Sou da roça e meu pai é fazendeiro. Recebi instrução, porque ele trouxe da Capital uma professora particular, pois onde eu morava era roça mesmo. Aprendi a respeitar e nunca discutir com os mais velhos, obedecendo-os incondicionalmente. Lá eu tinha tudo que necessitava inclusive internet. Adquiri certa cultura, escrevo razoavelmente, mas não perdi a simplicidade e a forma se ser de quem é realmente interiorano.
Por isso, meus pais resolveram me mandar para a Capital, a fim de que eu me desenvolvesse socialmente e completasse meus estudos.
Fui para um pensionato e para um colégio. No colégio, todas mais novas que eu, fiz amizade só com uma menina. Lá, apesar de ser a mais velha (completei 18 anos a poucos dias), ela me consideram boba, pelos meus hábitos do interior.
No pensionato, fiz amizade com duas meninas.
Uma me disse que não sou boba, mas ingênua, incapaz de identificar a malícia e de me esquivar dela.
A outro, diz que sou muito bonita, mesmo sem trato e que se me vestir melhor, vou ser muito cobiçada pelos homens. Diz que meu rosto é lindo, meus olhos grandes, meu nariz afilado e minha boca atraente. Diz ainda que meus seios são durinhos, que tenho cintura fina, bumbum bem formado e pernas grossas. Diz ainda que ando normalmente com um gingado gostoso.
Quando volto da escola para o pensionato, tenho vindo de carona, no carro do pai da única amiga que tenho lá e que mora aqui perto.
Certo dia, fim de aula, quando sai do colégio, deparei com o pai da minha amiga, dizendo que ela adoecera e que ele viera me buscar assim mesmo.
Entramos no carro. Quando seguíamos em direção ao pensionato despencou uma tempestade.
Era inicio de noite e a visão estava difícil. Tivemos que parar em um acostamento.
Enquanto esperávamos, ele colocou uma música para ouvirmos. Começamos a conversar. De repente ele se aproximou e começou a passar sua mão sobre meus cabelos. Depois, desceu e começou a abrir minha blusa.
Pensei em impedi-lo, mas veio o pensamento de que não podemos discutir e nem nos opor aos mais velhos. Afinal, ele é um senhor bonito, mas um senhor a quem devo respeito.
Ele tocou meus seios e eu senti um calafrio. Depois pôs suas mãos sobre minhas coxas, subiu e entrou em minha calcinha, passando a me tocar e fazer movimentos. Nunca eu tinha passado por isso. Estava desesperadamente excitada. Ele seguiu me beijando e, sem que eu conseguisse me controlar, passei a sentir uma aflição deliciosa, a gemer e arfar involuntariamente, até que no fim de uma sensação imensa, tudo terminou.
Ele perguntou se eu havia gostado e eu disse que sim, mas que não sabia direito o que acontecera, porque nunca tinha passado por aquilo.
Chegando ao pensionato contei para uma de minhas amigas o que se passara. Ela me disse para nunca mais entrar no carro do pai da minha colega e que ele havia abusado de mim.
Contei para a segunda e ela me disse que, se eu havia gostado, deveria repetir e quem sabe até eu poderia obter outras vantagens.
Não entendi nada, mas na verdade estou com uma vontade louca de sentir de novo o que o pai da minha colega me fez sentir.

