Que bom que encontrei este espaço, se não eu enlouqueceria. Precisa contar isso para que pudesse manter minha sanidade.
Eu confesso que nutria um ódio sem motivo por um cara negro que se dizia o comedor da minha rua quando eramos adolescentes. Cresci ouvindo as estorias de amigos que tinham sido abusado sexualmente por ele durante sua adolescência e a maioria desses caras acabaram assumindo-se viados e hoje levam suas vidas assim.
Eu por outro lado aprendi a odiá-lo não sei o porquê, mas talves uma questão de justiça para aquelas pessoas que haviam sido transformadas por ele. Penso eu que ser apresentado ao mundo sexual submetendo-se a outro homem deve mexer com a mente de uma pessoa e talvez ele nem tenha se dado achance de experimentar o sexo oposto e decida que seja isso que ela gosta. Eu tinha verdadeiro asco daquele negro.
A vida nos prega peças e um dia numa festa, estavamos eu e alguns amigos e amigas numa roda e um desses nosso amigo que égay declarado chegou com o cara e nos sentou. Ficou passado ao vê-lo ser apresentado aos meus amigos e amigas e de cara todo mundo gostou dele.
Quando ele veio apertar minha mão eu recusei e todos acharam estranho, mas deixaram passar.
Fui extremamente grosseiro com ele a noite toda e ele aguentando tudo calado apenas para não mostrar quem ele era de verdade.
A noite passou lentamente e estava chegando a hora de ir embora. Ele inventou para esse amigo gay que com certeza ele estava comendo, que estava com dor de cabeça e preferia ir pra casa e o desgraçado falou que morava na minha rua e que eu poderia lhe dar carona.
As garotas ainda o ajudaram e falaram que claro que eu daria carona pois eu era uma cara legal e pronto, o destino conspirando para que minha noite acabasse da pior forma.
Sabia que sofreria uma retaliação por tê-lo tratado daquela forma, mas pra minha surpresa ao entrar no carro ele já foi se desculpando por tudo que tinha acontecido na nossa adolescência e que ele tinah mudado muito e não era mais um babaca. Não é que eu fiquei surpreso e acabei até gostando do novo eu do cara.
Conversamos longamente durante o caminha e ele me convidou pra uma saideira num bar a duas quadras da nossa rua. pelo seu comportamento eu aceitei e fomos pro tal bar.
Fim de noite, entramos, achei o ugar de gosto duvidoso mas pra tomar cerveja eu entrei assim mesmo. Quando fui sentar ele passou a mão em volta da minha cintura e com a outra puxou a cadeira de forma gentil e eu achei muito estranho aquilo, mas deixei pra lá.
Do outro lado tinham mais tr^s duplas de caras, sempre negro com brancos, eu achei estranho mas tinha que ser coinscidência. Então o garçon veio comduas cervejas e logo depois ele chegou e sentou do meu lado. Achei esquisito aquilo, mas eu fui deixando passar.
De repente olho pra mesa a frente e apenas um negro estava sentado e o cara branco havia desaparecido.O negro com as mãos atrás da cabeça que estava meio jogada pra trás e com uma cara de que estava sentido muito prazer.
Ele encheu meu copo de cerveja e começamos a conversar e mandamos cerveja pra dentro. Já estava soltinho com ele e resolvi perguntar pra ele porque ele fazia aquilo com os garotos da rua. Ele falou que só fazia o que os garotos queria que ele fizesse.
Era tudo viado inrustido e ele só cumpria o ´papel de homem. Eu voltei a olhar pro negro em frente e de repente o cara branco vai levantando debaixo da mesa e surge coma boca cheia de porra branca escorrendo pelo canto da boca. O cara estava pagando o maior boquete ali no bar.
A outra dupla estava levantando e de mãos dadas sairam e entraram por uma porta nos fundos e eu perguntei se a saída era ali e o garço respondeu, não ele estão indo pra um quartinho.
O garçon então falou pra ele. O sr. vai querer mas alguma coisa pois já vamos fechar. Ele falou:_ Não, não vamos querer mais nada, fecha a conta e mando pro quarto que só vamos sair de manhã cedo.
Eu ao ouvir isso, gelei e ao invés de reagir fiquei atônico. Congelei e nem palavras saíam da minha boca. O meu corpo estava estranho e eu passei os piores segundo da minha vida.
