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Fui abusada no caminho da escola

Eu tinha apenas 15 anos e era uma menina linda. Na escola todos os meninos viviam me assediando e aquilo me deixava com muita vergonha e um pouquinho de medo. Nunca dava atenção a nenhum deles, meus pais eram muito rígidos e me criaram para ser uma moça de respeito focada nos estudos e que não ligasse para garotos estúpidos.
Mesmo assim, tinha um menino que vivia mexendo comigo, seu nome era Leandro. Ele era dois anos mais velho que eu. Era alto, moreno e musculoso. Era o rapaz mais bruto e encrenqueiro da escola. Todos tinham medo dele, sempre que me via pelos corredores vinha em minha direção e falava coisas nojentas pra mim "Tá ficando gostosinha agora que tá crescendo anjinho" ou uma vez quando passou a mão no meu bumbum e disse: "Que rabinho gostoso, princesinha". Eu sempre saía envergonhada e chorava no banheiro.
Um certo dia, minhas amigas decidiram ir ao cinema após a aula, eu não pude ir pois tinha as tarefas de casa para fazer. Me despedi delas e segui meu caminho sozinha o caminho para minha casa era bem tranquilo e tinha uma parte ladeada por um matagal. Naquele dia caia uma chuva bem levezinha e minhas roupas ficaram um pouco molhadas. Continuava caminhando quando ouvi umas vozes e risos atrás de mim, ignorei até que uma das vozes falou muito perto de mim: "Oi princesinha". Eu paralisei, reconheci a voz de Leandro e ao me virar deparei-me com ele e mais dois amigos. "Olha só tá toda molhadinha" disse ele olhando para os meus seios. Cobri-os na mesma hora com os braços, morrendo de vergonha, estava usando um sutiã bege sem bojo naquele dia e a blusa molhada demarcava meus mamilos entumecidos.
“O que vocês querem?” perguntei. Eles riram e Leandro disse “Calma gatinha, a gente só quer brincar com você” disse ele se aproximando de mim, tentei me afastar, mas ele agarrou meus braços e me aproximou pra perto dele. “Me solta, você tá me machucando”, eles apenas riram do meu desespero “Me deixa ir, por favor” disse já lagrimando de tanto medo. Leandro começou a me arrastar pro matagal, comecei a gritar por socorro. Então ele deu um tapa no meu rosto que me fez cair no chão, ele então me levantou agarrando pelos cabelos dizendo: “Se fizer de novo mato você” nunca havia sentido uma dor e um medo tão horríveis.
Eles me arrastaram pro meio do mato e quando já estávamos bem longe da rua ele disse: “Tira a roupa”, eu só conseguia chorar estática de dor e pânico. “Mandei tirar a roupa putinha!” eu disse um fraco não. Ele então enfurecido ameaçou me bater de novo, eu tentei correr, mas outro menino me pegou com força “Obedece ele porra”. “A gente não vai fazer nada contigo, só tira a roupa” eu pedia em meio a muito choro que não fizessem aquilo comigo, por favor. “Você é uma putinha, acha que pode tratar homem assim? Vou te ensinar a me respeitar, sua vadiazinha!”. Ele veio em minha direção e me jogou com força no chão se jogando em cima de mim logo em seguida, eu tentava afasta-lo, mas ele era muito mais forte que eu e depois de muita luta ele me bateu de novo e me mandou ficar quieta. Em seguida rasgou minha blusa e meu sutiã e se pôs a chupar meus seios pequenos e intocados, suas mãos então desceram para debaixo de minha saia e arrancaram minha calcinha de uma só vez eu gritei novamente histérica “Você disse que não ia fazer nada!” gritei chorando tentando abaixar a saia mas ele ignorou.
Olhei para os lados e os outros meninos estavam se masturbando enquanto aquele monstro levava a minha inocência. O que aconteceu em seguida é terrível demais para ser descrito e apesar de tudo isso, em menos de um ano os três estavam livres e entregues aos braços da sociedade mesmo após terem estragado a vida de uma menina.
Em seguida ao acontecido eu tive depressão, fiz inúmeras tentativas de suicídio, engordei muito e cheguei acreditar que nunca voltaria a ser feliz. 15 anos depois, encontrei uma pessoa que conseguiu me convencer de que eu estava errada e recolocou minha vida nos eixos novamente. Hoje trabalho e tenho uma filha e um marido que amam muito e me ajudam todos os dias a ver a beleza da vida que por muito tempo achei houvesse desaparecido.

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Escrito por Anônimo

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