheu de marra e enfiou dois dedos ensalivados no meu cú e disse: Gostou de eu ter transformado seu cú nessa cucetinha linda, foi?
Ele tocou na ferida ainda aberta que me levava a me arrepender de ter cedido a ele e eu permaneci chupando seu pau mas sem responder a sua pergunta.
E ele reagiu me esbofeteando novamente, só que desta vez muito forte.
Comecei a chorar mas sem parar de chupar seu pau, pois achei que poderia continuar apanhando.
Mas mesmo assim ele continuou me esbofeteando forte e eu comecei a soluçar e sentir a garganta apertar o que acabou atrapalhando a chupada e ele arrancou o pau da minha boca e me pegando pelos braços me fez sentar no sofá e me sacudiu, mandando eu o responder quando ele fizesse uma pergunta.
Olhei pra ele com os olhos cheios d’água e soluçando, e gaguejando respondi que iria obedecer.
Ele então falou: seja então um bom viadinho e responda quando eu fizer um pergunta ou lhe der uma ordem, ok? E se estiver com a boca cheia como está agora, balance a cabeça de forma afirmativa, ok?
Como eu estavachupando o pau dele eu de boca cheia pude apenas olhar pra ele e balançar a cabeça afirmativamente como ele ordenou.
Ele voltou a ensalivar dois dedos da mãos e levou ao meu cú, lubrificou e enfiou e ficou parado.
Mandou eumorder seu dedo contraindo o cú. Eu não consegui fazer isso e ele me esbofeteou de novo.
Eu tentava, mas claramente não tinha muit controle sobre o cú. de forma voluntária eu não conseguia, mas com os tapas e a voz forte de macho dele me ordenando, meu cú contriu sozinho e ele me elogiou pela primeira vez naquele dia.
Torci para que ele continuasse a me esbofetear o roto eme dar ordem para assim continuar a morder seus dedos com meu cú e deixá-lo satisfeito.
Ele se divertiu comigo o quanto quis e depois mandou eu levantar e ir direto para seu quarto e o esperar na cama.
Eu obedeci a ele e sentei na sua cama e o aguardei ansiosamente. Tive tempo de refletir sobre as consequências deste comportamento submisso que eu estava tendo diante dele e pensei que pudesse estar colaborando para ratificar sua dominância sobre mim e estar me sentenciando a uma relacionamento abusivo, violento e humilhante.
Mas tudo sumiu da minha cabeça quando o vi entrando pelo quarto com aquele pau apontando pro teto e fazendo um curva de tão rígido. O saco grande e firme adornando sua masculinidade e endossada por seu corpo atlético.
Senti o poder daquele homem negro desfilando num caminhar firme até que seus braços me empurrassem de costas na cama e suas mãos se apoderassem das minhas pernas e as suspendesse eas afastasse para que ele afundasse o rosto entre as minhas nadegas e encontrasse meu cú com sua lingua.
Eu tremi todo e gemi muito ao sentir os primeiro movimentos de sua língua.
Tive o cú linguado por vários minutos até não poder aguentar mais e tentar fugir dela, me arrastando pela cama.
Mas fui apanhado por ele e tive as pernas aprisionadas novamente, levadas ao apoiodos seus ombros e senti a cabeça encostar no meu cú.
Ele mandou eu pedir pica neste momento, mas eu estava nervoso e tremendo demais e minha voz não saía.
Ele então me esbofeteou o rosto mais uma vez e morrendo de vergonha senti o cú piscar de tesão.
Contraditoriamente meus olhos se encheram d’água e olhando pra ele as lágrimas rolaram.
Ele foi grosso e disse para de frescura seu mariquinha fresco. Viadinho tem que pedir pau pro macho.
Eu então não queria apanhar mais dele e olhei pra e pedi por favor pra ele meter a pica em mim.
Ele me olhando de volta e com sorriso no rosto começou a enfiar cada centímetro de pica que podia no meu cu de forma lenta e metículosa.
Ele via no meu rosto todo sofrimento que ele me provocava com seu rígida e imenso pau e demonstrava orgulho ao percebermeu desespero a cada centímetro durante a penetração.
Eu resisti para usar as mãos parafreiar seu ímpeto, pois certamente seria retaliado e esbofeteado por ele novamente. Mas certa hora a dor era tanta que arrisquei tudo.
Como imaginei, logo ele prendeu meus pulsos e começou a me esbofetear o rosto com muita força. Depois tirou minhas pernas do seu ombro e as forçou em posição flexionada e cruzada junto ao meu corpo e voltoua penetrar.
Nessa posição não tinha como parar ele então me limitei a observar aquele macho enfiar o pau até o saco bater contra minha bunda.