Somente quando ele me pegou pela mão e me puxou pra levantar , foi que o meu corpo saiu da inercia, mas s[o não cai porque ele me apoiou.
Eu não queria ir com ele, mas a situação era tão estranha que ele foi me conduzindo sem que eu resistisse muito.Eu queria falar pra pedir ajuda ao garçon mas nada saía da minha boca. Apenas seu olhar compenetrado contra o meu servia de linguagem pra me dizer, faz o que eu estou mandando ou vai se arrepender.
Euestava sendo levado para os fundos do bar onde tinha um pequeno terreno aberto e logo nos fundos varias janelas e portas indicando que eram quartinho tipo de um motel.
Eu queria gritar mas não saía voz, eu queria correr mas não tinha forças nas pernas, então quando o meu corpo deu algum sinal de melhora, já em frente a porta de um dos quartinho, eu tentei escapar mas suas mão segurou forte meu pulso esquerdo e eu não cosegui me disvensilhar dele.
Ele abriu a porta e me puxou pra dentro. O que eu vi foi somente um quarto pequeno com uma cama de casal pequena e simples e um pequeno banheiro com um vazo, pia e um chuveiro sem box.
Ele me empurrou na cama e falou, não tenta nenhuma gracinha pois eu estou muito mais afim de te dar muita porrada na cara do que te comer, mas vou te dar uma chance de escolher entregar esse cú branco pra mim.
Eu não acreditava que estava naquela situação. Eu tremia de nervoso e vi ele desabotuar a camisa e o cara era forte mesmo.
Corpo perfeito, músculo puro, todo trincado. O bícepis e trícepis imensos, abdomêm trincado, trapézio saltados e negro que chegava a brilhar.
Ele começou a tirar a calça e as coxa e panturilha não ficavam atrás. O cara era um touro negro.
Nãoqueri apanhar daquele cara, mas estava determinado a lutar com ele até o fim se ele forçasse algo comigo. Pensei em começar a grita por ajuda, mas isso seria pior do que lutar com ele, pois eu poderia ser exposto já que estava muito perto de casa.
Ele estava de cueca branca e o que ele tinha por baixo daquele cueca era uma coisa monstruosa, pois dava pra ver que não estava ereto mas o calibri daquilo era impressionante. Só em filme já tinha visto uma mala daquelas.
Ele começou a alisar aquele troço e o bicho começou a crescer rapidamente. Ele começou a me dar instruções. dizendo que eu acreditasse nele, pois o ódio que eu tinha por ele era por ele retribuído também e se eu fosse esperto, que seria uma boa menina e fizesse tudo que ele mandar.
Quando ouvi aquilo vi que ele falava sério, mas o cara estava louco me chamando de menina. Aquilo foi o cúmulo. Leventai e tentei passar por ele, mas ao chegar perto tomei um tapa no rosto do lado diteito que cai no chão desnorteado.
Tudo rodava e um zumbido na orelha e minha face pegando fogo. Meu corpo tremia de tão intimidado que fiquei. Ele falou, levanta e tenta passar por mim mais uma vez.
Eu não ousei levantar do chão e aí ele viu que tinha controlado meu ímpeto. Ele então ordenou que eu tirasse toda a minha roupa. Eu ainda abalado comecei a obedecer temendo sua reação caso não fizesse.
Foi agoniante me despir sabendo que o fazia por ordem de um homem que provavelmente ia me comer em seguida.
Procurei pelo menos demorar pra tir toda a roupa. Enquanto isso ele tirou o pau pra fora e eu olhei pra aquilo e pensei que nunca suportaria um pau daquele porte dentro de mim.
Eu vi aquele pau assumindo dimensões dificeis de acreditar, pois nem em filme eu havia visto algo assim.
Ele não se importava que eu estivesse demorando, parecia até que ele estava gostando que fosse assim. Quando terminei ele tocando uma punheta leve me deu mais instruções.
Falou que nós iríamos passar a noite ali juntos e que ele iria me ensinar tudo que uma fêmea precisa saber pra agradar ao macho. Eu ia aprender a gostar de ter o pau dele dentro do meu cú e que eu ia sempre procurá-lo depois daquela noite.
