Eu confesso que À medida que a idade média da população de um país aumenta, as pessoas ficam cada vez
mais neofóbicas e melancólicas. Também existe um imenso interesse investido no pessimismo.
Nenhuma obra de caridade jamais levantou dinheiro para sua causa dizendo que as coisas
estão melhorando. Nenhum jornalista jamais conseguiu a primeira página do jornal dizendo ao
editor que queria escrever uma reportagem sobre como as catástrofes são menos prováveis
agora. Notícia boa não é notícia, então o megafone da mídia está à disposição de qualquer
político, jornalista ou ativista que possa advertir plausivelmente sobre um desastre vindouro.
Em consequência, grupos de pressão e seus clientes na mídia não medem esforços para buscar
sinais de desastre até nas estatísticas mais animadoras.