Apesar da inexplicável percepção de um mínimo de prazer, o que imperava era dor insana que me fazia remexer os quadris para ver se o pau se alojasse dentro de mim sem machucar tanto.
Eu estava bem limpinho por causa da dieta liquida e da chuca feita na noite anterior, se não euteria defecado no pau dele.
Ele parecia estranhamente maior. Acho que o meu corportamento submisso e a sua dominação o deixava com muito tesão. Isso justificava a magnífica rígidez daquele pau.
Ele me olhou e falou firme que iria soltar meus pulsos, mas que eu não ousasse tentar para a foda.
Eu balancei a cabeça concordando, mas ele queria ouvir da minha boca, então ganhei um novo tapa no rosto e chorando respondi a ele que eu não ia tentar me defender.
Ele então mandou eu pedir pica e eu sabia que não devia contrariá-lo. Comecei a olhar pra ele e pedir pra ele meter a pica em mim.
Ele sorrindo, começou a tirar a pica devagar até quase sair domeu cú e depois empurrar lentamente até o soca ser espremido contra minha bunda.
Não é fácil levar tanto centímetro de pica rígida e grossa como a dele assim devagarinho e não ficar tentado a pedir pra parr ou tntar freiar a penetração.
Na terceira vez já pedi arrego e não fui ouvido. Na quarta enterrada eu sucumbi e levei a mão na sua barriga e novamente uma saraivada de tapas na cara me fizeram voltar a realidade.
Eu sei que mereci cada um dos tapas que levei, mediante suaorientação para eu não ousar interromper ele quando ele estivesse me fodendo.
Embora com muita raiva na hora, depois entendi perfeitamente que sua atitude era necessária para mostrar quem era o macho naquela cama.
É claro que sempre quem etá levando uma pica daquelas no rabo vai protestar e tentar empedir e se o macho não se impor, nenhuma foda chegaria ao fim.
Ele então deitou o peso do seu corpo sobe o meu e eu fui obrigado a laçar seu corpo com minhas pernas na tentativa de não deixar ele sair tanto de dentro de mim, já que na primeira retirada e enterrada, a dor foi agonizante e eu pra suportar pensei em não deixar a pica sair quase toda, pois se não a penetração seria mais demorada e dolorida.
É lógico que nessa altura eu já soltava sons a uma altura que poderia ser ouvido por um vizinho mais atento e isso não o incomodava, mas a mim sim.
Tentei ser mais discreto e comecei a controlar os Ai que emitia durante a penetração principalmente. Na saída do pau era muito mais o calor e a ardência que incomodavam.
Ele as vezes deixava o pau sair deliberadamente e se afastava um pouco abrindo a minha bunda pra poder ver meu cú todo aberto.
Ele mandava eu piscar pra ele mais eu não tinha mais esse controle e então ele me desferiamais tapas no rosto. Só então meu cú piscava pra ele só que de forma deliberada, sem que eu controlasse.
Ele mandava eu pedir pica quand ele queria meter de novo e eu obedecia com medo de apanhar mais.
Hora demudar de posição e ele mandou ficar de quatro. Eu mesmo já sabia que ele gostava que a bunda estivesse bem empinadinha quando ele fosse meter.
Eu já fui me posicionado bem abertoe empinando tudo que dava. Enterrei o rosto no colchão e tive a certeza de que pelo menos não levaria tapas no rosto por um bom tempo.
Ele mandou eu pedir pica de novo e assim que eu pedi senti um tapão numa das nádegas. Logo senti a cabeça fazer contato com a entrada do cú.
Ele mandou eu pedir pica de novo e logo em seguida mais um tapão na outra nádega e o pedido pra eu rebolar meu rabo.
Tentei rebolar mas foi discreto e ele protestou mandando eu rebolar o rabo direito. Levei uma saraivada de tapas na bunda e então rebolei forte e pedi pica.
Quando ele encostou a cabeça no cú já fui sentindo a pressão e meu cú agasalhou aquela cabeça e senti as mãos dele na minha cintura.
Assim que ele estababilizou minhas ancas, ele começou a meter devegar. Tava díficil aquele dia pra mim. Quase rezei pra aquilo parar, pois era muia pica dura no rabo em um só dia.
Agonizantemente eu pedi já na primeira metida pra ele parar. Me agarei a um dos travesseiros da cama e mordi a fronha. Estiquei um dos braços pro lado e pensei em levar a sua barriga pra freiar seu ímpeto, mas desisti e apenas segurei um tufo de lençoçl e torci quando a pica estava entrando.
Fiz disso um ritual toda vez que a pica escorregava pra dentro.
