Em uma noite, no início de 2012, houve uma gincana envolvendo os cursos técnicos de onde eu estudava. Eu cursava computação. Era um dia triste para mim, pois fui caluniado e terrivelmente perseguido na empresa onde eu trabalhava. Eu pretendia me suicidar após aquela gincana, pois minha tristeza era muito grande. Então fiquei na platéia e apenas assistia o evento acontecer. Tirei papéis do bolso de minha camisa e comecei a desenhar os que estavam em minha volta sem compromisso algum. Então fui notado, vibraram e várias pessoas me pediram para serem desenhadas. Várias moças de variados cursos técnicos foram desenhadas. Desenhei rapazes também; mas desenhei várias meninas.
Desenhando um e outro, eis que ouço uma voz feminina atrás de mim: "moço, me desenha também?" Ao olhar pra trás, eis q meus olhos são presenteados por uma imagem angelical; uma linda moça loira, de olhos azuis e profundos, aparentava ter uns 19 anos e usava um vestido na altura do joelho, branco com estampas verde e laranja. Usava um colar com seu nome e em seus pés uma Melissa rosa. Era linda! Seu sorriso me devolveu a vontade de viver e me fez esquecer a ideia de suicídio.
Enquanto eu a desenhava, suas amigas faziam piadas e brincadeiras. E ela tira seus calçados. Isso quase tirou minha concentração no desenho, e não pude deixar de notar q seus pés eram pequenos, magros, dedos curtos e de unhas malfeitas. Ela era bem branca, das pernas brancas, pés brancos e solas avermelhadas. Parecia pezinhos de criança.
Ok. Eu a desenhei, ela agradeceu e voltou a seu lugar, e desenhei outras pessoas. Mas a Loira não saía da minha cabeça. Perto do fim da gincana eu pedi a uma das colegas da Loira dizer pra ela não ir embora, pois eu queria fazer um desenho dela para que eu o levasse de lembrança pra mim. Mas na verdade eu queria era desenhar os pés dela. Muitos começavam a ir embora. Enquanto eu aguardava a Loira voltar para o ginásio (ela tinha saído) eu desenhava um homem, um dos colegas de sala da loira. E ela voltou, aguardou eu terminar o desenho do homem e enfim fui realizar meu desejo de desenhar-lhe os pés. As colegas dela foram testemunhas do que ocorreu ali. Pedi à ela que sentasse um degrau acima de mim da escada do ginásio de forma que eu ficasse posicionado sob pés dela. E pedi pra ela tirar os calçados. E ela: "hã? porquê?" rindo. E eu respirei fundo e disse: "eu quero desenhar principalmente SEUS PÉS. eles são lindos." Ela riu, as amigas e o homem ali ficaram confusos e riam e me questionavam "ué; o que tem de especial em pés?" Ela sempre sorridente e confusa aceita e tira os calçados e a desenhei focando bem os pés. E ela dizia repetidas vezes: "Que coisa hein!" eu tremia, suava e uma enorme vontade de tocar os pés dela me invade a mente violentamente. Sou cristão, nascido e educado no evangelho; tenho princípios e não tenho costume de tratar as mulheres de forma "sexual". Sempre procurei evitar esse tipo de comportamento em relação a elas. Mas como eu estava fragilizado, triste e ferido, isso me levou a esquecer de tudo e focar em seus pés, algo q eu jamais faria em sã consciência.
Terminando o desenho, mostrei a ela e disse: "esse é meu, tá?! É uma lembrança sua que eu quero guardar comigo." Ela: "ai, nossa! Muito obrigada! Fico lisonjeada." E àquele lindo sorriso.
Tremendo muito e suando eu tomei coragem e disse: "Loira, seus pés me impressionaram muito. Eu… eu… queria te pedir uma coisa;"
LOIRA: "pede! Pode falar!"
EU: "posso… posso tocar… er… posso sentir seus pés em minhas mãos?"
A Loira ri e estendendo o pé em minha direção diz rindo: "pode! claro! Nossa… hahaha"… ela estava surpresa e desacreditada no que ocorria ali.
