É noite e estamos em minha cama. Júlia, a minha CDzinha novinha de 18 anos, meiga, pequena e afeminada, cheirando ainda a sabonete, veste só a noneca fio dental que eu dei a ela. Eu, quarentão grisalho e sarado, estou totalmente nu, tb recém-saído do banho.
Puxo ela para cima de mim e nos entregamos aos avanços amorosos um do outro. Nossos corpos se entrelaçam fortemente, nossas bocas se beijam com paixão e sofreguidão. Júlia é linda e delicada. Uma bonequinha que contrasta vivamente com o meu corpo de 1,87m e 92 kilos.
Ela se desvencilha dos meus abraços e desce pelo meu corpo. Coloca meu pau, duríssimo, em sua boca. Lambe, beija, mordisca e chupa. Chupa com tesão, com vontade, com força.
Quero por o pau dela em minha boca tb, mas ela não deixa. Diz que está aquendada e que quer ficar assim, com a virilha lisinha, sem vestígios de volume, o pau seguro e dobrado, preso pela calcinha de vinil que emite um brilho intenso e sedutor e que não deixa ninguém perceber que ela é, na verdade, ele.
É como uma tortura deliciosa sentir sua boquinha engolindo meu pau, sua língua lambendo meu saco e descendo até o meu cu. Peço para que ela pare de me chupar ou vou gozar antes da hora. Se não posso chupá-la, então quero fodê-la. Fodê-la socando meu pau naquele cuzinho delicioso, macio, quente, apertado.
Dessa vez ela atende meu pedido e fica de quatro para mim. Continua de calcinha mas afasta o fio dental para o lado e eu olho seu cuzinho depilado, fechadinho e piscando para mim, me chamando. Recuso comê-la nessa posição. Quero olhá-la nos olhos, lamber e mordiscar seus mamilos e beijar sua boca enquantoto enterro profundamente a minha grossa masculinidade em seu rabinho delicado.
Ponho ela de frango assado, seus joelhos quase encostando em seus ouvidos. Faço um cuspe grosso e babento e o despejo na minha mão. Depois, olhando-a fixamente nos olhos, aliso a cabeça do meu pau com essa lubrificação natural e improvisada. Me aproximo da portinha de seu cu e fico pincelando a cabeça toda babada. Seu cu continua piscando violentamente, chupiscando meu pau, tentando engoli-lo. Ela não resiste e pede rola. Falo que ela precisa implorar e ela aceita.
“Por favor, por favor, fode o meu cu! Mete tudo no meu rabo! Eu preciso te sentir inteiro, por favor, me foooodeee!”
Tê-la assim, submissa, me faz sorrir maldosamente. Atendo seu pedido e penetro lentamente, centímetro por centímetro, abrindo devagar esse gostoso buraquinho, causando uma doce agonia em nós dois. Eu gemo grosso. Ela mia em falsete. Meto tudo e fico parado, meu saco descansando em seu rego, meu pau inchando e o cu dela me apertando. Ela diz que me ama e que vai ser sempre a minha puta. Eu digo que a amo e que sou o seu macho caralhudo.
Palavras, gestos, atos e sentimentos tão eróticos e sensuais. A minha virilidade latejando profundamente dentro dela, nossos corpos presos apaixonadamente e ela quer mais e me puxa ainda mais fundo, me abraçando com as pernas e seu cuzinho me devorando. Nos damos prazer, carinho, atenção e afeto.
Começo o vaivém. Primeiro devagar e suave. Depois forte e rápido. Sinto a cabeça do meu pau inchando e que estou prestes a gozar quando ela arregala os olhos e solta um grito abafado e fino. Ela diz que está começando a vir o gozo dela e que é um gozo anal, aquele que começa no ventre e irradia para todo o corpo. O mais delicioso de todos os gozos.
Seu grito funciona como um gatilho para mim e aviso que tb vou gozar. Enfio tudo dentro dela, com força, e explodo no fundo do seu cu, urrando e ejaculando o que parecem ser litros de porra. Ao mesmo tempo, ela tem um frenesi; gritando e sacudindo a cabeça, convulsionando e se tremendo toda, olhos revirados, como se estive possuída por algum demônio. Talvez estivesse mesmo. E talvez eu fosse esse demônio.
Depois vem a calma e a lassidão. Lágrimas escorrem de seus olhos enquanto ela sorri e me pede um beijo. Eu a beijo com ternura, querendo continuar penetrado nela, mas meu pau aos poucos amolece e é expulso daquele cuzinho acolhedor.
Olho para ele e está irreconhecível: vermelho, aberto e com porra escorrendo. Não consegue mais piscar pq está arrombado. Lembro que ela havia dito, ainda no banho, que tinha caprichado na xuca. Sinto vontade de passar minha língua nesse cuzinho arregaçado e o faço. Lambo toda a borda e depois chupo a minha própria porra enqto enfio profundamente minha língua. Ela tb me pede porra e eu guardo um pouco na minha boca para compartilhar com ela, através de um beijo molhado e melado. Ela chupa com avidez a minha língua esporrada e diz que da próxima vez quer que eu goze em sua boca pq ela adora o gosto e a textura do meu esperma, sempre grosso e cremoso.
Finalmente ela tira sua calcinha de aquendar. O forro da noneca absorveu a maior parte da porra dela, mas seu pau está melado. Eu limpo ele, lambendo e chupando com carinho até sumir todos os vestígios de seu gozo. Cansada ela agradece com um sorriso fraco e pede para se aninhar em meu peito.
Deitamos abraçados. Satisfeitos. Sorrindo e felizes, adormecemos.

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E muito bom
Parabéns vc escreve muito bem.
Belo conto… um tesão lendo…
qunado tua putiha nao tiver na desposicao, vem ter comigo, comer meu cu, que esta fervendo de tesao
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