Senti ele sair do apoio de joelhos e ficar em pé, mas não sentir ele tirar a pica pra fazer isso, mas com certeza ele estava em pé em cima da cama, com posição meio agachado para conseguir continuar dentro de mim e me segurou mais firme ainda na cintura e lascou madeirada como se fosse uma britadeira.
nessa hora eu esqueci vergonha e gritei livremente a uma boa altura, revelando o tamanho da surra de pica que eu estava levando.
Assim como ele tinha fieto no motel, ele começou a tirar a pica do meu cú e se colacar ao lado do meu corpo e largou minha cintura para usar as mãos para abrir minha nádegas. Em seguida ele dava ordem para eu olhar no espelho em frente ao pé da cama.
Ao olhar puder ver ele abrindo minha bunda e revelando como ele estava deixando meu cú. Um buraco cilindrico aberto o suficiente pra ver dentro do anus. Certamente se eu tivesse um útero, daria pra vê-lo.
Ele cuspiu dentro do cú e voltou a enfiar a pica. Apesar de nenhuma dificuldade pra entrar, a penetração continuava muito dolorida.
Depois de muito tempo fodendo meu cú de quatro, ele pediu que eu fosse até os pés da cama e de quatro me deu o pau para mais um tempo de boquete. Sentia o gosto do meu cú no pau dele.
Depois ele me puxou pelo cabelo e me botou de pé em cima do colchão. Mandou eu me virar de costas pra ele, afastar as pernas e empinar bem a bunda.
Levei mais um monte de tapa na bunda e ele segurou minha cinturas com as duas mãos e me forçou pra baixo.
Obedecei seu comando e senti a cabeça do pau dele me cutucar o cú. Em seguida suas mãos passaram pra tras da minhas coxas e ele mandou eu sentar na pica dele.
Senti a pica escorregar pra dentro e quando já tinha entrado metade dela e me puxou pra trás e antes que eu caísse da cama ele me apoiou em seu colo.
Apoiei minhas costas em seu peito e ele deixou meu corpo arriar e meu cú engolir o restante do pau até sentir suas bolas.
Fui virado e de frente pro espelho comecei a ser fodido naquela posição.
Procorei por seus braços para ter mais segurança pois quando ele me fodia em seu colo a sensação era de que seria jogado no chão.
Eu não tinha o que fazer naquela posição a não ser gemer muito e choramingar.
Eu me vendo no espelho naquela situação me sentia ridículo.
O barulho do meu cú sendo socado pelo seu pau com tamanha violência era de ar comprimido que de vez em quando escapava e fazia um som de frouxidão, um objeto sendo comprimido contra uma superfície úmida.
Então foi que comecei a prestar atenção numa espécie de urro que ele começou a soltar e senti o liquido quente unundando meu cú e meu intestino.
Ele não parava e minutos depois ainda urrava e metia feito louco. Eu já podia ver seu pau recoberto por uma espuma embranquiçada como claras em neve.
Ele começou a mandar eu gozar pelo cú. Ele diia: Goza, goza no meu pau seu viadinho de merda. Goza e me mostra a putinha que você é, vai!
Ao ouvir isso algumas vezes meu pau mesmo muito flácido começou a babar um liquido incolor e ralo que sujou tod o chão do quarto.
Assim que terminei, eu estav exausto e ele sentiu meu corpo ficar mole e ele me arriou quase de rosto no chão e mandou eu lamber todo o gozo que saiu do meu pau.
depois que eu lambi aquilo e mandou eu ficar de joelhos, direcionou o pau todo coberto daquela clara em neve e me fez limpar tudo.
Depois se retirou sem falar nada se trancou no banheiro por quase meia hora, saiu e foi se trocar. Me madou vstir a roupa do jeito que eu estava e me levou até a porta do apartamente e interfonou pr portaria avisando que eu estava saindo.
Tive de ir pra casa todo sujo de porra. Eu chamei um uber que estranhou meu estado, mas me levou em casa.
Ainda estou em choque por esta última foda.
Como pode alguém tratar outra pessoa dessa forma e ainda por cima, eu sentir o que estou sentido neste momento.
Eu não vejo hora desse desgraçado entrar em contato comigo de novo e o pior e que não sei o motivo correto desta ansiedade. Pois apesar da raiva que sinto dele por ter me fodido daquela forma e me mandado embora sem direito a um banho sequer, eu tambémestou maravilhado pelo macho viril e potente que ele é.
Agora sei que o estado que ele deixou meu cú é permanente, então não estou mais preocupado com a estética. Mas porque ele ainda me faz sentir tanta dor durante a foda? Alguém me explica isso.


Jotinha menina não reclama, você gosta ou não?