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Dei E Gostei Muito

-Eu confesso que não me arrependo. Fazia tempo que eu tinha vontade de experimentar dar a bunda, chupar e etc… Mas, como nunca tinha deixado transparecer a minha tendência homossexual, tinha muito medo de fugir do controle uma investida, ainda que bem planejada. Por isso, sempre improvisou meus consolos. E só usava em total privacidade. Pois bem. Só pra que se tenha uma ideia, hoje eu estou me sentindo como se tivesse acabado de nascer… radiante e sem culpa. Mas todo dolorido rs. Ontem surgiu uma oportunidade única. Eu não podia desperdiçar. Ao parar pra abastecer meu carro num posto no qual provavelmente eu jamais voltaria, eu aproveitei pra mijar. Havia um cara no banheiro, usando um dos mictórios. Ele começou a sacudir o pau, como a gente sempre faz. Só que o pau dele era muuuitooo grande. Mesmo mole. Não deu pra evitar. Eu dei aquela discreta sapiada. Ele percebeu e deu uma olhada pra mim, com cara de tarado. Eu tremi na base e tentei disfarçar. Mas, ao invés dele guardar logo o pau na calça, continuou balançando. E o "moleque" começou a endurecer e crescer, apontando cada vez mais pra cima. Então, eu resolvi ver no que isso ia dar. Tomei coragem e, enquanto eu guardava o meu, dei aquela olhada fixa pro monstro dele e, em seguida, olhei pra ele com um sorriso. Eu fui em direção a porta, quando ele segurou no meu braço: – Hei! Não foge não. Se quiser é todinho teu. Na hora eu comecei a tremer todo e não consegui falar nada. Eu ia dizer qualquer coisa pra me manter na defensiva, mas o fato é que eu não resisti e ousei: – Todinho meu? – Até onde vc aguentar. – Vc ta de carro? – Tenho. Mas não será preciso. Eu sou o dono do posto. Minha casa é aqui perto. – Eu Tô de carro. A gente pode… – Vc vai me dar esse cu na minha casa. Vamos! Com um ar autoritário, ele me puxou pelo braço banheiro a fora. Eu tava morrendo de vergonha com o pessoal em volta. Umas sete pessoas entre funcionários e clientes. Mas eu deixei rolar. Chegando na casa dele: – Olha! Eu não gosto de frescura. Nem de perder tempo. Então se ajoelha aí e mama logo a minha piroca. Ele mal tinha feixado a porta, já foi abrindo a calça e me empurrando, de modo que eu me ajoelhasse. Bem… nunca tinha segurado outra pica. Mas eu já sabia exatamente o que queria. Olha… sem sacanagem… devia ter uns 22 cm. Eu comecei a bater pra ele, fazendo biquinho na cabecinha… passando a língua na boquinha do pênis. Ele segurava minha cabeça pelas orelhas. Logo eu comecei a lamber, esfregar na minha cara, chupar, mamar punhetando. Eu tava muito a vontade. Ele começou a gemer e sussurrar: – Isso, seu viadinho! Mama esse caralho que eu Tõ quase gozando. Ao ouvir isso eu fiquei com ainda mais tesão em amei, mandei e mandei feito um bezerro. Então ele tirou a pica e disse: – Abre a boca e bota a língua pra fora, seu viado… que eu quero ver vc de boca cheia de leite. Ele começou a tocar com a pirocaaa apontada pra minha boca. Eu fiquei com a boca arreganhada é a língua pra fora. Com a outra mão ele segurou Meu maxilar e, quando eu menos esperava, pude sentir um primeiro jato quente atingindo-me o céu da boca, seguido de outros mais consistentes. Apos terminarem os jatos de porta, ele espremida o pau e escorregava na pontinha da minha língua. – Prontinho! Agora engole sem fechar a boca. Eu quero ver minha porta sendo tragada pela sua garganta. Como eu sou bem mandado, comecei a engolir a pôr da dele aos pouquinhos. Eu já tinha experimentado a minha. Mas o gosto era bem diferente. O leite dele era adocicado. Eu quase voz eu de tanto tesão enquanto o leite dele escorria pela minha garganta a dentro. Ele mal tinha acabado de gozar, começou a tirar a minha camisa. Eu terminei de tirar a roupa. Então ele me botou debruçado sobre a mesa e afastou as minhas pernas. Cuspiu na mão e esfregou no meu rabo. Em seguida começou a empurrar aquele monstro, ainda meio duro, no meu cu. Foi difícil, mas logo entro a cabeça. Depois de um tempinho, eu pude sentir a piroca dele rasgando o meu cu. Ele botava um pouco, tirava e botava mais um pouco. Doía muiiitooo. Mas tava gostoso demais. Quando me dei conta, a piroca tava quase toda dentro de mim, com ele socando, socando e socando com muita raiva, enquanto falava coisas obscenas. Depois de uns vinte minutos me enrabando, ele deixou a pica todinha dentro de mim. Eu senti ela pulsando, latejando no meu cu. E assim, paradinha e interrada, a rola começou a derramar leite no fundo do meu cu, bem devagarzinho. Meu cu foi ficando cada vez mais encharcado de porra. Eu ainda posso sentir o leite dele no rabo. Delícia

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Escrito por Anônimo

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Quero mostrar meu pau

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Eu confesso que gosto de prazer anal mas não sou gay