Eu confesso que odeio de morte a filha do meu companheiro. Quando eu conheci meu companheiro eu tinha 16 anos e ele 32 anos, só que tinha apenas 2 meses que ele havia descobrido que ela existia, ele não sabia que era pai, então tudo aconteceu de uma vez, ela queria nos separar, ficava mandando as amigas dela ligar no celular dele quando estavamos juntos, quando saiamos juntos para algum lugar ela grudava na outra mão dele, e com isso meu ódio por ela só aumentou. Uma vez até parti para agredi-la na casa da minha sogra mas ele me segurou, e para piorar a situação a cadela deu cria e hoje eu odeio os dois ela e a criança. Pra mim é muito dificil aceitar essa situação, ela tem praticamente minha idade! hoje eu tenho 22 e ela 20 anos, ele já me disse que não ama ela e que sente um carinho muito grande e disse que ama mais o neto dele do que ela, mas eu não aceito isso, hoje eu e ele moramos juntos e pensamos em nos casar mas não sei se é isso que eu quero pra minha vida, eu quero uma pessoa pra gente construir nossa familia juntos, não quero resto de passado de ninguém no meio de nós. Já tentei superar essa situação, tentei ser amiga dela mas não consigo, quando ela está por perto eu tremo de vontade de matar ela! e acabo brigando com ele, quando tem alguma coisa na casa da minha sogra e ela vai lá eu tenho que suporta-la, eu e ele sempre acabamos brigando pois eu não quero que ele fale com ela e nem brinque com o menino que hoje tem 1 ano. Não suporto a idéia de ter que dividi-lo, de saber que se eu quiser ficar com ele terei que carregar esse carma para o resto da minha vida. Não quero ter filho com ele pois sei que será parente dessa coisa que eu odeio. Mas também não quero terminar com ele pois eu o amo e sinto que ele também me ama, mas não aguento mais e não sei lidar com essa situação. Minha sogra entende o meu lado e me dá conselhos, mas minha cunhada faz de tudo pra me provocar junto com a filha dele, estou a ponto de largar tudo. Eu não aceito ele ter uma família que não seja a que iremos formar juntos, não aceito esse passado dele que me atormenta.

