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Eu desejei minha vizinha e bati punheta para ela

Eu confesso que bati muita punheta para minha vizinha Angela.
Em Santos os predios sao muito proximos e os apartamentos laterais quase sempre dao “janela com janela”. Eu morava na rua Floriando Peixoto, no Gonzaga. Eu sempre gostei de ficar pelado em no apartamento, e desde que nao houvessem crianças no predio da frente, nunca me importei que me vissem pelado, muito pelo contrario. Tive momentos de muito tesao por me exibir peladao na frente da janela, mas tive momentos muito embaraçosos. Um dos melhores momentos foi quando comecei a flertar com uma morena maravilhosa, chamada Angela, que ficava a tarde com uma camisolinha verde, semi-transparente, lendo numa cadeira na frente da janela da sala dela. Passamos a trocar tchauzinhos e beijinhos. Eu ficava pelado, batendo punheta, mas ela nao conseguia ver meu show, pois ficava num andar mais baixo do que o do meu apartamento. Mas ela sabia que eu estava punhetando, pois fazia aquela carinha de “voce esta fazendo arte” para mim, quando via eu fazer movimentos masturbatorios. Um dia em subi num banquinho e deixei ela ver eu bater até esporrar. Arrisquei. Ou ela gostaria muito, ou nao ia mais querer me ver. Foi legal porque ela gostou. Um dia marcamos um encontro la embaixo, na portaria do predio dela. Me falou que se chamava Angela, que estava separada haviam 4 meses e que gostava de me ver tocando punheta na janela. Eu falei para ela que adorava ver os bicos das tetas dela atraves daquela camisolinha verde semi-transparente e que esporrava na punheta todos os dias só em pensar neles na minha boca. Marcamos uma saida no final de semana. Fomos para um motel em Praia Grande, no carro dela. Durante o trajeto, quando coloquei a mao no meio das pernas dela por cima da saia e calcinha, pensei que ela havia mijado, de tao molhada que estava. O ar no carro cheirava a boceta melada, um cheiro que quase estava me fazendo esporrar antes da hora. Chegamos no motel. Os bicos das tetas eram MARAVILHOSOS, marrom escuros, estufadinhos tipo “puffie” que quando mamados arrepiavam, deixando os mamilos durinhos, eretos por uns trinta segundos, voltando depois ao estado estufadinho de “puffie”. Tetas apaixonantes. Imaginei Angela durante a fase de amamentaçao. Perguntei se o marido dela mamava o leite, e ela disse que nao, apesar de ter ficado com as tetas enormes e ter muito excesso de leite. Um desperdi­cio, pensei! Eu mamei o leite de minha mulher durante 3 anos seguidos, pois ela tinha muita produção. Como é que o cara nao tinha mamado o leite da Angela?

Bom, ela me deu um banho de boceta e esfregou a xoxota em todo meu corpo, no meu rosto, me melou todinho. Metemos loucamete. Fiz ela gozar 3 vezes chupando o grelinho. Ela sugou meu caralho deliciosamente. Controlei para esporrar dentro da Angela, o que aconteceu depois de 2 horas de foda e amor. Tomamos banho juntos, e ainda mostrei para ela de perto como é que um homem bate punheta, pois ela disse que seu ex-marido nunca deixou ela ver isso, e ela tinha curiosidade em ver um homem esporrar sozinho se masturbando.

Pagamos o motel e fomos embora. Continuei a bater punheta na janela, mas semanas depois a Angela mudou-se nao sei para onde. Até hoje lembro das tetas dela na minha boca, do gosto dos liquidos vaginais, do cheiro delicioso do cuzinho dela, do perfume natural de seu corpo, da maciez de seus pezinhos sendo chupados e beijados. Se por acaso, Angela, voce ler este conto, entre em contato comigo, pois continuo batendo punheta e esporrando por voce. A referência é Floriano 237. Morro de saudades de você, e passados 20 anos, até hoje bato punheta e esporro jatos fortes de sêmem pensando em você.

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Escrito por Anônimo

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Sou homem e tenho vergonha de ter bunda grande