Eu confesso que eu e meu amigo fomos parados num posto da polícia rodoviária federal na rodovia Ayrton Senna. Nós estávamos com um baseado aceso e os caras encontraram o resto que estava guardado. Por sorte, eles ofereceram liberar a gente por uma grana. Eu tinha só um trocado na carteira, meu amigo não tinha nada. Eu estava com o cartão do banco e um dos caras me acompanhou até um caixa eletrônico. Deu certo. Quando chegamos de volta na base, eu vi a cena: um policial estava comendo o meu amigo na salinha apoiado numa mesa. Outro policial estava erguendo e fechando a calça, dando a entender que já tinha terminado. Esse meu amigo era magro todo lisinho, bunda redondinha, carinha de moleque, tinha 18 anos na época. O cara dava umas bombadas gostosas e ele só gemia baixinho. Rolava um baseado aceso, todos fumando. O cara que tinha ido comigo me mandou sentar e esperar, e ele foi para junto dos outros. Quando o outro gozou, ele foi lá e comeu o léo também. Depois nos emprestaram um colírio e mandaram a gente embora. Ninguém ficou sabendo. O léo ficou na dele, mas me liguei que ele curtiu.

