Eu confesso que meu amigo pediu que eu admitisse sua filha, como minha secretária, em meu escritório de advocacia. Quando chegou para conversar estava discretamente vestida. A menina era um pitelzinho, mas muito jovem.
Garota de 18 anos, inexperiente, ativa, lourinha, curvilínea, olhos claros. Inteligente na entrevista, não tive dúvidas em admiti-la.
Eu sempre a tratei com o máximo respeito, mas toda vez que vem conversar comigo, fita meus olhos com um olhar insinuante.
Eu sou casado e tenho o dobro de sua idade, razão pela qual não podia acreditar que aquele modo de olhar fosse malicioso.
Só que um dia, no fim do expediente, ela se aproximou, ficou com seusrosto próximo ao meu, olhou fixamente dentro de meus olhos e sorriu com um sorriso cativante e com ares convidativos. Ela estava inebriantemente cheirosa. Aquela boca a centímetros da minha, aquele olhar angelical e uma ligeira inclinação do rosto me cegaram e nos beijamos como nunca eu recebera um beijo tão excitante.
Depois disso, eu fiquei atônito, parado em sua frente, sem saber o que fazer. Ela simplesmente se despediu com um sorriso e disse: você não vai mais se esquecer de mim.
Nos dias seguintes, ela não mais tocou no que acontecera e eu não conseguia nem olhar em seu rosto. Esteve extremamente discreta, não só na maneira de se vestir, mas também na de se comportar.
Eu pensei em demiti-la. Cheguei a me decidir. Mas, sempre quando aparecia eu não tinha coragem.
Até que, no fim da semana passada, ela me disse que queria conversar comigo logo após o expediente. Eu disse que a esperaria e, para mim mesmo, que eu não perderia aquela oportunidade para demiti-la.
Pouco depois que saiu o último funcionário do escritório, ela bateu na minha porta. Eu a mandei entrar. Mas, quando entrou ela estava mais linda do que nunca. Aproximou-se sem falar uma palavra, deixando a mostra parte de seus seios, na parte superior da blusa cuidadosamente desabotoada. Eu fiquei inerte. Ela me beijou de novo. Não houve como resistir. Nos atiramos sobre o sofá e transamos como nunca eu havia transado.
Eu disse que aquilo não estava certo e ela retrucou que sonhava que eu a assumisse como amante.
Eu estou alucinado, cego de amor e de tesão por ela. O pior é que sou casado e ela é filha de um grande amigo. Não sei mais o que fazer, porque na hora da verdade eu não resisto e sucumbo a seus encantos. Ela me domina.



Tem um ditado: “Onde se ganha o pão não se come a carne.” Cuidado, Você é advogado, sabe que isso ainda pode virar uma merda danada né?
Me fez lembrar o que me pai dizia: ” se a mulher soubesse o poder que ela tem, ela dominaria o mundo, sorte nossa que ela não sabe!”. Meu amigo, não tenho nada com isso, mas essa garota vai levar tudo que você tem, escreva isso.