Eu me sentia um lixo e já aceitava que aquilo iria acontecer com ou sem meu consentimento. Então ele só me orientou que se eu por acosa bancasse o engraçadinho e tentasse morde ele que ele não seria responsável pelo que poderia acontecer comigo.
Eu entendi que seria algo extremo e nem me passou pela cabeça fazer algo para desagradá-lo. Ele então começou a me humilhar. O que minha menininha achou do pau do macho dela. Eu ainda acanhado nada respondi e ele ficou puto e orientou que eu não deizasse de responder nenhuma pergunta dele novamente.
Ele repetiu e eu então respondi baixinho. Bonito! Ele não ouviu e me deu outro tapa na cara e perguntou de novo e dessa vez eu respondi alto que era bonito!, Ele falou: _ Só bonito? Eu entendi o tom de ameaça e falei que ele era lindo!!!
Ele falou, que bom que gostou, vem aqui então e dar uma pegadinha nele. Eu exitei e ele gritou comigo. _ Vem logo aqui sua bichinha!!!
Eu com meu corpo tremendo fui me arrastando pelo chão até ele e parei de joelhos diante daquele homem negro musculoso e altivo e percebi então sua grandiosidade.
Seu pau estava firme como rocha e apontava meio que para o teto do quarto. Aquele pau era coisa de cinema. Grande, grosso, veias estufadas, cabeça em forma de cogumelo. O saco não era grande, era até desproprorcional ao tamanho do membro, mas eram firmes, redondos.
Eu olhava para ele e esperei pela próxima instrução. Ele falou. que pegar nele agora e dessa vez eu respondi com o movimento da cabeça pra indicar afirmação.Ele riu e disse muito bem garota, pega nele então.
Eu fui meio tímido e quando segurei nele, senti algo diferente. Coração disparou, respiração ficou ofegante. Corpo começou a tremer todo. Fique ali segurando aquele pau monstro e encarando seu pau. Eu estava hipinotizado e não sabia o que fazer.
Ele nada falou e esperou pacientemente, vendo que não larguei mas o pau dele, sabia que eu havia sentido algo diferente.
Eu comecei a sentir seu pau pulsar na minha mão e vi o quanto aquilo estava vivo, vibrante, pulsante em reação ao meu toque e sem mais nem porque, extintivamente iniciei uma leve punheta que fez ele me elogia dizendo. Muito bem garota! Tô vendo que você gostou dele, né!
Apenas balancei a cabeça afirmando que sim. Eu punhetei por alguns minutos aquele pau e sem pensar minha outra mão procurou pelas suas bolas a qual passei a acariar enquanto batia punheta pra ele.
Ele já estava com cara mais amigável comigo diante daquele comportamente que passei a ter. Acho que ele percebeu que eu já estava domado por ele. Ele então mandou eu lamber suas bolas, eu já estava no automático, esperando apenas ele pedir e então enfiei uma das bolas do saco dele na bola. Chupei como se fosse bala e depois permitia que ele saísse da minha boca e então ia pra outra sem que ele precisasse mandar.
Eu ainda não tinha experiência então quando me concentrava nas bolas deixava de punhetar seu pau. Ele me lembrava que eu tinha que continuar o trabalho fazendo movimento de foda com os quadris me mostrando que ele queria continuar a ser punhetado.
Eu reiniciava a punheta e ele prava com os quadris. Depois de um tempo eu já não precisava de sua ordem pra punhetar e chupar ao mesmo tempo. Depois ele falou pra eu chupar a cabeça do pau dele. Quand fui me aproximar, da cabeça do pau saía uma babinha espessa e incolor e eu fiquei meio receoso, mas leimbrei dos tapas que havia levado e não queria mais apanhar, então ignorei e dei um beijo bem onde estava o liquido e passei a lingua pra sentir o gosto e estava neutro. Então engoli aquilo e caí de boca na chapeleta.
Eu não sabia que gosto tinha um pau até chupar ele e não era tão ruim assim. Eu fiquei cuidando daquela cabeça até ela ficar completamente lustrada e brilhante contra a luz. Ele gemia de tesão e seu pau pulsava magnificamente até que eu me aventurei a abocanhar o que podia daquele membro negro.
Ele deixou eu explorar livremente aquele pau que estava impressionamene saboroso pra mim. Ele precisou interroper a minha chupada pois me empolguei e machuquei ele um pouquinho com meus dentes.
