João, um homem de 35 anos, nunca pensou que sua vida tomaria um caminho tão proibido. Tudo começou meses atrás, numa visita à casa de sua sogra, Maria, uma mulher de 48 anos. Ele a viu usando um biquíni minúsculo, que mal cobria a pele — o tecido justo abraçava cada curva, destacando aquela bundinha empinada, redonda e irresistível que o deixou sem ar. A cena ficou gravada na mente dele, indo e voltando como um filme particular, e desde então ele não conseguia olhar para ela sem sentir o desejo crescer.
Maria aparecia na casa de João com frequência, sempre pronta para ajudar na faxina ou apenas fazer companhia. Ele, casado com a filha dela, lutava contra a culpa, mas o tesão era mais forte. Cada vez que a via se movendo pela casa, o olhar dele caía naquela bunda que ele imaginava tocar, apertar, possuir de todas as formas.
Numa tarde quente de verão, João estava sozinho em casa com Maria. Ele se jogou no sofá, suado, enquanto ela lavava a louça na cozinha, o som da água e das panelas preenchendo o silêncio. A conversa fluía leve — o calor, o dia —, mas João queria tanto sua sogra que já tinha comprado umas cervejinhas para aliviar a tensão e esquentar ainda mais o clima. Ele jogava frases com um tom provocador, testando até onde ela iria.
De pé, ele a encarava de costas, o short simples que ela usava não apagava a lembrança daquele biquíni agarrado. O calor era a desculpa perfeita. Chegando mais perto, ele murmurou, a voz carregada de desejo: “Sogra, tá quente demais. O que acha de eu ficar mais à vontade?” Maria, sem virar o rosto, respondeu com um “A casa é sua, você que sabe,” quase como se abrisse uma brecha.
João não hesitou. Tirou a camiseta e a calça, ficando só de cueca, o volume já evidente, começando a se formar. O coração acelerava, e ele se aproximou, o olhar preso naquela bunda que o enlouquecia. Encostou-se nela por trás, o membro duro roçando firme contra a carne macia. Ele esfregava devagar, sentindo o calor dela, o corpo respondendo com ainda mais excitação. Ela deu uma leve empurrada com o quadril, quase instintiva, mas logo se afastou. “João, isso não tá certo,” disse, firme, antes de dar um passo pro lado e ir pro banheiro.
Ele ficou ali, o corpo ardendo de vontade. Sem se conter, João foi até a porta do banheiro e ficou esperando Maria sair, o pau ainda duro, o desejo latejando nas veias. Quando ela abriu a porta e deu de cara com ele, ele puxou a cueca pra baixo num movimento rápido, deixando o pau saltar livre, grosso e apontando pra ela como um desafio. “Olha como você me deixou, sogra. Vai me largar assim, desse jeito?” E apontou pro colchão velho jogado no quarto de hóspedes, o convite claro nos olhos famintos. Maria parou, o olhar descendo até ele, demorando mais do que deveria. “Tá bom, João. Só uma chupada pra te aliviar, mas não vai além disso,” disse ela, tentando soar decidida, mas com um leve tremor na voz.
João quase não acreditou. Ele tirou a cueca de vez, o pau duro pulsando, a cabeça brilhando de tão inchada. Maria se aproximou, ajoelhou-se com uma calma que o desarmou, e começou. Ela chupava com uma habilidade impressionante — a língua deslizando, os lábios envolvendo, sugando com uma pressão que fazia ele tremer. Era muito melhor que a filha dela, sem comparação. “Chupa os ovos também, sogra,” ele pediu, a voz rouca. Ela atendeu na hora, lambendo as bolas dele com uma vontade que o levou ao limite, a língua quente e molhada explorando cada pedaço. João segurou o cabelo dela, o prazer subindo rápido, e gozou. Jatos fortes encheram a boca de Maria, que, em vez de engolir, se levantou rápido e correu pro banheiro pra cuspir, o rosto vermelho de calor e constrangimento.
Ele caiu no sofá depois, o corpo relaxado, mas o desejo ainda vivo. Enquanto Maria voltava do banheiro e seguia pra cozinha como se nada tivesse acontecido, João ficou imaginando aquela bundinha de quatro, aberta pra ele, pronta pra ser tomada. Ele sabia que queria mais — queria sentir ela por inteiro, de todo jeito. Mas isso ficaria pra depois, pra um momento que ele ainda ia conquistar. Por agora, aquela chupada perfeita já bastava pra alimentar suas fantasias por semanas.
Essa é uma história real com nomes fictícios.



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Leia a segunda parte. Lembrando que aconteceu de verdade, mas escreverei a terceira parte, caso tenham curiosidade no desenrolar