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O Namorado de Minha Filha

Então… O Namorado da minha filha é um cara de tirar o fôlego da meninada. Eu confesso que o meu também. Minha esposa e eu somos muito liberais com Flávia. Até permitimos a privacidade deles em seu quarto. Até porque ela não é mais uma garotinha.
Eu não deixo transparecer, mas sempre tive uma queda por homens. Principalmente pelos mais jovens. Mas nunca havia me permitido qualquer tipo de relação homossexual. Bem… pelo menos até mês passado. Vamos lá… Júnior tem seus 19 anos, um a mais que Flávia. Eu tenho 40 e minha esposa 37. Ele tem porte atlético e carinha de levado. Faz um tempo, eu fiquei ouvindo a transa deles, escondidinho na área com um copo na parede que dá para o quarto dela. Fiquei com muito tesão mesmo. Minha esposa não estava em casa e eu tinha chegado de tarde. Como o carro dele estava no portão, eu resolvi ser discreto, evitando fazer barulho. Até mesmo para não interromper seja lá o que estivessem fazendo. Ele parecia estar mesmo judiando bonito de Flávia. O som do orgasmo mútuo deles me penetrou o instinto… entao, agora eu poderia chegar em casa. Fiz questão de fazer barulho evidenciando a minha chegada, como se não soubesse de nada. Entrei e liguei a televisão. Chamei pela Flávia, mas ela não respondeu. Bati à porta dizendo que já tinha chegado. De novo nada. O silêncio me intrigou, então insisti chamando por ela ou pelo Júnior. Como ninguém respondeu, comecei a bater na porta com mais força, exigindo que abrissem… MAS QUE MERDA!… Minha esposa foi quem respondeu lá de dentro, dizendo que já ia abrir. Então ela abriu a porta. Totalmente transtornada… Júnior estava de pé a certa distância, nitidamente morrendo de medo, assim como minha esposa, que só sabia pedir desculpa e pra manter a calma pra não fazer nada com Júnior, que a culpa era dela… Eu achava que fosse ter um infarto. Sai. Fui andar. Completamente sem rumo. Parei no Pereira e bebi todas. Bebi até quase não aguentar mais. Depois fui pra casa. Não falamos uma única palavra. Flávia percebeu que tinha algo errado entre nós. Mas não se envolveu. Se ela soubesse… Eu não posso culpar minha mulher. O garoto é mesmo irresistível. Também não posso condena-lo. Homem é assim mesmo. Ficamos duas semanas sem nos falarmos. Mas aos pouquinhos voltamos a nos falar.
Resolvemos fingir que aquilo não tinha acontecido. Junior também ficou um tempo sem aparecer lá…
Mês passado.
Festa de aniversario de Flávia. Júnior mal me olhava nos olhos. Mas eu não queria que Flávia pensasse haver alguma farpa entre nós. Era minha menininha chegando ao mundo adulto. Era o dia dela. Eu até fui simpático com ele. Foi quando eu disse que precisava ter uma conversinha com ele, mas que ficasse tranquilo, que estava tudo bem e que já tinha superado o incidente. Eu disse que ligaria combinando. Ele disse que tudo bem, embora bastante apreensivo. Eu e minha esposa finalmente tivemos aquela conversinha adiada. Aquelas perguntas básicas: por que… desde quando… se ele era melhor do que eu… Ela não quis falar daquilo, mas eu insisti… na paz. Ela se soltou e disse que ela não o resistia. Que rolava desde que começou a frequentar nossa casa. E que sim. Que era melhor sim. Ele era um animal… Então eu também me abri, dizendo que senti tesão enquanto eles metiam, pensando ser a Flávia no quarto. E que mesmo depois de saber se tratar dela, continuei com tesão. Mais até. Que desde então eu ficava imaginando ele metendo nela. Todas as cenas em minha mente me incendiavam com um tesão indescritível. Perguntei se ela me teria com ele, comigo assistindo tudo. Achei que ela fosse ficar brava, mas, para minha surpresa, ela me perguntou se eu realmente aceitaria isso. Disse que com certeza. E que eu só tinha pena de Flávia, que não fazia a menor ideia do quanto calibrada nóssea somos… Bem… Combinamos deles marcarem num motel, sem que Júnior soubesse que eu apareceria. E assim foi. Eu estava num apartamento no mesmo motel. Bete me passou pelo Messenger o número da suíte em que estavam. Como havíamos combinado, Bete foi preparando ele pra ideia. Ele ficou assustado. Até pensou em ir embora. Foi quando eu bati à porta. Disse que tava tudo bem. Que ele ficasse a vontade. Que eu só queria ver. Ele levou um tempinho assustado, mas acabou comprando a idéia.