Pedi desculpas pra ele e ele acitou e falou que tudo bem menina. Eu acabei voltando a chupar ele mas agora com cuidados extras para não machuacar mais aquele pau. Então fiz de forma menos afoita e deixei ele passar suave por entre o espaço entre minha lingua e o céu da minha boca e ir até o fundo da minha garganta.
Ao perceber que eu já permitia o pau dele ir ao fundo da minha gargana ele assumiu e começou a foder minha boca.Foi incrivel ter aquele homem negro fodendo minha boca como ele bem quisesse.
Assumi uma postura mais passiva e deixei ele que era o homem daquela relação tomar às rédias e me coloquei no meu lugar. Foi então que percebi que ele enfiou seu pau quase todo dentro da minha boca e chegou no fundo da gargante e se manteve por algum tempo la dentro.
Eu estava desfalecendo quando ele retirou o pau, eu tossia muito e saia secreções pelas narinas e boca e meus olhos lacrimejavam intensamente. Mesmo assim, ele logo voltava a me foder aboca até me provocar estes desconfortos novamente. Foi assim por umas cinco vez mais.
Somente quando eu pedi pra ele parar foi que ele me pegou do chão pelo braço e me levantou e levou pra cama onde eu fui jogado de costas. Minhas pernas foram levantadas e apoiadas nos ombros dele que se encontrava em pé nos pés da cama.
As mão dele nos meus quadris me puxaram mais pra beirada de cama e eu senti quando minha bnda bateu em suas coxas. Ele então levou a mão a boca e cuspiu nela e em seguida levou a mão até a minha bunda e forçou até que a saliva fosse despejada em cima do meu cú.
Em seguida minhas pernas foram retiradas dos seus omdros e forçada para trás em direçãoa minha cabeça. Asim, ele teve acesso direto ao meu cú que agora estava exposto pra ele e começou a espalhar aquele saliva no intuito de lubrificar a entrada para facilitar a sua penetração em meu cú.
Confesso que o desespero voltou a tomar conta de mim, mas com aquela fricção, não posso ser hipócrita e dizer que não demorou muito até que eu já estive com meu cú piscando por causa dos seus dedos em contato com ele.
Até então não sabia o que era ter tesão no cú, mas é com certeza uma das melhores sensações que alguém pode sentir na vida. Eu tinha certeza que iria sofrer, chorar com o pau dele dentro do meu cú, mas não havia mais como aquilo não acontecer, porque depois que ele começou a lubrificar meu cú daquela forma eu não sei o que me aconteceu, mas a única certeza que eu tinha naquele momente era de que o lugar que o pau daquele negro tinha que estar era dentro do meu cú.
Eu apoiei os cotovelos na cama e tentei deseperadamente fazer com que meu cú engolisse os dedos asperos e grossos daquele negro. Ele percebendo meu desespero, não fugiu do seu papel de macho e introduziu o dedos médio lentamente e até o final dentro do meu cú faminto.
O gemido que eu soltei entregou tudo que eu estava sentindo até aquele momento. Era um gemido falceado(fino) e arrastado, trêmulo e meus quadrils remexeram num rebolado que durou durante os segundos em que seus dedos me invadiam.
Ele mandou que eu segurasse minhas próprias pernas enquanto ele brincava dentro do meu cú com seus dedos e passou a usar a outra mão para punhetar aquele pau e de vez em quando ele batia com ele na minha bunda.
Dava pra sentir a brutalidade daquele pau que era tão pesado e firme que ardia quando batia na pele da minha bunda. Foi um surra de pau literamente.
Enfim seus dedos saem de dentro do meu cú e mais um pouco de cuspe termina de me lubrificar e meu cú sabendo que chegará a hora de ser penetrado, começou um esparmos descontrolado até que a cabeça do pau dele encostou nele.
Um choque percoreu minha coluna e chegou na nuca, coração disparou novamente e eu estava sufocando com a respiração totalmente descompensada.
Ele então me fixou pela cintura e começou a empurrar aquilo pra dentro de mim. A cabeça fazia uma pressão absurda e a dor começou a aumentar aos poucos, enquanto o esfíncter do meu cú começar a dar sinais de que cederia.
