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OMGOMG

O que fazer com vizinhos que arrastam móveis dentro do apartamento todo dia e toda hora?

O problema que me fez procurar o Meus Desabafos são os vizinhos aqui do prédio onde eu moro, em especial duas vizinhas que moram no andar acima do meu.

 

Todos os dias é possível escutar as vizinhas arrastando móveis em cima do meu apartamento o dia todo, além do que, não satisfeitas com isso, elas ainda arremessam objetos no chão, fazendo um estrondo danado, como se quisessem quebrar o teto do meu apartamento a pedradas.

 

Quão sujo um apartamento está, para que uma pessoa arraste móveis dentro dele todos os dias, o dia todo, muitas vezes indo até depois das 22h, quando passa a valer a lei do silêncio? 🤔

 

Muitas vezes eu tomo susto com esses barulhos, achando que é trovão (principalmente se o tempo estiver nublado) e aí já saio tirando tudo da tomada pra não queimar, daí, quando vou ver. não era trovão, eram as vizinhas arrastando móveis pra lá e pra cá em cima do meu apartamento.

 

Se fosse uma criança que fizesse essa algazarra toda, algum adulto ia bater nela, gritar com ela, xingar, ameaçar, etc., fora que, independentemente disso, outros adultos iam falar que aquele comportamento era “falta de uma boa surra”. Mas como são adultos, ninguém fala nem pensa nada nesse sentido, além do que, como são adultas, não tem papai nem mamãe pra dar tapinha na bunda delas e, dependendo da situação, pode-se levar o caso até o juiz que, dependendo do juiz, nem mesmo o juiz faz alguma coisa.

 

Honestamente, eu queria saber quem foi que teve a “brilhante” ideia de pensar num tipo de imóvel em que as pessoas vivem em cubículos ajolados uns em cima dos outros. Quem disse que um tipo de moradia desses dá certo? Só podia dar numa dessas mesmo!

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Escrito por Anônimo

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4 Comentários

    • O problema é que lidar com conflitos envolvendo pessoas adultas sem recorrer à Justiça é osso. Tem adulto orgulhoso demais, que não admite estar errado, e ainda acha ruim quando é confrontado, sendo que nem sempre isso vem da falta de ter sido “corrigido” na infância e adolescência, mas sim daquele sentimento de que “correção é para crianças, agora eu sou adulto, tenho minha casa (mesmo que seja alugada) e faço o que quero porque não tem mais papai nem mamãe pra bater na minha bunda se eu fizer algo indevido”.

      E para piorar ainda tem juízes (não todos, mas alguns) que passam a mão na cabeça desse povo, com absolvições na justiça.

    • O problema de conversar pacificamente com pessoas adultas para resolver problemas que exigem soluções mais enérgica é exatamente o que citei no corpo do post.

      Quando se trata de crianças inconvenientes, os adultos usam a força, aliada com a garantia legal de poder sobre a criança, para exigir que ela pare com o comportamento inconveniente de qualquer maneira. Já quando são adultos, por serem adultos, acham que podem fazer o que quiserem sem que haja consequências.

      E nem sempre isso é “falta de umas palmadas quando criança”. Muitas vezes, tem gente que cresceu apanhando dia sim, dia também, por trocentos motivos, daí quando cresce e arruma uma casa administrada por ela mesma para morar, aproveita-se do fato de que não tem mais papai nem mamãe para dar tapinha na bunda se ela for um pé no saco para os outros, e que alguns juízes ainda passam pano para essas situações, daí a pessoa deita e rola, pinta e borda.

      Em relação a procurar síndico, dependendo das situações que acontecem, o próprio síndico fica limitado quanto ao que pode ou não fazer, senão pode até ser enquadrado como “abuso de poder”.

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