Tomei um de seus pés em minha mão e o toquei, o acariciei por completo; as solas, os dedos, e eram muito macios. Eram incríveis! E as colegas dela vibravam, faziam brincadeiras e diziam: " ah, cinderela! Princesa por um dia!" E a mim falavam: "faz massagem nos pés dá cinderela!" E eu fiz. A Loira ria e repetidas vezes dizia: "Que coisa, hein!"
O plano era desenhar e sentir os pés da Loira em minhas mãos antes dela ir embora. Mas as amigas dela vibraram tanto, falavam tanto que acabei indo além. Elas diziam: "beije os pés dela!" Eu não pretendia fazer isso, mas aquilo me despertou um anseio em mim que me levou a olhar para Loira sorridente que ria, e eu: "p-posso… be… beijar?" Ela ri alto e diz:"pode! Fique a vontade!" Eu: "mas… eu nunca fiz isso." Ela: " Eu te dei a permissão."
Então beijei a parte de cima daquele pé branco. Pela primeira vez na minha vida meus lábios tocam os pés de uma mulher.
Gritos, risos, vibrações. As meninas ali deliraram e uma delas começou a filmar e tirar fotos. E a Loira dizia: "Que coisa hein!" E eu beijava a parte de cima, esfregava os lábios e o nariz ali, nos dedos, cheirei seus dedos e beijei. E as meninas faziam piadas e gritavam.
Ainda me lembro do cheiro dos pés dela; era tênue, e era uma mistura de couro de sapato, um pouco de suor, creme, azeite, roupa mofada, vinagre e sabonete. Não era ruim o cheiro. Nem era agradável. Mas era viciante.
Esfreguei meus lábios nos dedos dos pés dela, senti o cheiro deles e as meninas gritavam, vibravam e filmaram, tiraram fotos. A Loira ria e dizia repetidas vezes: "Que coisa, hein!"
Então ergui o pé dela e esfreguei meu rosto inteiro em sua risada sola e cheirei como se não houvesse o amanhã. A Loira deu um grito, deu gargalhadas com a mão no rosto: "AAAAH MEU DEUS! HAHAHA AHHH HAHAHAHA.." E eu ouvi uma voz dizendo: " Ah, credo! Que nojooooo! Aff!!!!" E o homem q eu desenhei disse:"Eca! Mano, você gosta de fazer isso?"
E eu só curtindo as solas da Loira, que ria e dizia "Que coisa, hein". Beijei e esfreguei os meus lábios e meu nariz entre seus dedos, cheirei, beijei toda a rosada sola, dedo a dedo, o peito do pé, a parte do meio, o calcanhar, esfreguei meu rosto inteiro em sua sola, cheirei bastante, e isso faziam as colegas dela vibrar e gritar. Filmaram e tiraram fotos.
Depois repeti todo o processo no outro pé e fiz tudo outra vez no outro pé. E a Loira ria, gritava, dava gargalhadas e dizia: "Que coisa, Hein!"
Passando esse momento de loucura, eu guardei meus papéis e minha caneta no bolso e as meninas a chamavam de donzela, deusa, rainha, faziam piadas a ela. Eu pedi desculpas à Loira e falei:"Passei dos limites. Vc deve estar me achando um estranho, um esquisito não é?!" E ela sorridente: "Não! Não acho isso não."
Essa história não é para excitar ninguém. Estou apenas compartilhando essa história nesse espaço. Não aconselho a ninguém a fazer isso. Isso é um desrespeito às mulheres.
O tempo passou e depois, quando voltei a si eu senti nojo de mim mesmo, e pedi perdão a Deus. Eu não me orgulho dessa experiência. Apesar de eu ter essa fraqueza, ter atração por pés, eu tenho vergonha disso. Tenho vergonha do que eu fiz. Se fosse hoje eu não faria nada disso. Sou cristão e muito dedicado ao meu Deus. O que eu fiz foi abominável, inaceitável, nojento. Nunca mais tocarei em pés outra vez.