Eu senti certinho quando a cabeça venção a resistência do meu esfíncter e a cabeça entrou até que o anel mais larga da cabeça passou e eu enfim tinha acabeça do pau dele dentro do meu cú. Não foi fácil deixar aquele cabeça entrar no meu cú e o pior e que dizem que a cabeça passou o resto vai, mas não foi bem assim que aconteceu.
O pau dele é daqueles grosso no meio e um pouco mais fino na base, então meu sofrimento durou toda a penetração que foi feita de forma meticulosa, centímetro a centrímetro até que suas bolas batessem em minha bunda.
Me permito falar que para receber todo o pau dele foram necessários vários minutos, quase 20 e muito contorcionismo e recursos da minha parte, como por exemplo moder travesseiros, amaçar o lençol com minhas mãos e da parte dele abafaçar meus gritos e choramingos com suas mãos.
Ele estando todo dentro de mim, ele jogou seu corpo em cima do meu na cama e eu senti todo o seu peso. Aproveitei e me abracei ao seu corpo, ergui as pernas e laçei seu corpo com elas. Ele agarrou as bamdas da minha bunda com as suas mãos e afastou-as abrindo e expondo mais o meu cú e comecou um movimento com os quadris que fazia com que seu pau saísse lentamente do meu cú até a cabeça do pau quase sair e depois enterrava lentamente tudo de novo.
A dor durou um bom tempo e eu chorei muito enquanto ele arrebentava minhas pregas todos, mas com o tempo passando a dor foi passando até quase sumir e então eu o abraçei forte e ele me rodou fazendo com que eu ficasse por cima dele e então eu percebi que teria que cavalgar naquele pau.
Apoiei as mãoes em seu peito é comecei a cavalgar naquele pau cavalar até peder minhas forças por completo. Então ele me levou sentado em seu pau a té os pés da cama e chegando lá ele passou as mãos por baixo da minha bunda e levantou comigo espetado em seu pau e eu tive que rapidamente me agarrar ao seu pescoço e cruzar minhas pernas atrás do seu corpo.
E lá estava eu sendo fodido por ele, em pé e abraçado ao meu desafeto. Fui colocado contra a parede e sofri um massacre até ser levado devolta pra cama e colocado de quatro na beirada e penetrado novamente.
Ali a foda foi tão intensa que acho que as últimas pregas do meu cú foram perdidas e eu enterrava a cara no colchão e gritava de dor e tesão.Ela bateu tanto quanto fodeu minha bunda naquela posição e naquela posição ele me leitou de forma impressionante, a ponto de uma pressão interna no meu intestino de tanta porra que ele despejou dentro de mim.
Caiu em cima de mim e ficou dentro até que seu pau amolecesse por completo e escorregasse pra fora de mim. Enquanto ele estava deitado em cima de mim eu agradecido dava beijinho no seu ombro enquanto sentia aquele pau pulsando enquanto derramava seu leite quente em minha entranhas.
Dormimos té peto das seis da manhã e eu as vezes acordava sentindo a porra que ele tinha depositado dentro de mim e olhava aquele homem negro deitado com o pau todo exposto, caido pro lado e era inevitável ficar ali alisando suavemente toda a sua extensão e brincar um pouquinho com seu saco até pegar no sono novamente.
Fiz isso duas vezes durante a noite, pois eu estava enamorado por aquele membro e pela manhã ele vendo que eu olhava fixamente pro seu pau, me permitiu chupar antes de ir embora e eu fiz com muito gosto até ele me fazer engolir sua porra quentinha como dejejun. Que homem formidável.
Assim meu desafeto de adolescência cumpriu sua tarefa de transformar quase todos os garotas da nossa rua em suas fêmea. Meu cuzinho está sendo alimentado pelo seu leitinho quente desde então e como ele prometeu, eu só tenho que pedir pro meu macho me comer e ele me atende todas as vezes.Ele diz que macho tem que atender as suas fêmeas sempre que elas quiserem, assim elas nunca vão procurar por pau de outros machos e é a mais pura verdade.



História louquíssima!
Oque consigo pensar é que voce tá fudido!
CARAI SOU MACHO E FIQUEI DE PAU DURO , NÃO APRECIO ROLA NEGRA ,MAS DEU TESÃO E FIQUEI COM VONTADE KKKKKKKK.