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Trai minha esposa com meu amigo de infância.

Eu confesso que trai minha esposa com meu amigo de infância.
Vou resumir o máximo que posso.

Bom, Eu tinha uns 11 anos e nessa época que eu comecei a bater punheta, ainda não gozava, mas já sentia tesão em tocar no meu pinto. Foi também a época das namoradinhas do colégio, meu primeiro beijo, primeiro "amor".
Quando eu já tinha 13 anos conheci um garoto da rua de casa e viramos melhores amigos, um não saia da casa do outro. tempos depois ele começou a dormir na minha casa, jogávamos vídeo game até de madrugada, como qualquer outro adolescente nessa idade faz, mas depois de um tempo começamos a fazer besteira, o famoso "troca-troca", aquele "se vc fizer eu faço", e como eu era um ano mais velho ele ficou impressionado com meus pelos no saco e o tamanho do meu pinto. Ficamos tão próximos que crescemos fazendo essas paradas, batia punheta um pro outro, chupava e algumas vezes até comia ele e eu nunca deixei pq sabia que ia doer, só não rolava beijo. Até aí eu já estava com 17 anos, recém terminado o colégio, e já tinha feito de tudo com esse amigo, nesse intervalo de tempo, que rolava as paradas, eu fiquei com muitas meninas, até perdi a virgindade, mas sempre que tinha um momento sozinho com ele a gente curtia, até eu me mudar novamente pra minha cidade, o que nos afastou.
Nessa época eu não sabia se eu era Gay/Bi ou era só uma fase, pois gostava de ficar com meninas e só tinha ficado com esse meu amigo de homem.
A vida foi passando, fiz minha faculdade, namorei algumas meninas e nunca mais tive relação com nenhum homem e nem sequer tive vontade, talvez a vida corrida fez com que eu esquecesse do que eu havia feito.
Me formei na faculdade novo, com 21 anos e tempos depois de formado conheci minha atual esposa, me apaixonei completamente, vi que era a mulher da minha vida, menos de 1 ano após namorarmos ela ficou grávida e tivemos nossa filha, tudo era muito radiante, a vida parecia completa, felicidade transbordava, mas nossa relação sexual mudou muito depois que nossa filha nasceu, era pouquíssimas vezes, chegava a ser 2 vezes num mês, o que fez que nosso relacionamento esfriasse.
Nesse meio tempo, para minha surpresa, meu amigo, aquele dos troca-trocas, me encontrou no Facebook e começamos trocar ideia, mas nunca falamos das paradas que rolou, ele disse que também tinha casado e que ia fazer um curso em São Paulo e perguntou se eu morava perto do curso, eu disse que não mas se ele quisesse ficar em casa, não teria problemas. Ele falou que não precisava, pois o trampo dele ia pagar todas as despesas com hospedagem, só que ele queria me ver pessoalmente pra trocar ideia.
Passou um tempo e ele realmente veio pra São Paulo e nos encontramos num barzinho, tomamos umas cervejas e acabamos entrando no assunto das paradas antigas, ele perguntou se eu lembrava, eu falei que sim. Comecei a mudar de assunto, mas ele sempre voltava a falar da putaria novamente, até que ele perguntou se eu não teria coragem de fazer de novo. Eu meio que me esquivei, falei que não sabia, porque já era adulto e tinha minha família. Aí ele disse que não tinha nada a ver, que era só pra matar a saudade. Eu, com umas cervejas na cabeça, concordei com ele e como já era tarde falei que outro dia a gente marcava, pq senão minha mulher ia achar estranho eu chegar muito tarde.
Fui dormir aquele dia com a cabeça a mil, empolgado, mas com muito medo. Só de lembrar das coisas que fazíamos meu pau ficava duro e o tesão aumentava. No outro dia falei com ele e marcamos a tarde no hotel que ele estava hospedado, meti um migué no trampo, dizendo que tinha uma consulta médica e fui. Cheguei lá e estava com muita vergonha, ele tbm aí pensei que nem ia rolar nada, que só íamos ficar na conversa. Ele começou a tirar a roupa e ficar só de cueca e falou se eu ia ficar só olhando…Aí comecei a pegar no pau dele e foi fluindo, não vou entrar em detalhes, mas comi ele, nunca senti tanto tesão na vida. Ele quis me beijar, mas não deixei, não tive vontade. Depois trocamos mais ideia e fui embora.
No caminho pra casa bateu um arrependimento e comecei a chorar, pensei na minha esposa, na minha filha, me senti um lixo de ter feito isso.
Faz uns 2 meses já e até hoje isso me atormenta. Muito complicado viver com essa culpa.
Talvez minha história se coincide com a de alguém e queria trocar ideia a respeito.
Obrigado!

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Escrito por Anônimo

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