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AMOAMO

No trabalho

Tenho 28 anos, sou casada, sem filhos, Técnica em Segurança do Trabalho numa grande empresa nacional. Quero contar isso porque não posso falar com mais ninguém e ainda não digeri tudo.

Estou nessa atividade há alguns anos e sempre fui assediada, algumas vezes por chefes, colegas homens e mulheres. No geral eu deixo pra lá, mas ao menos duas vezes levei pra frente e teve consequências.

Com o tempo, aprendi a lidar com a maioria das situações e até a evitar que o assédio viesse a acontecer. O problema foi lidar com a situação inversa, ou seja, quando tive vontade de fazer o mesmo com um colega.

Há alguns meses passei a fazer dupla com o “Carlos”. Ele é pouco mais velho que eu, igualmente casado, pai de uma criança e, na opinião de todas as mulheres da empresa, “um pedaço de mau caminho”.

Desde que o vi pela primeira vez, o achei encantador. É quase um Henry Cavil numa versão menos musculosa. É gentil, educado, tem um aperto de mãos maravilhoso e quando nos cumprimentamos, senti um arrepio percorrer a minha espinha.

Nosso trabalho inclui visitar instalações remotas, construções, algumas vezes hospedarmos em hoteis etc, mas muito trabalho fora do expediente, especialmente relatórios. Nessas idas e vindas a gente se conheceu. Ele é aberto, falava bastante da família, dos gostos pessoais. Eu me contive, senão teria dito na lata que queria dar pra ele.

E em razão do trabalho, criamos um “grupo” de duas pessoas no Whatsapp. Era para compartilharmos relatórios, imagens e impressões do trabalho. A ideia era deixar lá para posteriores análises. Mas cometi um daqueles erros que ninguém quer que aconteça conscientemente. Mandei fotos minhas junto com fotos de coisas do trabalho. Duas fotos diante do espelho experimentando biquíni. Quando vi, era tarde. Ele deu um “like” nas fotos me alertando sobre o erro em seguida.

Quando nos encontramos, havia um “sorriso” nos olhos dele e me desculpei.

O tempo passou, relaxamos um pouco com as formalidades e de vez em quando rolava uns esbarrões nos corredores apertados das áreas técnicas. Até que um dia, pedindo passagem, ele segurou nos meus quadris e eu estremeci. Senti uma coisa boa, um tesão estranho. Quando ele passou para o outro lado, tendo percebido, perguntou se estava tudo bem. Pedi pra ele fazer aquilo novamente, em tom de brincadeira, mas olhando nos olhos dele. Ele sorriu e continuou seu caminho.

Eu sou casada sim, vivo uma boa relação com o meu marido, mas há coisas difíceis de superar. Por exemplo, o fato de que transamos pouco e quase sempre, friamente, aquela coisa de lado, sem pegadas, sem chupadas, só pra cumprir tabela.

Depois daquela conversa, fiquei mais na minha, receosa de me colocar no lugar das pessoas que eu condenei antes. Sem falsa modéstia, sei que chamo a atenção. E não é apenas por ser uma mulher que é quase sempre a única em meio a grupos masculinos compostos por pedreiros, serralheiros, engenheiros e todo tipo de trabalhadores. Sou bem cuidada, perfumada, em boa forma.

Acordei atrasada naquele dia, mal tive tempo para escovar os dentes e engolir um café da manhã. Fomos para uma das instalações da empresa, haviam relatórios a ser providenciados acerca do prédio que seria reformado. Entrei no carro com o Carlos, dirigimos por mais de duas horas e começamos a trabalhar. Ficamos sujos de poeira e teias de aranha, demos um duro danado e o trabalho não estava nem perto de ser concluído.

Antes de irmos pra casa, decidi aproveitar as instalações do prédio pra tomar banho. Não levei toalha, mas sempre carrego o mínimo comigo, incluindo sabonete, shampoo e uma camisa limpa. Informei ao Carlos que ficou esperando a vez dele. Entrei, me despi e abri o chuveiro, a água estava fria, mas forte. Olhei pela janela e o sol baixo indicava que estava tarde.

Quando saí nua da baia, tomei um susto. O Carlos estava de pé, ao lado da porta, me olhando. O que você está fazendo aí? Minha voz saiu trêmula. Ele me olhou sério e caminhou em minha direção. Fiquei sem reação. Ele se aproximou, me tocou na cintura, me puxou e me beijou. Correspondi.

Voltamos juntos para o chuveiro, dei banho nele com os meus sabonetes e fizemos sexo.

Me entreguei como se fosse o amor da minha vida. Fiz TUDO. Se é pra fazer bagunça, que seja bagunça.

Ele tem um dote maravilhoso e uma virilidade juvenil. Fizemos de pé, sentados no banco, deitada no banco (de cimento), de quatro, lá e acolá. Pedi pra não gozar dentro, senão teria que tomar pílula do dia seguinte e bagunçaria a minha menstruação. Ele perguntou se eu “chupava gostoso”. Nunca fiz, nem para o meu marido.

Tem primeira vez pra tudo e evitou maiores problemas.

Isso foi há dois meses. Quando saímos de lá, concordamos que seria a primeira e última vez. Não foi.

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Escrito por Helena

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4 Comentários

  1. Acho engraçado as pessoas julgarem. Por aqui, tudo que vejo é homem pedindo pra ser corno, mostrando as mulheres peladas, usando calcinha, dizendo que querem transar com outro homem…Mas basta uma mulher ceder à tentação e ela é apedrejada. Hipocrisia.

  2. Ninguém aqui e santo..ok.. todos nós temos desejos..somo seres humanos..mas se seu casamento não anda bem.. separe .ok..vai viver sua aventura..com seu colega de trabalho..e não machuque seu marido.. que confia em vc..como vc falou vc tem uma boa relação com ele né …pense bem se ele descobrir ..se sentira bem..,vc queria que ele viesse o mesmo com vc? Como vc se sentiria? Sexo é bom ..mas não é tudo na vida..! Logo este seu amigo..enjoara de vc..e não vai querer transar com vc .vai parti pra outra..presa .e vc..sem seu casamento.. separe agora.. enquanto não tem filhos.

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Minha buceta esta destruída

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gosto de gozar e fazer as mulheres gozarem muito