em

Eu não presto

Eu confesso que não presto. Eu mesma me surpreendi com as minhas atitudes e baixarias que cometi, mas que me excitaram ao máximo.
Sou colegial e apesar de jovem, já estou noiva.
Certo dia, minha amiga também noiva me ligou pedindo que os acompanhassem a um cinema, pois a mãe dela não permitia que fossem sozinhos.
Marcamos na porta do cinema. Seu noivo e eu chegamos, quando recebi uma telefonema de minha amiga, dizendo que sofrera um imprevisto e que não poderia ir.
Sem saber exatamente o que fazer, decidimos entrar e assistir ao filme.
Eu, apesar de noiva, não tinha a menor experiência sexual. Meu noivo, o máximo que faz, é, na hora da despedida, quando nos encontramos, me dar um selinho. Nada mais.
Por isso, eu não me conhecia.
Dentro da sala de cinema o noivo de minha amiga passou os braços sobre meus ombros. Eu quis retirá-los, quando ele introduziu uma de suas mãos dentro da minha blusa e tocou meus seios.
Senti uma excitação incontrolável e não mais esbocei qualquer reação. Durante o filme ele me alisou e me beijou. Eu pensava em meu noivo e em minha amiga, mas não resistia a sensação provocada pelos carinhos. Quando saiu, o noivo de minha amiga me convidou para irmos a um motel. Eu lhe disse que era virgem. Meio sem acreditar, ele me disse que não me preocupasse, que faríamos tudo sem que eu perdesse a virgindade.
Eu estava excitadíssima, não resisti ao convite e topei.
La chegando, ele me despiu e pediu que eu ficasse de quatro. Tentou entrar no meu ânus. Morri de medo porque já haviam me dito que relação anal doía muito. Mas não doeu. Pelo contrário, foi muito gostoso, enquanto eu sentia aquele cabo engrossando dentro do meu corpo. Gemi, mas não foi de dor. Foi de prazer.
Aí ele passou a me dar tapinhas no bumbum e no rosto, me chamando de vadia e de safada. Quanto mais ele me ofendia e batia na minha cara, mais excitada eu ficava. Acabou saindo de dentro de mim, mandou que eu ficasse de joelhos, lambesse seu saco e chupasse seu pinto, enquanto continuava a dar tapinhas no meu rosto. Eu obedeci, quando ele disse que eu era uma vagabunda, colocando galhos na cabeça de meu noivo. Que ele também estava tendo prazer em transformá-lo em um corno. Que depois que eu casasse ele queria continuar me comendo.
Passei a chupá-lo energicamente, enquanto ele me botava abaixo de zero, até que gozou, esporrou toda minha face e na minha boca.
Fiquei excitadíssima, mas preocupada com o que eu tinha feito.
Ontem encontrei com meu noivo, que de novo não me tocou, apesar de todo desejo que eu tinha que fizesse. Como não fez, aumentou o meu desejo de reencontrar o noivo de minha amiga, para novamente ser sua puta e deixar que ele fizesse de mim o que quisesse.
Devo telefonar para ele?

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Primeiro beijo gay com pegada

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Não veja a hora de dar