Não me recordo exatamente como começou. Eu estava na escola, então devia ter lá pelos 10 anos. Eu lembro que ele estava uma série ou duas acima da minha, então devia ter entre 11 e 12.
Era sempre sem penetração. Sem roupa, mas sem penetração. O pai dele viva fora de casa fazendo bicos como ajudante de pedreiro, então ficávamos bem a vontade.
Acho que a primeira vez ele pediu pra eu por a mão no pinto dele. Quando eu coloquei, ele colocou a mão dele por cima da minha. E ficou movimentando pra cima e pra baixo.
Era sempre no estilo “troca troca”. O que eu fazia nele, ele fazia em mim. As vezes ele pedia pra eu deitar de bruço, e ele ficava por cima, esfregando o pau em mim.
Um dia eu falei pra ele fazer igual faziam na tv, nas novelas. Ele por cima, eu por baixo, um de frente pro outro. Minhas pernas ficavam flexionadas, então dava um encaixe perfeito. Ficamos uns 30 minutos assim, só esfregando.
Nisso ele me beijou. Era a primeira vez que alguém me beijava na boca. Eu não sabia o que fazer, então fiz o que eu tinha visto em filmes. Beijei também, sentindo o corpo dele em cima do meu.
Uma coisa que eu lembro bem era dele ter ereção. Eu não tinha, ou pelo menos não lembro de ficar de pau duro. Mas o dele sempre ficava duro, e um dia ele pediu pra eu por na boca. Outra vez, nem eu nem ele sabíamos bem o que fazer, então deviam ser boquetes terríveis kkkkkkk
Mas o pau dele era bem grande. Disso eu lembro muito bem.
Ficamos alguns meses nesses pegas. Nunca tentamos comer um ao outro, ainda não sabíamos que era assim que dois homens transavam. E nem eramos homens ainda.
Um dia o irmão dele, que devia ter uns 17 anos, viu nós nos beijando. Foi uma baita bronca, seguida de ameaça de contar pros meus pais e pros dele. Mas a ameaça nunca foi cumprida, já que alguns dias depois ele pediu pra nos beijarmos na frente dele. Mais detalhes desse dia eu conto numa próxima confissão.
Eu era criança quando isso aconteceu, mas eu não entendo como abuso. Eu e ele fomos descobrindo nosso corpo e os prazeres que se é capaz de conseguir. O nome dele era Eduardo, e um dia, do nada, ele se mudou pra longe, e eu nunca mais tive contato.
Quem quiser conversar sobre experiências parecidas, pode mandar mensagem. Nunca contei isso pra ninguém, e é cem por cemto real.
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Delícia, cara! Eu também fiz muito isso com um amiguinho na minha infância. Até hoje lembro-me de como nos beijavamos de língua, depois ele me agarrava por trás e eu sentia seu pau duro roçando na minha bunda tentando encontrar o buraquinho e enfiar. Adorava sentir o pau dele entrando e saindo enquanto ele me apertava forte e beijava o meu pescoço dizendo que eu era a sua namoradinha. Hoje sou casado, tenho esposa e filhos, mas te agradeço por me fazer lemdrar de um tempo que até me deu saudades. Não vou negar que depois que li o seu relato fiquei tesão de sentir um pau entrando e saindo no meu buraquinho outra vez.
SAFADINHOS UHMMM
Foram experiências bem precoces, mas e hoje, como tu estás?
Ah cara, estou bem. Casado com um cara a quase 3 anos, satisfeito sexualmente…
Adorei seu relato. Também tive algumas experiências parecidas e até hoje gosto de lembrar e contar quando posso. Até tenho alguns relatos sobre isso aqui. Vou mandar mensagem no privado.
tive exatamente a mesma experiencia q vc, com exceção q o irmão dele nos pegou e ficou só nra bronca. Hj eu lembro disso e tenho saudades dele me enrrabando, sentindo o pau dele roçando minha bunda….
hahahaha a saudade que fica é bem ruim neh?
Hj eu penso que na época eu devia ter aproveitado mais esses lances com ele.
Eu tive somente uma experiencia, mas foi mais light que a sua. Ocorria de juntar o povo na casa de um pra assistir porno, vários batendo punheta ao mesmo tempo, mas não lembro te ter ocorrido nessas vezes algum toque entre a gurizada. Eu gostava de ver o pau dos outros, maioria era maior que o meu e tinham prepucio, eu adorava ver o pau dos meus amigos, tinha vontade de pegar, mas não tinha coragem. A experiencia mais forte que tive, eu e ela tinhamos em torno de 13 anos, Carlos Eduardo o nome dele, e tinha um pau que dava uns 3 do meu, era grande e grossão. Estavamos viajando de onibus a noite, indo pra um acampamento. Quando o onibus entrou em um trecho sem iluminação da estrada, ficou totalmente escuro, eu sinto o braço dele batendo ritmado em mim, e sinto aquele cheiro de rola que o pau dele tinha (sabia pelas punhetas em grupo). Cutuco ele.. “que foi ?” .. ele .. “to socando uma” e continuou, segundos depois ele sussura.. “pega nele, por favor” .. fique negando, mas era a oportunidade de pegar o pau dele, logo um dos paus maiores do nosso grupo de amigos, acabei aceitando e peguei .. “agora bate”. Fiquei ali do lado dele batendo punheta pra ele um tempo, tava um escurão, pegando e sentindo aquele pauzão, até que o onibus entrou em um trecho iluminado novamente, e nunca mais tive oportunide. Sinto saudade, queria muito ter aproveitado melhor isso.