“Eu confesso que tenho asco, nojo, vontade de vomitar no monte de lixo que está escrito na Bíblia.
Confesso que não entendo porque chamam aquilo de palavra de deus. Confesso que não entendo porque falam que na bíblia há amor ou qualquer sentimento bom.
Confesso que logo que eu aprendi a ler e fui fuçar numas bíblias na casa de parentes eu nunca mais me conformei com o fato de bilhões de pessoas acharem que um livro cheio de ódio é “de deus”.
Confesso que anos depois, aguentando ver essa farsa do cristianismo, eu ia no quarto da minha tia só pra “zoar” o crucifixo dela. Tenho nojo de crucifixos, é algo que vcs não imaginam, sobe uma ância desse símbolo farsante.
Eu mergulhei o crucifixo na privada, passei ele na merda, cuspi e esfreguei a saliva nele, isso durante muitos anos. Depois, com 8 anos, eu comecei a introduzir esse crucifixo na minha vagina, não como algo sexual, era somente uma “blasfêmia” mesmo…contra todo esse império de mentira cristã.
Ganhei uma bíblia com 11 anos, de uma amiga que já sabia da minha inimizade com o cristianismo. Rasguei todas as folhas, durante mais ou menos dum ano.
– Não me arrependo de nada; às vezes tenho medo, mas isso é porque a nossa sociedade imersa no cristianismo é baseada no medo.
Acredito até em algum deus, de uma forma bem livre. Sei que não fui contra deus, afinal deus jamais escreveria a bíblia.”