Júnior e Bete começaram timidamente, mas foram se soltando. Logo ele estava mamando a buceta dela, ela a piroca dele, 69… Eu não imaginava o quanto ver aquilo pudesse ser tão excitante. Ele começou, então, a comer a buceta. Meio acanhado. Mas logo ignorou a minha presença, se revelando o animal que Bete comentara. Frango assado, de quatro, de pé… de tudo que é jeito. Com muita muita raiva, judiando da minha mulher na minha frente. Eu transbordava de tesão e de vontade de também cair na farra… de também ser judiando por ele. Me segurei, me segurei, mas não resisti. Cheguei devagarinho, pra não quebrar o clima e comecei a beija-la enquanto ele esfolava a xota dela. Ela e ele não se importaram. Pelo contrário. Pareciam ter gostado de eu estar participando de fato. Aí eu botei ela pra me chupar a rola enquanto ele Meti a com força naquela xota. Mas eu não conseguia parar de olhar para aquele mastro dele entrando e saindo na buceta de Bete. Fiquei hipnotizado. Ele tirou um pouco e começou a exibir o tamanho da pica, pra que eu visse o quanto entrava. Não me aguentei. Olhando bem na cara dele, dei uma segurada na rola dele. Fiquei segurando enquanto ele metia. Pedi pra ele ficar parado um pouco, só com a cabecinha na portinha da buceta e comecei a bater uma pra ele, que parecia estar indo a loucura. Foi demais pra mim o que se seguiu. Bete veio e começou a beijar o caralho dele enquanto eu punhetava. Nossa!… Uma delícia!… tomei coragem e abocanhei a pica, matando a minha vontade. Ele começou a socar na minha boca. Depois tirava e Socava na de minha esposa. Batia com a pica na minha cara é na dela. Disse que ia gozar na nossa cara. Ai meu Deus do céu… Eu não me aguentava de vontade de ver aquilo… o pau dele jorrando leite na nossa cara. E assim foi. Ele começou a gozar, primeiro na cara da Bete e depois da minha, revezando entre um jato e outro até não sobrar nada. Bete caiu de boca na vara, com a cara toda melada. Eu também queria, então ficava segurando o pau enquanto ela mamava. Vi o rosto dela melado de porra e fiquei com tesão. Comecei a lamber o rosto dela, engolindo parte do leite do Júnior. Ela gostou tanto que ficou paradinha pra que eu não desperdiçasse nada. Depois ela fez o mesmo comigo, enquanto Junior se ajeitava pra voltar a come-la. Só que dessa vez no cuzinho. Ele empinou a bunda dela e começou a comer o cuzinho da minha mulher, enquanto nos beijávamos com aquele gosto ácido de porra na língua. Ela gemia de tesão com as oito casas de Júnior em seu cú impinado. Eu me levantei pra ver a pica dele sendo socada no cú de Bete. Ai meu deus!… me debruçou na cama, implicando a bunda pra ele. Fiquei chamando e chamando, até que ele posicionou a nossa mulher do meu lado, na mesma posição que eu estava, engavetado nela. Então tirou dela a pica e ajeitou no meu cú, que já tinha recebido de quase tudo, menos rola. Então Junior começou a empurrar. Como entrou gostoso!… como eu estava me sentindo realizado. Logo ele estava socando também no meu cú. Sem a menor piedade. Tirava do meu e botava no da Bete, enquanto eu e ela nos beijávamos gostoso. Ficamos nessa por uma hora mais ou menos, nos beijando enquanto a piroca deliciosa de Junior revelava entre o cuzinho dela e o meu, deslizando com fúria. Então Junior, nosso macho e de nossa filha, disse que iria gozar, perguntando quem iria querer seu leitinho no finzinho do cú. Eu nem deixei Bete responder… Disse: eu. Eu quero. Goza no meu cú, goza!… Então ele tirou da bunda de minha esposa e empurrou na minha, já pleiteando no caminho. Deixou a rola enterrada no meu rabo, até o talo, despejando leite leite e mais leite lá dentro. Bem no finzinho do meu cú, até então virgem de rola. Olha!… foi muito muito bom. Essa foi a primeira vez. Mas já saímos três vezes desde então. Sempre sem que Flávia desconfie de nada.
Mas quer saber?… Eu fantasio a minha filha fazendo parte dessa loucura. Só não comentei ainda com Bete… Ainda… E, sendo muito honesto, acho que a comeria na farra.

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Escrito por Anônimo

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