João e Maria (sogra) – 2
João, um homem de 35 anos, esperou meses por outra chance com Maria, sua sogra de 48 anos. O desejo por ela tinha começado numa tarde na casa dela, quando a viu com um micro biquíni, o tecido minúsculo abraçando a bunda redonda que o deixou sem ar. As visitas dela à casa dele só alimentaram o fogo — Maria usava vestidos leves que, ao se mexer, revelavam micro calcinhas rendadas, um detalhe que ele guardava como um segredo quente. Ele ligava pra ela com frequência, tentando puxar conversa, mas as respostas curtas só atiçavam a vontade que crescia desde aquele dia na piscina.
Num dia qualquer, o telefone tocou. Era Maria, dizendo que brigou com o marido e pedindo que ele a buscasse de moto. O plano dela era se arrumar pra provocar ciúmes no marido, mostrar o que ele podia perder. Pra João, era a chance de ir além — ele ainda lembrava da boca habilidosa dela, um momento que o marcou profundamente. “Chego logo,” respondeu, o coração acelerado, e em dez minutos estava na porta dela.
Levou Maria até a casa de uma amiga pra ela se arrumar. Enquanto esperava, o micro biquíni vinha à mente, misturado ao prazer que aquela boca já tinha lhe dado. Quando ela terminou, ligou pra ele, e João, já a caminho, mal continha a excitação. Ela subiu na moto, o corpo colado ao dele, e ele sugeriu, a voz rouca: “Vamos passar lá em casa pra terminar o que começamos?” Maria concordou, mas avisou: “Tem que ser rápido, pra ninguém desconfiar.” Pra ele, era o momento de superar aquela lembrança antiga.
Chegando em casa, João entrou pela cozinha, o coração disparado. Tentou beijá-la na hora, mas Maria desviou o rosto, cuidando do batom roxo, só pra deixar ele deslizar os lábios pelo pescoço e pelos seios, a pele quente reacendendo o desejo. Ela foi até o sofá da sala, ficou de quatro, exibindo a bunda que o obcecava. Pra João, era um sonho se tornando real. Enquanto a tomava, as mãos firmes na carne macia, perguntava se ela estava gostando, misturando desejo com provocação. O corpo dela tremia, e Maria anunciou que ia gozar. Ele a deixou chegar lá, o prazer dela ecoando no dele, mas quando ela se vestiu e pediu pra voltar pra casa, preocupada com os outros, João sabia que ainda queria mais.
No caminho, com ela na garupa, ele comentou, quase rindo: “Sogra, você gozou, mas eu ainda não.” Maria respondeu: “Então entra em casa comigo, mas tem que ser rápido, os vizinhos aqui adoram uma fofoca.” Chegaram, e João a seguiu até o quarto, o pau endurecendo só de lembrar da micro calcinha aparecendo sob o vestido numa das visitas dela. Lá, só um colchão de casal no chão — Maria ainda não tinha cama nova. Ela tirou a roupa, deitou-se e o chamou, o corpo exposto como ele sonhava. Ele foi, possessivo, e a tomou ali, no clássico papai e mamãe — ou melhor, genro e sogra. Gozou intensamente, enchendo o ventre que gerou sua esposa, o clímax carregado da lembrança daquela boca habilidosa e de meses de tesão contido.
Depois, pra evitar suspeitas, deu um beijo leve nos lábios dela, uma apertada na bunda que o levou até ali, e saiu rápido. O corpo estava saciado, mas a mente ainda guardava o micro biquíni e o gosto daquela habilidade, um fogo que não ia apagar tão cedo.




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Um conto erótico..nada real..mas deu tesão de ler
Marcelo, obrigado pelo comentário. Eu te garanto que tudo que narrei, embora em um tom literário, realmente aconteu exatamente da forma que foi escrito, só escrevi em formato de conto para ser mais prazerosa a sensação de quem está lendo.
https://meusdesabafos.com/joao-e-maria-sogra/
Leia a primeira parte. Vou escrever a terceira se alguém pedir