Acho que toda mulher sonha fazer sexo num lugar luxuoso, confortável, bonito e eu sou assim também. Mas quando o desejo vem, o planejamento fica pra lá e onde estiver, a gente vai.
Fui num barzinho , música ao vivo, as amigas por lá, muito legal. Mas eu estava entrando no cio. Alguns dias sem transar, ciclo menstrual encerado havia uns cinco dias, até o sutiã estava me deixando excitada.
Tomei algumas cervejas, comemos, mas quis ir pra casa. Quando ia saindo encontrei um ex-peguete que fazia meses não via. E a coisa estava só. Papo vai, papo vem, resolvemos sair dali. Fomos até o carro dele, mas descobrimos que estava bloqueado por outro veículo.
Ficamos lá, trocamos uns beijinhos, a vontade foi crescendo, o moço não perdeu tempo e logo falou de irmos pra um motel. Fiz um pouco de doce, não sou assim tão fácil. Mas o dono do outro carro não chegava.
O local estava em obras, havia um tapume amarrado com arame e a luz do poste estava apagada. Aproveitamos o escurinho e deixei ele me tocar sobre a roupa. Não dava pra fazer muita coisa porque sempre passava alguém. Mas a vontade era enorme e só aumentava. Fui pra debaixo de uma árvore e tirei a calcinha. Trouxe ela rodando no dedinho pra ele ver do que eu estava disposta.
Olhei no buraco do tapume e estava tudo escuro. Não parecia que alguém estivesse vigiando. Dei um tapa e gritei “tem alguém aí?”.
Abrimos, entramos e amarramos por dentro. Encontrei um lugar mais ou menos limpo e decidimos que era ali mesmo. O lugar cheirava a poeira e eu não queria me sujar. Amarrei a barra do meu vestido lá em cima e tentei me concentrar. O medo de alguém aparecer ainda era grande.
Eu estava com vontade de fazer tudo, tudo mesmo, mas um senso de urgência tomou conta de mim. Tirei o pau dele das calças e fui para coisas práticas. Estava com saudades daquele pauzão de chocolate. Ele me chamava de “branquinha” quando estávamos juntos. Adoro. E me batia com o pau no rosto e na bunda antes da gente transar.
Eu ficaria fazendo boquete até ele gozar, mas eu precisava de um pau na boceta, era muito importante. Quando senti que já estava lubrificada, pedi camisinha e coloquei. Achei um muro baixo, subi meu vestido acima dos quadris e dei a dica.
O local estava bem escuro, por sorte a minha bunda branca ajudou kkkk
Ele me penetrou gostoso, soltei um berro e tapei a boca com as mãos. Eu realmente precisava daquilo. Encontramos nosso ritmo e aquelas mãos nos meus quadris acabaram comigo. Gozei rápido de bater perninha kkkkk
Ele me segurou nos braços até que me acalmei. Quando passou aquela agitação, ele chegou no meu ouvido e disse “posso colocando bumbum?”
Nao gosto de fazer anal sem estar preparada, mas ele insistiu, disse que era só pra gozar gostoso, que estava quase.
Deixei e ele me penetrou fundo umas três vezes, tirou o preservativo e ejaculou nas bochechas da minha bunda. Muito sêmen, nossa. E não tinha um papelzinho pra limpar.
Foi bom de qualquer maneira. Saímos e a barra estava limpa. Me deixou em casa, tomei banho e me masturbei loucamente.
Gente, meu Nick é Anna. Eu tinha uma conta aqui, deletei, mas de vez em quando eu postarei alguma coisa. Beijos pra quem curtiu.




Ja comi muito o cu da minha esposa na construção da casa do pai dela
O trem bão
Já transei em tudo que é tipo de lugar, uns bons, outros horríveis, mas nada se compara ao conforto de uma cama.
Essa trepadinhas não planejadas são mto boas… e pelo jeito vc teve gozar mais uma vez para saciar!!!
NOSSA QUE DELICIA QUEM NUNCA FEZ EM UMA CONSTRUÇÂO !!!!!!!!!!!!