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Gay Virgim

Eu confesso que desde muito criança eu sempre me senti diferente dos outros meninos. Mas nunca fui afeminado. Pelo contrário, sempre fui muito brigão. Com os meus onze anos eu comecei a sentir atração por um colega. Mas nunca demonstrei. Meus pais eram muito católicos e isso seria uma aberração para eles. Mas num dia em que ficamos sozinhos em casa, jogando ganhe, chegamos a brincar de sentar um no colo do outro, de shorte mesmo. Aquilo foi muito prazeroso. Principalmente quando eu senti que ele estava quase gozando, que não se atentou e me segurou pela cintura, me apertando enquanto eu rebolava em seu colo. Mas ele ficou com vergonha e receioso na hora e parou antes de se melecar todo. Na época de usava shorts de nylon bem fininho. Ainda bem. Pois meu tio chegou ligo em seguida, a tempo da gente disfarçar. A gente passou a ficar com uma baita vergonha um do outro. Nunca mais nos falamos direito. Eu cresci, namorei, me casei e, só depois de uns meses de casado foi que eu comecei a sentir meu lado fêmea querendo aflorar denovo. Lembro me da primeira vez que me introduzi. Peguei uma cenoura não tão grossa e a vesti com uma camisinha. Me tranquei no banheiro e enquanto forçava meu cú a engolir, com certa dificuldade, o legume, minha mente viajava nos meus desejos mais secretos. Como minha esposa só voltaria a noite e eu estava em meu dia de folga, comprei umas cervejas, botei Legião no system e deixei minha imaginação flutuar. Voltei pro banheiro e tentei de novo. Eu queria sentir aquilo totalmente dentro de mim. Doeu e até cheguei a sangrar, mas meu cú acabou por engolir a cenoura. Enfiei toda, deixando apenas parte da camisinha pra fora do meu cú. Tomei banho e me vesti. Até fui comprar mais cerveja, com a cenoura inteira dentro de mim. Não me esqueço a sensação. Com o tempo me tornei expert na arte de me penetrar. Planejava com antecedência tudo. Hoje eu sou viciado em porn gay e improviso com perfeição meus consolos. Sinto muito tesão em dar pra um macho de verdade, que não seja apenas na imaginação. Vontade de sentir um homem fixar no meu reto, na minha boca, na minha cara… Me humilhar na piroca, me fazendo de mulherzinha. Mas, com meus cinquenta anos, embora um coroa bonito, como costumam dizer, meu tempo passou. Tenho vinte e cinco anos de casado, dos filhos é uma família que sequer duvida da minha masculinidade.

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Escrito por Anônimo

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