Eu confesso que casei-me com um perdulário, que irresponsavelmente acabou por recorrer a um agiota. Claro que vencido o prazo, não teve como pagar. Foi ameaçado e recentemente o credor bateu em nossa casa.
Meu marido, não quis atender e me pediu que o fizesse, tentando negociar sua dívida, oferecendo um terço, com adiantamento, mas me recomendou que em hipótese alguma permitisse que o credor subisse até nosso quarto, onde se escondia, fazendo para isso o que fosse preciso.
Desci para atender a porta e surgiu um homem armado, embora muito atraente, com um olhar aterrorizador.
No princípio, tremi. Mas ele me tratou com cortesia. Fiz a proposta de pagamento de um terço, sendo que o restante seria dado dentro de um mês.
Ele sorriu e disse que queria falar com meu marido. Falei que ele não estava ao que ele, após por uma de suas mãos sobre meu ombro, disse que a aceitação da proposta só dependia de mim.
Perguntei a razão, mas pensando no pedido de meu marido de que deixasse ele subir, em qualquer hipótese, disse que faria o que estivesse ao meu alcance.
O credor desceu sua mão sobre minha blusa, começou a desabotoá-la. Fiquei desorientada sem saber o que fazer. Ele após apalpar meus seios, por dentro de minha blusa, se aproximou e beijou minha boca. Eu não tive como reagir.
Após correr suas mão sobre todo o meu corpo, disse que aceitaria a proposta e voltaria no mês seguinte para receber o restante.
Ao meu marido, obviamente, só contei que ele aceitara a proposta.
Mês seguinte, no dia, meu marido fugiu, saindo de casa e deixando a instrução de que eu oferecesse mais um terço.
Fiquei sozinha, quando o credor bateu na porta. Atendi e propus pagar mais um terço, recursos que meu marido deixara em casa.
O credor voltou a sorrir e disse novamente que tudo dependia de mim. Desta vez, não me tocou. Perguntei como? Ele respondeu dizendo, que aceitaria se eu saísse com ele. Falei que não seria possível, ao que retrucou que me daria 72 horas para pensar.
Estou atônita. Não sei o que fazer, temendo que ele faça mal a meu marido, mas confesso que também estou me

