Quase duas décadas atrás, arqueólogos trabalhando em uma câmara funerária na necrópole de Sheikh ´Abd el-Qurna, a oeste de Luxor, Egito, encontraram algo inesperado: uma prótese de dedão do pé primorosamente trabalhada, encaixada nos restos mortais de uma mulher que se acredita ser filha de um antigo sacerdote egípcio de alto status.
O dedo falso, conhecido como Cairo Toe, tem aproximadamente 3.000 anos e é provavelmente a prótese prática mais antiga já descoberta.
A descoberta mais interessante, no entanto, foi que o dedo foi recolocado várias vezes para corresponder exatamente ao pé da mulher.
O dedo do pé atesta as habilidades de um artesão que estava muito familiarizado com a anatomia humana. O fato de a prótese ter sido feita de maneira tão meticulosa indica que a proprietária valorizava uma aparência natural e que ela podia contar com especialistas altamente qualificados para fornecer isso.
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